Fernando Bellver (1954) - Samurais





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Samurais é uma litografia em edição limitada de Fernando Bellver (1954), de 2013, 50 × 70 cm, assinada à mão, tiragem 150, realizada em Espanha e em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
ABOUT THE ARTIST
Fernando Bellver é um artista visual multidisciplinar cujas atividades vão da pintura à gravura, escultura, desenho e fotografia. Formou-se na Escola de Artes e Ofícios de Madrid e em técnicas de gravura no estúdio de Dimitri Papageorgiu. Em 1981, cofundou o icônico Taller Mayor 28, um espaço criativo que reuniu figuras-chave da arte contemporânea espanhola.
Recebeu bolsas prestigiosas, incluindo uma em Oslo e outra em Roma, e atuou como docente visitante em instituições como a University of Austin, consolidando sua formação e reputação internacional. Suas exposições e feiras abrangem quatro continentes, e seu estilo exibe uma mistura irônica de referências, variando entre pop art, quadrinhos e estética pós-moderna.
Seu trabalho em gravura tem sido reconhecido com prêmios como a Medalha de Ouro nas Bienais de Cairo e Alexandria e o Prêmio Nacional de Arte Gráfica de 2008. Seus diários de viagem e seu ritmo criativo — três meses de pintura, três de escultura, três de gravura — refletem um processo vital ligado ao humor e à exploração estética.
ABOUT THE ARTIST
Fernando Bellver é um artista visual multidisciplinar cujas atividades vão da pintura à gravura, escultura, desenho e fotografia. Formou-se na Escola de Artes e Ofícios de Madrid e em técnicas de gravura no estúdio de Dimitri Papageorgiu. Em 1981, cofundou o icônico Taller Mayor 28, um espaço criativo que reuniu figuras-chave da arte contemporânea espanhola.
Recebeu bolsas prestigiosas, incluindo uma em Oslo e outra em Roma, e atuou como docente visitante em instituições como a University of Austin, consolidando sua formação e reputação internacional. Suas exposições e feiras abrangem quatro continentes, e seu estilo exibe uma mistura irônica de referências, variando entre pop art, quadrinhos e estética pós-moderna.
Seu trabalho em gravura tem sido reconhecido com prêmios como a Medalha de Ouro nas Bienais de Cairo e Alexandria e o Prêmio Nacional de Arte Gráfica de 2008. Seus diários de viagem e seu ritmo criativo — três meses de pintura, três de escultura, três de gravura — refletem um processo vital ligado ao humor e à exploração estética.

