Alessandro Alteo (1997) - Monocromo Bianco - 603

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Alessandro Alteo, Monocromo Bianco - 603, obra original em técnica mista de 2025, em azul, 40×30 cm, assinada à mão, em excelentes condições e pronta para pendurar.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Técnica mista - Assinado à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Branco - 603
Técnica: estrofessione em tela
Ano: 2025
Dimensões: 40x30
Estado de conservação: Perfeito

PEÇA ESTUPENDA!
ARTISTA JOVEM CLASSE 1997

Obra pronta para ser pendurada!

A expedição pode exigir alguns dias a mais para permitir uma embalagem cuidadosa e adequada da obra. Além disso, para envios à Suíça, os prazos podem se alongar ainda mais devido à preparação e gestão da documentação aduaneira necessária.

A cor pode variar das fotos e da sua tela.

Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática branca, capaz de gerar um refinado diálogo entre luz e sombra, matéria e espaço.

A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estroflession italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até as pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Nessa linha, a superfície pictórica se transforma em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.

Dentro de um abstracionismo moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões vindas do minimalismo, da Pop Art e, sobretudo, da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.

Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.

Paralelamente, sua sensibilidade visual se alimenta de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.

Não faltam referências eruditas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.

A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emocional, onde o círculo se torna sinal universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.

Essa obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estroflesa italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, apresentando-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.

Obra Arquivada na Gigarte, com autenticação de certificação!

Técnica mista - Assinado à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Branco - 603
Técnica: estrofessione em tela
Ano: 2025
Dimensões: 40x30
Estado de conservação: Perfeito

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ARTISTA JOVEM CLASSE 1997

Obra pronta para ser pendurada!

A expedição pode exigir alguns dias a mais para permitir uma embalagem cuidadosa e adequada da obra. Além disso, para envios à Suíça, os prazos podem se alongar ainda mais devido à preparação e gestão da documentação aduaneira necessária.

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Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática branca, capaz de gerar um refinado diálogo entre luz e sombra, matéria e espaço.

A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estroflession italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até as pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Nessa linha, a superfície pictórica se transforma em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.

Dentro de um abstracionismo moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões vindas do minimalismo, da Pop Art e, sobretudo, da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.

Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.

Paralelamente, sua sensibilidade visual se alimenta de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.

Não faltam referências eruditas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.

A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emocional, onde o círculo se torna sinal universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.

Essa obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estroflesa italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, apresentando-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.

Obra Arquivada na Gigarte, com autenticação de certificação!

Dados

Artista
Alessandro Alteo (1997)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
Monocromo Bianco - 603
Técnica
Técnica mista
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Cor
Azul
Altura
40 cm
Largura
30 cm
Estilo
Abstrato
Período
Depois de 2020
ItáliaVerificado
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