FREEON - "Today we Triumph" #22 NO RESERVE






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
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Pintura original em acrílico de FREEON intitulada "Today we Triumph" #22, 2026, Espanha, 90 × 60 cm, multicolor neoexpresionista sobre natureza; assinada à mão, edição original, com moldura, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nesta peça, Freeon #22 apresenta um caçador do essencial dentro do universo PaleoHunter, uma abordagem onde a arte retorna à origem não pela confrontação direta com o primitivo. A figura central não persegue presas físicas, mas rastros de identidade, memória e propósito.
Construído com uma linguagem neorupestrista de carácter mecânico, o personagem encarna a fusão entre o ancestral e o contemporâneo. Seus olhos assimétricos sugerem uma dupla consciência: aquela que observa o tangível e aquela que intui o invisível. Esse desdobramento é fundamental em PaleoHunter, onde o artista atua como rastreador de símbolos e emoções profundas.
As linhas tensas e os sinais que cercam a cena funcionam como cartografias primitivas. A lança marca direção e vontade. Os felinos, como extensões instintivas, acompanham essa caça interior. Os acentos em rosa irrompem como pulsos de vida ou ferida, rompendo a sobriedade do conjunto.
Técnica mista sobre tela, 90 × 60 cm, montada em bastidor de 3,5 cm de espessura.
Freeon
Sou um artista plástico autodidata espanhol, residente em Alicante, que desenvolve um linguagem própria dentro do neoexpresionismo de raiz rupestre. Minha obra nasce da liberdade criativa absoluta e de uma necessidade visceral de expressão.
Trabalho desde a intuição e a energia do momento, em um ambiente onde a música chill-out me ajuda a entrar em um estado quase ritual. Daí emergem minhas novas figuras: seres simbólicos, primitivos e contemporâneos ao mesmo tempo, que parecem procedentes de uma civilização ancestral mas falam desde o presente.
A arte rupestre não é para mim uma referência estética, mas uma memória ativa. Seus traços essenciais, sua potência gráfica e seu caráter simbólico transformam-se em uma linguagem renovada, carregada de emoção, cor e tensão expressionista. Crio figuras que reinterpretam o primitivo a partir de uma visão atual, construindo uma ponte entre o ancestral e o futurista.
Estou em constante evolução, explorando técnicas, materiais e narrativas que ampliam meu universo visual. Cada obra é uma escavação interior e, ao mesmo tempo, uma invenção: novos personagens, novos símbolos e novas mitologias que expandem meu mundo criativo.
@Freeon_art
Nesta peça, Freeon #22 apresenta um caçador do essencial dentro do universo PaleoHunter, uma abordagem onde a arte retorna à origem não pela confrontação direta com o primitivo. A figura central não persegue presas físicas, mas rastros de identidade, memória e propósito.
Construído com uma linguagem neorupestrista de carácter mecânico, o personagem encarna a fusão entre o ancestral e o contemporâneo. Seus olhos assimétricos sugerem uma dupla consciência: aquela que observa o tangível e aquela que intui o invisível. Esse desdobramento é fundamental em PaleoHunter, onde o artista atua como rastreador de símbolos e emoções profundas.
As linhas tensas e os sinais que cercam a cena funcionam como cartografias primitivas. A lança marca direção e vontade. Os felinos, como extensões instintivas, acompanham essa caça interior. Os acentos em rosa irrompem como pulsos de vida ou ferida, rompendo a sobriedade do conjunto.
Técnica mista sobre tela, 90 × 60 cm, montada em bastidor de 3,5 cm de espessura.
Freeon
Sou um artista plástico autodidata espanhol, residente em Alicante, que desenvolve um linguagem própria dentro do neoexpresionismo de raiz rupestre. Minha obra nasce da liberdade criativa absoluta e de uma necessidade visceral de expressão.
Trabalho desde a intuição e a energia do momento, em um ambiente onde a música chill-out me ajuda a entrar em um estado quase ritual. Daí emergem minhas novas figuras: seres simbólicos, primitivos e contemporâneos ao mesmo tempo, que parecem procedentes de uma civilização ancestral mas falam desde o presente.
A arte rupestre não é para mim uma referência estética, mas uma memória ativa. Seus traços essenciais, sua potência gráfica e seu caráter simbólico transformam-se em uma linguagem renovada, carregada de emoção, cor e tensão expressionista. Crio figuras que reinterpretam o primitivo a partir de uma visão atual, construindo uma ponte entre o ancestral e o futurista.
Estou em constante evolução, explorando técnicas, materiais e narrativas que ampliam meu universo visual. Cada obra é uma escavação interior e, ao mesmo tempo, uma invenção: novos personagens, novos símbolos e novas mitologias que expandem meu mundo criativo.
@Freeon_art
