Jaume Plensa (1922-1998) - Jano





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Jano, de Jaume Plensa, é uma gravura em técnica de aquatint/etching sobre papel Arches com chine-collé, edição limitada n.º 85, assinada à mão e datada de 2025, com dimensões de 76 × 57 cm, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
SOBRE A IMPRESSÃO
- Apara e Chine-collé em papel Arches.
- Assinado e numerado à mão.
SOBRE O ARTISTA
Jaume Plensa é um escultor e artista visual reconhecido internacionalmente por suas obras monumentais que combinam arte, poesia e espiritualidade. Estudou na Escola de Belas Artes Llotja e na Escola de Belas Artes Sant Jordi, em Barcelona, desenvolvendo um interesse inicial pelo espaço público e pelo impacto da arte no cotidiano.
Sua carreira decolou na década de 1980, quando começou a experimentar materiais não convencionais, como ferro, resina, vidro, alabastro, fibras ópticas e luz, integrando um diálogo entre o corpo humano, a natureza e a linguagem em suas peças. Palavras, letras e sinais são elementos recorrentes em seu trabalho, concebidos como pontes de comunicação universal.
Plensa criou esculturas urbanas em grande escala em cidades como Chicago, Montreal, Paris, Londres, Nova York, Xangai e Tóquio, sendo a Crown Fountain no Millennium Park de Chicago uma de suas criações mais famosas. Essas intervenções transformam espaços públicos em lugares de encontro e reflexão coletiva.
Sua obra também tem sido exibida em grandes museus e galerias ao redor do mundo, consolidando sua posição como um dos artistas espanhóis mais influentes da atualidade. Ele recebeu prêmios, como o Prêmio Velázquez de Artes Plásticas em 2013, e reconhecimento internacional por sua contribuição à arte contemporânea.
SOBRE A IMPRESSÃO
- Apara e Chine-collé em papel Arches.
- Assinado e numerado à mão.
SOBRE O ARTISTA
Jaume Plensa é um escultor e artista visual reconhecido internacionalmente por suas obras monumentais que combinam arte, poesia e espiritualidade. Estudou na Escola de Belas Artes Llotja e na Escola de Belas Artes Sant Jordi, em Barcelona, desenvolvendo um interesse inicial pelo espaço público e pelo impacto da arte no cotidiano.
Sua carreira decolou na década de 1980, quando começou a experimentar materiais não convencionais, como ferro, resina, vidro, alabastro, fibras ópticas e luz, integrando um diálogo entre o corpo humano, a natureza e a linguagem em suas peças. Palavras, letras e sinais são elementos recorrentes em seu trabalho, concebidos como pontes de comunicação universal.
Plensa criou esculturas urbanas em grande escala em cidades como Chicago, Montreal, Paris, Londres, Nova York, Xangai e Tóquio, sendo a Crown Fountain no Millennium Park de Chicago uma de suas criações mais famosas. Essas intervenções transformam espaços públicos em lugares de encontro e reflexão coletiva.
Sua obra também tem sido exibida em grandes museus e galerias ao redor do mundo, consolidando sua posição como um dos artistas espanhóis mais influentes da atualidade. Ele recebeu prêmios, como o Prêmio Velázquez de Artes Plásticas em 2013, e reconhecimento internacional por sua contribuição à arte contemporânea.

