Alessandro Padovan (1983) - BERNARD AUBERTIN STAR (YELLOW)

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Catherine Mikolajczak
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Selecionado por Catherine Mikolajczak

Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.

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Alessandro Padovan (1983) apresenta a obra contemporânea em técnica mista em edição limitada 'BERNARD AUBERTIN STAR (YELLOW)', 30 × 30 cm, 2026, produzida em Itália e assinada à mão.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art.

Esta obra insere-se no diálogo com a monocromia radical de Bernard Aubertin, reinterpretando a sua linguagem através da matéria industrial. O vermelho absoluto – cor identitária e totalizante – não é aqui apenas superfície, mas campo energético. Como em Aubertin, o monocromo torna-se espaço mental, tensão pura, vibração espiritual. Contudo, no lugar do fogo e da combustão, encontramos a rosca: elemento mecânico, modular, serial.
As porcas emergem do plano como uma trama dinâmica, criando um ritmo visual que rompe a bidimensionalidade e transforma o vermelho num território atravessado por forças. Se Aubertin queimava a matéria para libertar a sua essência, aqui a matéria é rosqueada, penetrada, construída. É um gesto oposto, mas conceitualmente afim: um ato radical sobre o monocromo.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea. O vermelho não é apenas cor, mas experiência imersiva; não é apenas superfície, mas tensão entre ordem e impulso, entre controle mecânico e vibração emotiva.
Nesta perspetiva, a obra apresenta-se como evolução da monocromia: do fogo à rosca, da energia destrutiva à construtiva, mantendo intacta a força absoluta do vermelho.

As obras deste artista contemporâneo inserem-se no próprio traço da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pelo vocabulário visual e impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst. Ao mesmo tempo, a investigação artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icónica e do design global, evocando símbolos sagrados e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.

As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.

Essa abordagem torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo, ao mesmo tempo, uma forte identidade artística autônoma.

Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art.

Esta obra insere-se no diálogo com a monocromia radical de Bernard Aubertin, reinterpretando a sua linguagem através da matéria industrial. O vermelho absoluto – cor identitária e totalizante – não é aqui apenas superfície, mas campo energético. Como em Aubertin, o monocromo torna-se espaço mental, tensão pura, vibração espiritual. Contudo, no lugar do fogo e da combustão, encontramos a rosca: elemento mecânico, modular, serial.
As porcas emergem do plano como uma trama dinâmica, criando um ritmo visual que rompe a bidimensionalidade e transforma o vermelho num território atravessado por forças. Se Aubertin queimava a matéria para libertar a sua essência, aqui a matéria é rosqueada, penetrada, construída. É um gesto oposto, mas conceitualmente afim: um ato radical sobre o monocromo.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea. O vermelho não é apenas cor, mas experiência imersiva; não é apenas superfície, mas tensão entre ordem e impulso, entre controle mecânico e vibração emotiva.
Nesta perspetiva, a obra apresenta-se como evolução da monocromia: do fogo à rosca, da energia destrutiva à construtiva, mantendo intacta a força absoluta do vermelho.

As obras deste artista contemporâneo inserem-se no próprio traço da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pelo vocabulário visual e impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst. Ao mesmo tempo, a investigação artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icónica e do design global, evocando símbolos sagrados e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.

As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.

Essa abordagem torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo, ao mesmo tempo, uma forte identidade artística autônoma.

Dados

Artista
Alessandro Padovan (1983)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Agente
Edição
Edição limitada
Título da obra de arte
BERNARD AUBERTIN STAR (YELLOW)
Técnica
Técnica mista
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2026
Estado
Excelente estado
Altura
30 cm
Largura
30 cm
Estilo
Contemporâneo
Período
Depois de 2020
ItáliaVerificado
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Objetos vendidos
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