Bengala (2) - Madeira





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Conjunto de dois bengales de madeira, estilo antigo, data estimada entre 1910 e 1920, com empunhaduras curvas em pele, em bom estado de uso.
Descrição fornecida pelo vendedor
Conjunto de dois bengalas de passeio composto por: 1) bengala de passeio ou de pastor, haste em madeira de álamo ou freixo, fabricada artesanalmente com toque vintage. Empunhadura curva e escura (com cabo tipo guarda-chuva) para uma pega confortável em chifre (provavelmente de carneiro ou de cabra), pulseira em ferro. Estado: O objeto apresenta sinais de desgaste e patina do tempo, indicando sua natureza histórica. Este tipo de cabo (gancho) foi projetado para ser posicionado ao redor do pescoço ou do garrote (a pata traseira) de uma ovelha. Isso permite ao pastor puxar um animal de um arbusto ou segurá-lo para cuidados médicos sem causar ferimentos. A base (a ponta): aquela proteção em borracha sugere que a bengala foi usada muito em terrenos duros ou estradas, não apenas em prados. A bengala data da primeira metade do século XX (anos 20–30). Medida: 88 x 10,5 x 2,5 cm. 2) Clássica bengala de passeio “da cidade” ou de parada, típica do estilo do início do século XX. Haste leve em raiz de bambu, Whangee (geralmente da espécie Phyllostachys aurea) e não um bambu comum. Vantagem: Em relação ao bambu normal, o Whangee é muito mais resistente, elástico e difícil de trabalhar, porque precisa ser extraído, limpo cuidadosamente e endireitado a quente sem quebrar as fibras. Os Nódulos: os “inchamentos” (anéis) ao longo do eixo são nós naturais da planta. A empunadura é revestida em couro prensado ou couro costurado ou colado a quente. Se olharmos para o lado externo do cabo (na parte vertical, logo acima da emenda com o bambu), nota-se uma linha longitudinal que demonstra uma emulsão de pele (costura). O cabo é desenhado para se ajustar perfeitamente à palma da mão. Este objeto tem um toque burgês. Era o acessório que completava o traje formal com chapéu-cilindro ou bombeta. Provavelmente no período 1900–1930, Itália. O cabo não é liso, mas apresenta saliências que imitam os nós da madeira. Esta é uma técnica chamada “couro modelado”. Frequentemente era usada para revestir cabos, dando uma sensação tátil mais quente e confortável do que a madeira nua ou o metal. Medida: 89 x 15 x 2,5 cm.
Conjunto de dois bengalas de passeio composto por: 1) bengala de passeio ou de pastor, haste em madeira de álamo ou freixo, fabricada artesanalmente com toque vintage. Empunhadura curva e escura (com cabo tipo guarda-chuva) para uma pega confortável em chifre (provavelmente de carneiro ou de cabra), pulseira em ferro. Estado: O objeto apresenta sinais de desgaste e patina do tempo, indicando sua natureza histórica. Este tipo de cabo (gancho) foi projetado para ser posicionado ao redor do pescoço ou do garrote (a pata traseira) de uma ovelha. Isso permite ao pastor puxar um animal de um arbusto ou segurá-lo para cuidados médicos sem causar ferimentos. A base (a ponta): aquela proteção em borracha sugere que a bengala foi usada muito em terrenos duros ou estradas, não apenas em prados. A bengala data da primeira metade do século XX (anos 20–30). Medida: 88 x 10,5 x 2,5 cm. 2) Clássica bengala de passeio “da cidade” ou de parada, típica do estilo do início do século XX. Haste leve em raiz de bambu, Whangee (geralmente da espécie Phyllostachys aurea) e não um bambu comum. Vantagem: Em relação ao bambu normal, o Whangee é muito mais resistente, elástico e difícil de trabalhar, porque precisa ser extraído, limpo cuidadosamente e endireitado a quente sem quebrar as fibras. Os Nódulos: os “inchamentos” (anéis) ao longo do eixo são nós naturais da planta. A empunadura é revestida em couro prensado ou couro costurado ou colado a quente. Se olharmos para o lado externo do cabo (na parte vertical, logo acima da emenda com o bambu), nota-se uma linha longitudinal que demonstra uma emulsão de pele (costura). O cabo é desenhado para se ajustar perfeitamente à palma da mão. Este objeto tem um toque burgês. Era o acessório que completava o traje formal com chapéu-cilindro ou bombeta. Provavelmente no período 1900–1930, Itália. O cabo não é liso, mas apresenta saliências que imitam os nós da madeira. Esta é uma técnica chamada “couro modelado”. Frequentemente era usada para revestir cabos, dando uma sensação tátil mais quente e confortável do que a madeira nua ou o metal. Medida: 89 x 15 x 2,5 cm.

