Mesa de apoio (2) - Madeira - Estilo Luís XVI






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Duas mesas de cabeceira de madeira em estilo neoclássico Louis XVI, França, período 1940–1950, 73 cm de altura, 65 cm de largura, 30 cm de profundidade, em bom estado de uso com pequenas marcas de desgaste e imperfeições.
Descrição fornecida pelo vendedor
São dois criado-mudos que se encaixam de imediato nesse linguagem neoclássica reinterpretada que, na primeira metade do século XX, recupera o vocabulário de Luís XVI com uma mistura de fidelidade e liberdade.
A estrutura é compacta, muito francesa em sua proporção: um corpo reto, de linhas limpas, apoiado sobre um zócalo mínimo e coroado por um pequeno remate entalhado que introduz o único gesto explicitamente ornamental.
Esse remate, com seu motivo floral suavemente curvado, funciona quase como uma citação romântica do repertório do século XVIII, mas executado com a mão mais firme e algo mais espessa própria do período entre guerras.
A madeira, em tom avermelhado e quente, está polida até um brilho que denuncia produção cuidadosa, mas não aristocrática: um móvel burguês, sólido, pensado para durar e para acompanhar interiores que buscavam elegância sem excessos.
O frente organiza-se com a clareza típica do estilo: uma gaveta superior bem delineada, com puxador metálico em forma de anel ou gota, e abaixo dele um par de portas simétricas que repetem o mesmo vocabulário de ferragens.
A geometria domina, mas sempre suavizada pela proporção clássica e pela presença desse remate que aporta verticalidade e um toque de graça.
O conjunto transmite essa mistura tão característica do neoclassicismo do século XX: respeito pela simetria, gosto pela ornamentação contida, e uma execução que combina artesanato tradicional com os métodos mais padronizados de sua época. São peças que não procuram deslumbrar, mas aportar serenidade, ordem e um ar de refinada continuidade histórica dentro de um quarto.
Envio certificate e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorSão dois criado-mudos que se encaixam de imediato nesse linguagem neoclássica reinterpretada que, na primeira metade do século XX, recupera o vocabulário de Luís XVI com uma mistura de fidelidade e liberdade.
A estrutura é compacta, muito francesa em sua proporção: um corpo reto, de linhas limpas, apoiado sobre um zócalo mínimo e coroado por um pequeno remate entalhado que introduz o único gesto explicitamente ornamental.
Esse remate, com seu motivo floral suavemente curvado, funciona quase como uma citação romântica do repertório do século XVIII, mas executado com a mão mais firme e algo mais espessa própria do período entre guerras.
A madeira, em tom avermelhado e quente, está polida até um brilho que denuncia produção cuidadosa, mas não aristocrática: um móvel burguês, sólido, pensado para durar e para acompanhar interiores que buscavam elegância sem excessos.
O frente organiza-se com a clareza típica do estilo: uma gaveta superior bem delineada, com puxador metálico em forma de anel ou gota, e abaixo dele um par de portas simétricas que repetem o mesmo vocabulário de ferragens.
A geometria domina, mas sempre suavizada pela proporção clássica e pela presença desse remate que aporta verticalidade e um toque de graça.
O conjunto transmite essa mistura tão característica do neoclassicismo do século XX: respeito pela simetria, gosto pela ornamentação contida, e uma execução que combina artesanato tradicional com os métodos mais padronizados de sua época. São peças que não procuram deslumbrar, mas aportar serenidade, ordem e um ar de refinada continuidade histórica dentro de um quarto.
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