Candeeiro de teto - Bronze - Luís XVI





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Luminária de teto em bronze, França, período estimado 1950–1960, cinco abajures em vidro opalino, em bom estado e a funcionar, dimensões 50 cm de profundidade, 50 cm de largura e 62 cm de altura.
Descrição fornecida pelo vendedor
É uma luminária de teto que combina exuberância decorativa com uma acolhedora vibe doméstica, daquelas peças que enchem o ambiente mesmo quando estão apagadas. O corpo central, trabalhado em metal dourado, exibe um repertório ornamental de folhas, arabescos e pequenas flores que sobem e descem como se a estrutura respirasse. Há um equilíbrio entre a verticalidade do fuste e a abertura dos braços, que se curvam com aquela elegância levemente teatral própria das luminárias de inspiração clássica.
As cinco tulipas de cristal opalino, com sua borda ondulada e aquele gravado floral suave, proporcionam uma luz suave, difusa, quase leitosa. Não buscam ofuscar, mas envolver o espaço em um resplendor quente, íntimo. Essa combinação de metal dourado e vidro fosco/cristal leitoso cria um contraste muito agradável: a solidez do bronze frente à delicadeza do cristal.
Os pequenos pendentes de cristal na parte superior acrescentam um toque de brilho discreto, como um aceno aos grandes candelabros palacianos, mas sem cair na ostentação. Tudo na peça sugere um gosto pela ornamentação bem medida, pela artesania que não teme mostrar sua mão, por um classicismo amável que se encaixa tanto em interiores tradicionais quanto em espaços contemporâneos que buscam um toque quente e com história.
Envio certificado e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorÉ uma luminária de teto que combina exuberância decorativa com uma acolhedora vibe doméstica, daquelas peças que enchem o ambiente mesmo quando estão apagadas. O corpo central, trabalhado em metal dourado, exibe um repertório ornamental de folhas, arabescos e pequenas flores que sobem e descem como se a estrutura respirasse. Há um equilíbrio entre a verticalidade do fuste e a abertura dos braços, que se curvam com aquela elegância levemente teatral própria das luminárias de inspiração clássica.
As cinco tulipas de cristal opalino, com sua borda ondulada e aquele gravado floral suave, proporcionam uma luz suave, difusa, quase leitosa. Não buscam ofuscar, mas envolver o espaço em um resplendor quente, íntimo. Essa combinação de metal dourado e vidro fosco/cristal leitoso cria um contraste muito agradável: a solidez do bronze frente à delicadeza do cristal.
Os pequenos pendentes de cristal na parte superior acrescentam um toque de brilho discreto, como um aceno aos grandes candelabros palacianos, mas sem cair na ostentação. Tudo na peça sugere um gosto pela ornamentação bem medida, pela artesania que não teme mostrar sua mão, por um classicismo amável que se encaixa tanto em interiores tradicionais quanto em espaços contemporâneos que buscam um toque quente e com história.
Envio certificado e boa embalagem.

