Bengala - Caça - Madeira, Asta - Silbato





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Bengala de caça antiga, modelo Caza, em madeira com haste; em bom estado de uso, com pequenas marcas do tempo e imperfeições; 51 cm de altura, 2 cm de largura, 2 cm de profundidade; período estimado 1900–1910; estilo vitoriano antigo com apito integrado.
Descrição fornecida pelo vendedor
É um cajado que carrega consigo toda a personalidade dos objetos de campo fabricados com intenção e oficio, bem longe da produção industrial. A peça combina duas funções —apoio e sinal— em um único corpo, algo bem próprio do adestramento de caça tradicional. Em um dos extremos surge o apito integrado, talhado como parte do próprio cajado, não acrescentado: um detalhe que denuncia trabalho manual, precisão e a vontade de criar um instrumento completo, útil e elegante ao mesmo tempo. O outro extremo, reforçado com fibra, mostra esse caráter prático pensado para resistir a terreno, umidade e uso contínuo.
A linha geral do cajado é sóbria, reta, com aquele refinamento discreto que associamos ao gosto vitoriano tardio: proporções equilibradas, madeira bem selecionada, um acabamento que busca mais a durabilidade do que o brilho. Não é um objeto ostentoso, mas um daqueles acessórios que acompanhavam o caçador como parte de seu vestuário e de sua linguagem gestual: sinalizar, chamar, dirigir, avançar.
O conjunto transmite autenticidade. A pátina da madeira, o toque do apito, a fibra que protege a base… tudo fala de uma peça original de princípios do século XX, única porque não há dois cajados artesanais idênticos. É um objeto que mescla utilidade, tradição e um encanto histórico que hoje se mostra especialmente evocador.
Envio certificado e bom embalamento.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorÉ um cajado que carrega consigo toda a personalidade dos objetos de campo fabricados com intenção e oficio, bem longe da produção industrial. A peça combina duas funções —apoio e sinal— em um único corpo, algo bem próprio do adestramento de caça tradicional. Em um dos extremos surge o apito integrado, talhado como parte do próprio cajado, não acrescentado: um detalhe que denuncia trabalho manual, precisão e a vontade de criar um instrumento completo, útil e elegante ao mesmo tempo. O outro extremo, reforçado com fibra, mostra esse caráter prático pensado para resistir a terreno, umidade e uso contínuo.
A linha geral do cajado é sóbria, reta, com aquele refinamento discreto que associamos ao gosto vitoriano tardio: proporções equilibradas, madeira bem selecionada, um acabamento que busca mais a durabilidade do que o brilho. Não é um objeto ostentoso, mas um daqueles acessórios que acompanhavam o caçador como parte de seu vestuário e de sua linguagem gestual: sinalizar, chamar, dirigir, avançar.
O conjunto transmite autenticidade. A pátina da madeira, o toque do apito, a fibra que protege a base… tudo fala de uma peça original de princípios do século XX, única porque não há dois cajados artesanais idênticos. É um objeto que mescla utilidade, tradição e um encanto histórico que hoje se mostra especialmente evocador.
Envio certificado e bom embalamento.

