Catherine Hélie - Têxtil - 60 cm - 60 cm





Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 132408 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Vanidade, obra têxtil em lã bordada sobre cartolina, peça única assinada no verso por Catherine Hélie, dimensões 60 × 60 cm, criada a partir de 2020, estado: quase nova, não utilizada.
Descrição fornecida pelo vendedor
Vanidade incluindo bordados, lã, fitas, plástico...
Montada sobre cartolina entelada.
Peça única, assinada no verso.
Ela descobre a pintura sob os auspícios de Kandinsky (Centre Georges Pompidou, 1979).
Foge da escola e de um meio familiar béotico. Instala-se no Sul, e vive de pequenos « bicos »
De volta à região parisiense, ela faz formação em fotografia, que a conduz a integrar a agência de imprensa Opale, onde fica seu acervo de fotos de escritores.
Ela prossegue esse trabalho para um número considerável de casas editoriais (Fayard, etc.), até que, em 2004, lhe propõem ocupar, em tempo integral e depois em meio tempo, o posto único de fotógrafa dos autores das edições Gallimard (onde também fotografou obras de pintores para catálogos – Cocteau, Dali, Picasso, Pincemin, Pignon-Ernest, etc.), que ela deixa em 2016, saindo de Paris na mesma ocasião para se estabelecer no litoral normando (Seine-Maritime) e dedicar-se apenas à pintura (e aos seus derivados).
Esse trabalho de fotógrafa interrompeu duradouramente sua atividade de criação pessoal.
Tinha feito, em 2001, o conhecimento de Jacques Clerc (editor e artista) e Henri Maccheroni (pintor e fotógrafo) graças aos quais ela expôs na galeria Mentoux-Gignac, Paris, IIIe, com eles uma vez, sozinha numa segunda vez, antes do fechamento da galeria.
Ela expôs, posteriormente, em vários lugares, Paris, Nice, Rouen na galeria Duchoze, e isso até a descoberta das possibilidades oferecidas pelas galerias online (Artmajeur).
Seus artistas modernos de predileção são numerosos: Dado, Saura, Staël, Tapiès, Bourgeois, Pollock, Grau-Garriga, Joan Mitchell, Annette Messager, Rebeyrolle, etc.
Seu trabalho como pintora deu origem a um catálogo da galeria Duchoze, editado por « Rencontres : des lieux, des artistes, Agglomération de Rouen ».
O trabalho fotográfico sobre os cemitérios parisienses deu origem a várias publicações e estudos; na grande imprensa (Télérama, etc.) assim como em revistas especializadas (Ligeia, n° especial « La photographie en vecteur », analisado pelo filósofo Jean-Louis Déotte, etc.).
Ela, em 2022, seguiu uma formação em bordado clássico à agulha. Fez então obras têxteis bem como têxidos com materiais recuperados e garimpados. Também cria montagens de arte, colocando em cena objetos recuperados, de devoção aos vegetais, ossos, etc.
Ela dedica-se, doravante, inteiramente ao seu trabalho.
Vanidade incluindo bordados, lã, fitas, plástico...
Montada sobre cartolina entelada.
Peça única, assinada no verso.
Ela descobre a pintura sob os auspícios de Kandinsky (Centre Georges Pompidou, 1979).
Foge da escola e de um meio familiar béotico. Instala-se no Sul, e vive de pequenos « bicos »
De volta à região parisiense, ela faz formação em fotografia, que a conduz a integrar a agência de imprensa Opale, onde fica seu acervo de fotos de escritores.
Ela prossegue esse trabalho para um número considerável de casas editoriais (Fayard, etc.), até que, em 2004, lhe propõem ocupar, em tempo integral e depois em meio tempo, o posto único de fotógrafa dos autores das edições Gallimard (onde também fotografou obras de pintores para catálogos – Cocteau, Dali, Picasso, Pincemin, Pignon-Ernest, etc.), que ela deixa em 2016, saindo de Paris na mesma ocasião para se estabelecer no litoral normando (Seine-Maritime) e dedicar-se apenas à pintura (e aos seus derivados).
Esse trabalho de fotógrafa interrompeu duradouramente sua atividade de criação pessoal.
Tinha feito, em 2001, o conhecimento de Jacques Clerc (editor e artista) e Henri Maccheroni (pintor e fotógrafo) graças aos quais ela expôs na galeria Mentoux-Gignac, Paris, IIIe, com eles uma vez, sozinha numa segunda vez, antes do fechamento da galeria.
Ela expôs, posteriormente, em vários lugares, Paris, Nice, Rouen na galeria Duchoze, e isso até a descoberta das possibilidades oferecidas pelas galerias online (Artmajeur).
Seus artistas modernos de predileção são numerosos: Dado, Saura, Staël, Tapiès, Bourgeois, Pollock, Grau-Garriga, Joan Mitchell, Annette Messager, Rebeyrolle, etc.
Seu trabalho como pintora deu origem a um catálogo da galeria Duchoze, editado por « Rencontres : des lieux, des artistes, Agglomération de Rouen ».
O trabalho fotográfico sobre os cemitérios parisienses deu origem a várias publicações e estudos; na grande imprensa (Télérama, etc.) assim como em revistas especializadas (Ligeia, n° especial « La photographie en vecteur », analisado pelo filósofo Jean-Louis Déotte, etc.).
Ela, em 2022, seguiu uma formação em bordado clássico à agulha. Fez então obras têxteis bem como têxidos com materiais recuperados e garimpados. Também cria montagens de arte, colocando em cena objetos recuperados, de devoção aos vegetais, ossos, etc.
Ela dedica-se, doravante, inteiramente ao seu trabalho.

