Francesc Tarrago (1958) - Mujer en reposo





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Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Francesc Tarrago, que representa a vulnerabilidade, a introspecção e a força emocional de uma mulher capturada em um instante íntimo de silêncio e reflexão. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
• Dimensões da obra: 65x50x1 cm.
• Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta a figura de uma mulher nua sentada num sofá, capturada numa postura íntima e reflexiva que transmite uma profunda sensação de humanidade e vulnerabilidade. A composição concentra toda a atenção no corpo e na expressão da protagonista, eliminando elementos desnecessários para criar uma cena direta e emocionalmente intensa. A figura aparece recolhida sobre si mesma, com as pernas cruzadas e os braços repousando numa atitude de aparente tranquilidade, como se estivesse mergulhada nos seus próprios pensamentos. O olhar baixo e o rosto ligeiramente inclinado acrescentam um ar melancólico e contemplativo que transforma a cena em muito mais do que um simples retrato do corpo humano.
A anatomia da mulher está representada com grande expressividade, afastando-se de uma representação idealizada para mostrar um corpo cheio de vida, tensão e presença emocional. Cada linha e cada contraste parecem construídos para transmitir a energia interior do personagem mais do que buscar uma perfeição acadêmica. O corpo percebe-se forte e frágil ao mesmo tempo, com mãos alongadas e pernas que ocupam boa parte da composição, gerando uma sensação de proximidade com o espectador. A postura cruzada cria um ritmo visual dinâmico que guia o olhar do rosto às extremidades, estabelecendo um equilíbrio entre serenidade e tensão emocional.
A cor desempenha um papel fundamental na atmosfera da obra. Os tons quentes do corpo contrastam com os fundos mais frios e apagados, criando uma separação visual que faz a figura destacar-se com intensidade. As variações cromáticas na pele conferem profundidade e dramatismo, sugerindo luzes e sombras mutáveis que dão volume e emoção ao retrato. O sofá, tratado com formas amplas e tons suaves, atua como um suporte quase abstrato que envolve a protagonista e reforça a sensação de isolamento e recolhimento. Tudo parece mover-se entre a delicadeza e a força expressiva, gerando uma imagem carregada de sensibilidade.
O fundo, reduzido a planos simples e pinceladas abertas, contribui para que a cena adquira uma dimensão psicológica mais do que narrativa. Não existe um espaço definido nem referências concretas a um lugar específico, o que faz com que a figura fique suspensa num ambiente emocional e simbólico. Essa ausência de detalhes secundários permite que a atenção se concentre exclusivamente no estado anímico da mulher. A obra transmite uma sensação de introspecção silenciosa, como se o espectador estivesse a observar um momento privado parado no tempo, um instante de vulnerabilidade transformado em expressão artística.
A força do quadro reside também na sua capacidade de combinar crueza e beleza sem artifícios. A mulher não aparece como um símbolo distante ou idealizado, mas como um ser profundamente humano, cheio de emoções contidas e de presença física. A expressividade das formas e a intensidade da composição geram uma conexão imediata com quem contempla a obra. Há na cena uma mistura de solidão, dignidade e sensibilidade que transforma o nu em uma reflexão sobre a condição humana e a intimidade emocional. No conjunto, o quadro transmite uma poderosa imagem de introspecção e vulnerabilidade, onde o corpo feminino se transforma em veículo de emoção, silêncio e autenticidade.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Francesc Tarrago, que representa a vulnerabilidade, a introspecção e a força emocional de uma mulher capturada em um instante íntimo de silêncio e reflexão. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
• Dimensões da obra: 65x50x1 cm.
• Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta a figura de uma mulher nua sentada num sofá, capturada numa postura íntima e reflexiva que transmite uma profunda sensação de humanidade e vulnerabilidade. A composição concentra toda a atenção no corpo e na expressão da protagonista, eliminando elementos desnecessários para criar uma cena direta e emocionalmente intensa. A figura aparece recolhida sobre si mesma, com as pernas cruzadas e os braços repousando numa atitude de aparente tranquilidade, como se estivesse mergulhada nos seus próprios pensamentos. O olhar baixo e o rosto ligeiramente inclinado acrescentam um ar melancólico e contemplativo que transforma a cena em muito mais do que um simples retrato do corpo humano.
A anatomia da mulher está representada com grande expressividade, afastando-se de uma representação idealizada para mostrar um corpo cheio de vida, tensão e presença emocional. Cada linha e cada contraste parecem construídos para transmitir a energia interior do personagem mais do que buscar uma perfeição acadêmica. O corpo percebe-se forte e frágil ao mesmo tempo, com mãos alongadas e pernas que ocupam boa parte da composição, gerando uma sensação de proximidade com o espectador. A postura cruzada cria um ritmo visual dinâmico que guia o olhar do rosto às extremidades, estabelecendo um equilíbrio entre serenidade e tensão emocional.
A cor desempenha um papel fundamental na atmosfera da obra. Os tons quentes do corpo contrastam com os fundos mais frios e apagados, criando uma separação visual que faz a figura destacar-se com intensidade. As variações cromáticas na pele conferem profundidade e dramatismo, sugerindo luzes e sombras mutáveis que dão volume e emoção ao retrato. O sofá, tratado com formas amplas e tons suaves, atua como um suporte quase abstrato que envolve a protagonista e reforça a sensação de isolamento e recolhimento. Tudo parece mover-se entre a delicadeza e a força expressiva, gerando uma imagem carregada de sensibilidade.
O fundo, reduzido a planos simples e pinceladas abertas, contribui para que a cena adquira uma dimensão psicológica mais do que narrativa. Não existe um espaço definido nem referências concretas a um lugar específico, o que faz com que a figura fique suspensa num ambiente emocional e simbólico. Essa ausência de detalhes secundários permite que a atenção se concentre exclusivamente no estado anímico da mulher. A obra transmite uma sensação de introspecção silenciosa, como se o espectador estivesse a observar um momento privado parado no tempo, um instante de vulnerabilidade transformado em expressão artística.
A força do quadro reside também na sua capacidade de combinar crueza e beleza sem artifícios. A mulher não aparece como um símbolo distante ou idealizado, mas como um ser profundamente humano, cheio de emoções contidas e de presença física. A expressividade das formas e a intensidade da composição geram uma conexão imediata com quem contempla a obra. Há na cena uma mistura de solidão, dignidade e sensibilidade que transforma o nu em uma reflexão sobre a condição humana e a intimidade emocional. No conjunto, o quadro transmite uma poderosa imagem de introspecção e vulnerabilidade, onde o corpo feminino se transforma em veículo de emoção, silêncio e autenticidade.

