Maria Murgia (1935) - Festosità






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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Pintura a óleo em tela intitulada Festosità por Maria Murgia, 1994, edição original, 70 cm de altura por 50 cm de largura, em excelente estado, com assinatura à mão, vendida diretamente pelo artista na Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
"Ópera a óleo sobre tela cm 70x50 realizada por Maria Murgia em 1997, pertencente ao ciclo 'Verso o colore'. Aqui a figura feminina é investigada através de uma sensibilidade contemporânea, que a desnuda a repressão e os papéis impostos pelos estereótipos sociais. A mulher surge como uma imagem cerimonial e bidimensional, bloqueada numa fixação que reflete as 'prissiones' secolares de um destino não escolhido. Esta figura se configura como uma ilha de difícil ancoragem: um universo distante, ainda inexplorado e profundamente misterioso."
PREÇO DE VENDA NA GALERIA € 3.000,00
OPERA ARQUIVADA https://www.mariamurgia.it
NOTAS BIOGRÁFICAS
AS ORIGENS
Maria Murgia nasce em 14 de julho de 1935 em Ossi, perto de Sassari, na Sardenha. Provém de uma família de antigas raízes baronais sardas. O pai Salvatore era um produtor de vinhos, enquanto a mãe Gesuina, mulher dinâmica, inteligente e representativa do profundo matriarcado sardo, desempenhou um papel essencial em sua educação cultural e nas escolhas de vida mais importantes.
PRIMEIROS ENCONTROS
Ainda jovem, na Galeria “Il Cancello” de Sassari, Maria tem a oportunidade de conhecer o grande mestre Aligi Sassu. Este, impactado por suas primeiras obras, a incentiva vivamente a continuar os estudos artísticos. O encontro com Sassu se repetirá ao longo dos anos: em 1989, em Thiesi, o mestre visitará uma de suas exposições e a definirá com palavras proféticas “a pintora da cor” e “artista do 2000".
OS ANOS VENEZIANOS
Em 1957 casa com Giovanni Fancellu, também de Ossi, e se muda para Veneza. Aqui vive por dez anos, imergindo nos ambientes artísticos da cidade lagunar e frequentando o estúdio do mestre Virgilio Guidi, experiência que marcaria profundamente seu percurso criativo.
O RETORNO À SARDÊNHA E OS INÍCIOS DA CARREIRA
Após um período entre Cagliari e a ilha da Maddalena, durante o qual estuda no Instituto de Arte de Sassari, em 1974 se estabelece definitivamente em La Spezia. Inicia o ensino escolar, como diretora de uma escola materna. A primeira exposição individual é em 8 de novembro de 1975, no “Studio 13” dirigido por Andrea Occhipinti. Curador da mostra e primeiro crítico de arte de Murgia era, naquela ocasião, o professor Nicola Rilli, importante por seus estudos históricos sobre os etruscos e por uma obra reinterpretativa da figura de Pinóquio. Uma tela de Murgia faz parte da coleção dedicada a Pinóquio e foi doada por Rilli ao município de Collodi.
SUCESSOS E ENCONTROS IMPORTANTES
Nos anos seguintes expõe com crescente sucesso na Itália, lembrando-se da galeria “Sagittarius” de Terni onde, em 1977, encontra Renato Guttuso, que fica fascinado pela força e luminosidade de suas cores. Participa de importantes manifestações como o Festival de Spoleto e recebe em Roma o prestigioso Prêmio Marc’Aurelio de 1977 das mãos da atriz Silvana Pampanini. No mesmo período expõe com uma mostra pessoal no Palazzo Pretorio de Sesto Fiorentino e conhece o mestre Pietro Annigoni.
A TEMPORADA DA COSTA SMERALDA
Em 1979 inicia a colaboração com o marchand Franco Cardilicchia, que a introduz na prestigiosa Galeria de Arte Internacional de Florença. Em 1981 abre em Porto Cervo o “Studio d’Arte Maria Murgia”, ativo até o início dos anos noventa. Torna-se assim a pintora da Costa Smeralda: suas obras entram nas coleções de personalidades importantes e é convidada várias vezes como hóspede de honra pelo Príncipe Aga Khan às manifestações do Yacht Club Costa Smerda. Em 1983 é protagonista, junto com Maria Carta, de um evento especial no Hotel Cala di Volpe.
COMPROMISSO FAMILIAR E ATIVIDADE EXPOSITIVA
Em 1985 é escolhida, junto com outros artistas, para mobiliar as salas oficiais do navio “Zeffiro” da Marinha Italiana. Em 1987, com a direção da filha Giusy, abre em La Spezia a galeria de arte “Athena” (com sede também em Lerici), enquanto posteriormente o filho Marco dirige a galeria “Punto Arte” que cuida até hoje do Arquivo de Obras Digitais Maria Murgia.
A EVOLUÇÃO ARTÍSTICA E A ARTE DIGITAL
Maria Murgia participa de numerosas feiras de arte na Itália e no exterior. Sua pesquisa nunca para: sempre aberta à experimentação, em 2005 ela se afirma como uma das artistas italianas mais vanguardistas na arte digital. Seus fotomosaicos, caracterizados por um estilo próximo da Pop Art, carregam consigo uma mensagem forte e atual contra o consumismo globalizado, a mercantilização da mulher e a opressão sobre a infância.
CIDADANIA HONORÁRIA
Em 2012, graças ao encontro com o prefeito de Ossi, Prof. Pasquale Lubinu, doa uma seleção de obras à sua cidade natal, dando vida à Pinacoteca Maria Murgia, hoje hospedada nas salas municipais. A Pinacoteca é dedicada à memória do marido Giovanni, falecido em 20 de julho de 2014 após 57 anos de casamento. Em 2015 recebe a cidadania honorária de Ossi, entregue com uma cerimônia oficial no Palácio Baronal.
ENTREVISTAS TELEVISIVAS
18 de outubro de 2010 marca a primeira transmissão na emissora Telemarket, com a apresentação ao público das obras digitais. Em 25 de janeiro de 2015 Maria Murgia participa ao vivo nos estúdios da Meeting Arte de Vercelli à apresentação da Mostra Leilão de 30 fotomosaicos. Ainda por convite da Meeting Arte a Murgia faz parte do júri de 20 artistas de renome internacional para a 39ª edição de "A modelo para a arte 2015".
Em 2016 são registradas duas entrevistas nos canais nacionais: em 3 de março na Rete 7 na transmissão "Artistas contemporâneos" e em 14 de abril no Canale Italia 135 nos estúdios de Portobello em Gênova para a apresentação de uma mostra de fotomosaicos.
Recentemente expôs com mostras pessoais nas Feiras ArteParma e Modena 2024 e ArteGenova 2026."
"Ópera a óleo sobre tela cm 70x50 realizada por Maria Murgia em 1997, pertencente ao ciclo 'Verso o colore'. Aqui a figura feminina é investigada através de uma sensibilidade contemporânea, que a desnuda a repressão e os papéis impostos pelos estereótipos sociais. A mulher surge como uma imagem cerimonial e bidimensional, bloqueada numa fixação que reflete as 'prissiones' secolares de um destino não escolhido. Esta figura se configura como uma ilha de difícil ancoragem: um universo distante, ainda inexplorado e profundamente misterioso."
PREÇO DE VENDA NA GALERIA € 3.000,00
OPERA ARQUIVADA https://www.mariamurgia.it
NOTAS BIOGRÁFICAS
AS ORIGENS
Maria Murgia nasce em 14 de julho de 1935 em Ossi, perto de Sassari, na Sardenha. Provém de uma família de antigas raízes baronais sardas. O pai Salvatore era um produtor de vinhos, enquanto a mãe Gesuina, mulher dinâmica, inteligente e representativa do profundo matriarcado sardo, desempenhou um papel essencial em sua educação cultural e nas escolhas de vida mais importantes.
PRIMEIROS ENCONTROS
Ainda jovem, na Galeria “Il Cancello” de Sassari, Maria tem a oportunidade de conhecer o grande mestre Aligi Sassu. Este, impactado por suas primeiras obras, a incentiva vivamente a continuar os estudos artísticos. O encontro com Sassu se repetirá ao longo dos anos: em 1989, em Thiesi, o mestre visitará uma de suas exposições e a definirá com palavras proféticas “a pintora da cor” e “artista do 2000".
OS ANOS VENEZIANOS
Em 1957 casa com Giovanni Fancellu, também de Ossi, e se muda para Veneza. Aqui vive por dez anos, imergindo nos ambientes artísticos da cidade lagunar e frequentando o estúdio do mestre Virgilio Guidi, experiência que marcaria profundamente seu percurso criativo.
O RETORNO À SARDÊNHA E OS INÍCIOS DA CARREIRA
Após um período entre Cagliari e a ilha da Maddalena, durante o qual estuda no Instituto de Arte de Sassari, em 1974 se estabelece definitivamente em La Spezia. Inicia o ensino escolar, como diretora de uma escola materna. A primeira exposição individual é em 8 de novembro de 1975, no “Studio 13” dirigido por Andrea Occhipinti. Curador da mostra e primeiro crítico de arte de Murgia era, naquela ocasião, o professor Nicola Rilli, importante por seus estudos históricos sobre os etruscos e por uma obra reinterpretativa da figura de Pinóquio. Uma tela de Murgia faz parte da coleção dedicada a Pinóquio e foi doada por Rilli ao município de Collodi.
SUCESSOS E ENCONTROS IMPORTANTES
Nos anos seguintes expõe com crescente sucesso na Itália, lembrando-se da galeria “Sagittarius” de Terni onde, em 1977, encontra Renato Guttuso, que fica fascinado pela força e luminosidade de suas cores. Participa de importantes manifestações como o Festival de Spoleto e recebe em Roma o prestigioso Prêmio Marc’Aurelio de 1977 das mãos da atriz Silvana Pampanini. No mesmo período expõe com uma mostra pessoal no Palazzo Pretorio de Sesto Fiorentino e conhece o mestre Pietro Annigoni.
A TEMPORADA DA COSTA SMERALDA
Em 1979 inicia a colaboração com o marchand Franco Cardilicchia, que a introduz na prestigiosa Galeria de Arte Internacional de Florença. Em 1981 abre em Porto Cervo o “Studio d’Arte Maria Murgia”, ativo até o início dos anos noventa. Torna-se assim a pintora da Costa Smeralda: suas obras entram nas coleções de personalidades importantes e é convidada várias vezes como hóspede de honra pelo Príncipe Aga Khan às manifestações do Yacht Club Costa Smerda. Em 1983 é protagonista, junto com Maria Carta, de um evento especial no Hotel Cala di Volpe.
COMPROMISSO FAMILIAR E ATIVIDADE EXPOSITIVA
Em 1985 é escolhida, junto com outros artistas, para mobiliar as salas oficiais do navio “Zeffiro” da Marinha Italiana. Em 1987, com a direção da filha Giusy, abre em La Spezia a galeria de arte “Athena” (com sede também em Lerici), enquanto posteriormente o filho Marco dirige a galeria “Punto Arte” que cuida até hoje do Arquivo de Obras Digitais Maria Murgia.
A EVOLUÇÃO ARTÍSTICA E A ARTE DIGITAL
Maria Murgia participa de numerosas feiras de arte na Itália e no exterior. Sua pesquisa nunca para: sempre aberta à experimentação, em 2005 ela se afirma como uma das artistas italianas mais vanguardistas na arte digital. Seus fotomosaicos, caracterizados por um estilo próximo da Pop Art, carregam consigo uma mensagem forte e atual contra o consumismo globalizado, a mercantilização da mulher e a opressão sobre a infância.
CIDADANIA HONORÁRIA
Em 2012, graças ao encontro com o prefeito de Ossi, Prof. Pasquale Lubinu, doa uma seleção de obras à sua cidade natal, dando vida à Pinacoteca Maria Murgia, hoje hospedada nas salas municipais. A Pinacoteca é dedicada à memória do marido Giovanni, falecido em 20 de julho de 2014 após 57 anos de casamento. Em 2015 recebe a cidadania honorária de Ossi, entregue com uma cerimônia oficial no Palácio Baronal.
ENTREVISTAS TELEVISIVAS
18 de outubro de 2010 marca a primeira transmissão na emissora Telemarket, com a apresentação ao público das obras digitais. Em 25 de janeiro de 2015 Maria Murgia participa ao vivo nos estúdios da Meeting Arte de Vercelli à apresentação da Mostra Leilão de 30 fotomosaicos. Ainda por convite da Meeting Arte a Murgia faz parte do júri de 20 artistas de renome internacional para a 39ª edição de "A modelo para a arte 2015".
Em 2016 são registradas duas entrevistas nos canais nacionais: em 3 de março na Rete 7 na transmissão "Artistas contemporâneos" e em 14 de abril no Canale Italia 135 nos estúdios de Portobello em Gênova para a apresentação de uma mostra de fotomosaicos.
Recentemente expôs com mostras pessoais nas Feiras ArteParma e Modena 2024 e ArteGenova 2026."
