Bengala - Madeira e chifre





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Bastão de caminhada italiano tradicional com eixo em chifre laminado e cabo de chifre sólido curvo, circa 1900–1910, com anel de prata e tampão de metal, em bom estado com sinais de idade e manchas, comprimento total 88,5 cm.
Descrição fornecida pelo vendedor
Exemplo esplêndido de bengala de passeio em chifre entrelaçado, um clássico exemplo de arte popular e artesanato tradicional. Essas bengalas eram particularmente populares entre o fim do século XIX e o início do século XX, frequentemente fabricadas por marinheiros, pastores ou artesãos rurais que tinham acesso a materiais orgânicos e muito tempo para dedicar a um trabalho manual meticuloso. A haste é formada tomando numerosos discos finos (ou “rondelle”) de chifre de animal, provavelmente de vaca, boi ou carneiro, e enfiando-os em uma haste metálica central ou em um pino de madeira. O artesão escolheu cuidadosamente a ordem dos discos para criar aquela transição sugestiva que vai dos tons âmbar claros e translúidos perto da empunadura aos pretos intensos e profundos mais abaixo ao longo do fuste. O cabo curvado, em uma única peça sólida de chifre, foi aquecido para lhe dar a forma desejada. O chifre torna-se maleável quando fervido ou aquecido, permitindo modelá-lo antes que esfrie e endureça. A faixa prateada entre o cabo e a haste tem dupla função: reforça o ponto de junção onde é aplicada maior pressão e adiciona um toque de elegância. A extremidade da bengala é um capuz protetor de metal que se escureceu com o tempo. Não se trata apenas de uma ferramenta funcional, mas de uma obra pensada para mostrar a paciência do artesão. Cada um daqueles numerosos discos precisava ser cortado, perfurado no centro e polido individualmente. Dimensões: Comprimento total 88,5 cm.
Exemplo esplêndido de bengala de passeio em chifre entrelaçado, um clássico exemplo de arte popular e artesanato tradicional. Essas bengalas eram particularmente populares entre o fim do século XIX e o início do século XX, frequentemente fabricadas por marinheiros, pastores ou artesãos rurais que tinham acesso a materiais orgânicos e muito tempo para dedicar a um trabalho manual meticuloso. A haste é formada tomando numerosos discos finos (ou “rondelle”) de chifre de animal, provavelmente de vaca, boi ou carneiro, e enfiando-os em uma haste metálica central ou em um pino de madeira. O artesão escolheu cuidadosamente a ordem dos discos para criar aquela transição sugestiva que vai dos tons âmbar claros e translúidos perto da empunadura aos pretos intensos e profundos mais abaixo ao longo do fuste. O cabo curvado, em uma única peça sólida de chifre, foi aquecido para lhe dar a forma desejada. O chifre torna-se maleável quando fervido ou aquecido, permitindo modelá-lo antes que esfrie e endureça. A faixa prateada entre o cabo e a haste tem dupla função: reforça o ponto de junção onde é aplicada maior pressão e adiciona um toque de elegância. A extremidade da bengala é um capuz protetor de metal que se escureceu com o tempo. Não se trata apenas de uma ferramenta funcional, mas de uma obra pensada para mostrar a paciência do artesão. Cada um daqueles numerosos discos precisava ser cortado, perfurado no centro e polido individualmente. Dimensões: Comprimento total 88,5 cm.

