Bachibouzouk (1977) - Warhol vs Banksy vs Hirst






Detém mestrado em História da Arte e mais de 10 anos em leilões e galerias.
€2 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 133613 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
O artista belga Bachibouzouk (nasc. 1977) apresenta uma pintura acrílica em edição limitada intitulada Warhol vs Banksy vs Hirst, 2025, 84 x 60 cm, assinada à mão, em estado justo, Bélgica, street art, edição 21/40.
Descrição fornecida pelo vendedor
Ótimo trabalho do artista bruxelinho Bachibouzouk.
Nesta série, o artista bruxelinho Bachibouzouk brinca de cabra-cega com a história da arte, como uma criança curiosa que encontrou um museu e uma lata de spray. Através dessas « Tomato Soup Can », ele orquestra um choque alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Hirst. Um tricentrismo pop, urbano e clínico, passado na peneira do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.
O ponto de partida, é claro, é o poster de Banksy, ele mesmo já um aceno (ou aceno do aceno) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk entra como o quarto mosqueteiro, mas armado não com a espada, e sim com pontos — esses famosos pontos obsessivos de Damien Hirst, que ele deposita cuidadosamente em cada lata. O resultado: um diálogo entre três estéticas que nenhuma exigia interlocutor… e ainda assim, juntos, começam a falar, alto, e até a rir.
Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos numa paleta vibrante, vêm desobedecer ao legado demasiado contido dos ateliês. Cada cor parece proclamar: « E se a arte contemporânea parasse de levar tudo tão a sério por três minutos? »
Mas por trás do humor, uma reflexão verdadeira: Bachibouzouk questiona a repetição industrial das icônias artísticas. O que acontece com um símbolo quando ele é copiado, depois copiado da cópia, depois repintado sobre as próprias referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas em meio a um barulho cultural, um carnaval de imagens e de appropriations.
Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — em uma metáfora de nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e, ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. Um pouco como se, ao girar dentro de um museu de espelhos, acabássemos por vislumbrar nosso próprio reflexo.
Com muito senso de humor, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte talvez seja acima de tudo um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim apenas um jogo. E nesse jogo, suas Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todas as travas.
Ótimo trabalho do artista bruxelinho Bachibouzouk.
Nesta série, o artista bruxelinho Bachibouzouk brinca de cabra-cega com a história da arte, como uma criança curiosa que encontrou um museu e uma lata de spray. Através dessas « Tomato Soup Can », ele orquestra um choque alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Hirst. Um tricentrismo pop, urbano e clínico, passado na peneira do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.
O ponto de partida, é claro, é o poster de Banksy, ele mesmo já um aceno (ou aceno do aceno) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk entra como o quarto mosqueteiro, mas armado não com a espada, e sim com pontos — esses famosos pontos obsessivos de Damien Hirst, que ele deposita cuidadosamente em cada lata. O resultado: um diálogo entre três estéticas que nenhuma exigia interlocutor… e ainda assim, juntos, começam a falar, alto, e até a rir.
Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos numa paleta vibrante, vêm desobedecer ao legado demasiado contido dos ateliês. Cada cor parece proclamar: « E se a arte contemporânea parasse de levar tudo tão a sério por três minutos? »
Mas por trás do humor, uma reflexão verdadeira: Bachibouzouk questiona a repetição industrial das icônias artísticas. O que acontece com um símbolo quando ele é copiado, depois copiado da cópia, depois repintado sobre as próprias referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas em meio a um barulho cultural, um carnaval de imagens e de appropriations.
Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — em uma metáfora de nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e, ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. Um pouco como se, ao girar dentro de um museu de espelhos, acabássemos por vislumbrar nosso próprio reflexo.
Com muito senso de humor, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte talvez seja acima de tudo um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim apenas um jogo. E nesse jogo, suas Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todas as travas.
