Piero Giunni (1912-2000) - Alto Adriatico






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Piero Giunni, Alto Adriatico, 1966, pastel em cartão, 40×60 cm, em moldura, em bom estado, edição original, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
Piero Giunni (Villa Cortese, 1912 – Bondone, 2000), obra em pastel sobre cartolina, mede 40x60, com moldura, mede 58x78, conforme foto. Assinado na parte inferior direita e intitulado e assinado no verso "Alto Adriatico, Piero Giunni" conforme foto.
PIERO GIUNNI (1912 - 2000) nasceu em Villa Cortese (Milão) em 1912; estudou na Accademia de Brera e de Veneza. Sua presença no panorama da arte italiana contemporânea assume relevância com a participação nas mais importantes manifestações nacionais entre as quais as Quadriennali di Roma de 1951 e 1959 e as Biennali di Venezia de 1956 (onde vence o prêmio "per um jovem artista") e de 1958. Nos anos cinquenta, em Paris, conhece a arte informal e evolui para uma pintura não figurativa. Em 1957 vence um prêmio aquisição na quinta edição do prêmio Spoleto. Em 1962 a Galleria del Milione de Milão lhe dedica uma exposição pessoal. A partir de 1964 pinta quase sempre no campo, numa moagem/ moinho perto de Legnano onde se dedica à representação da paisagem padana e à natureza morta. Entre as inúmeras exposições pessoais em várias cidades italianas, destacam-se: a primeira na Galeria Annunciata de Milão em 1949, na Bergamini (de 1970 a 1979), na Ponte Rosso (1979, ’81, ’85, ’37, ’95), na Permanente em 1990; além disso, na Suíça na Matasci de Tenero (1980) e na Colomba de Lugano (1986, ’88). Diversas obras de Giunni figuram nas coleções da Fundação Cariplo. Giunni faleceu em Bondone (TN) no agosto de 2000.
Piero Giunni (Villa Cortese, 1912 – Bondone, 2000), obra em pastel sobre cartolina, mede 40x60, com moldura, mede 58x78, conforme foto. Assinado na parte inferior direita e intitulado e assinado no verso "Alto Adriatico, Piero Giunni" conforme foto.
PIERO GIUNNI (1912 - 2000) nasceu em Villa Cortese (Milão) em 1912; estudou na Accademia de Brera e de Veneza. Sua presença no panorama da arte italiana contemporânea assume relevância com a participação nas mais importantes manifestações nacionais entre as quais as Quadriennali di Roma de 1951 e 1959 e as Biennali di Venezia de 1956 (onde vence o prêmio "per um jovem artista") e de 1958. Nos anos cinquenta, em Paris, conhece a arte informal e evolui para uma pintura não figurativa. Em 1957 vence um prêmio aquisição na quinta edição do prêmio Spoleto. Em 1962 a Galleria del Milione de Milão lhe dedica uma exposição pessoal. A partir de 1964 pinta quase sempre no campo, numa moagem/ moinho perto de Legnano onde se dedica à representação da paisagem padana e à natureza morta. Entre as inúmeras exposições pessoais em várias cidades italianas, destacam-se: a primeira na Galeria Annunciata de Milão em 1949, na Bergamini (de 1970 a 1979), na Ponte Rosso (1979, ’81, ’85, ’37, ’95), na Permanente em 1990; além disso, na Suíça na Matasci de Tenero (1980) e na Colomba de Lugano (1986, ’88). Diversas obras de Giunni figuram nas coleções da Fundação Cariplo. Giunni faleceu em Bondone (TN) no agosto de 2000.
