Ester Cardella - 1 Original drawing - Dracula - Vampira sexy






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Descrição fornecida pelo vendedor
Desenho original lindíssimo de Ester Cardella feito em Blood Hunt 1 Variant edition DRACULA em capa preta em branco vermelha.
O desenho é feito a lápis, tinta preta e branca.
A artista trabalhou tanto no logotipo de Dracula, enriquecendo-o com pontos de luz brancos, quanto desenhando uma vampira sexy por toda a superfície da capa em branco.
Assinado na íntegra
ESTER CARDELLA NASCE NAQUELA PARTE DA PENínsula QUE UM TEMPO FOI MAGNA GRECIA, mais precisamente em Palermo; no ano de 1992.
Estuda em sua cidade natal no liceu artístico, para depois completar seus estudos na escola de quadrinhos de Palermo. Mas para remontar à origem da paixão pelo desenho precisamos voltar no tempo, antes da escola, sim, porque Ester desde criança vive a experiência do desenho como um ato de beleza, tanto em nível sensorial quanto emocional. A própria autora descreve o ato de desenhar como: «a mais bela e intensa possibilidade de evasão; para mim, desenhar é terapia, busca de mim mesma, exploração».
Embora certamente os estudos tenham tido seu papel, é a dedicação e a contínua busca de Ester que a levam, passo a passo e ilustração após ilustração, a ser a autora que conhecemos hoje. Sua assinatura não é ditada apenas pelo nome nas pranchas; sua mão se reconhece nos detalhes. Traço firme e firmeza tornam-se sinuosos justamente nas curvas certas para enfatizar a estética dos personagens. A colorização, frequentemente monocromática, alterna áreas preenchidas com hachuras, sempre com a finalidade de exaltar a ação e as figuras em jogo. Quando a cena exige, acrescenta um toque de cor; um pouco de vermelho que harmoniza à perfeição com os tons sombrios, colocando o acento onde é necessário.
Ester parece entrar em relação com a ilustração e talvez essa empatia ganhe vida de fato. De fato, a autora trabalha exclusivamente em tradicional, escolhendo com cuidado todos os materiais (do papel às rotuladas), e assim o próprio ato de desenhar começa primeiramente na cabeça de Ester, expandindo-se e manifestando-se através da mão; a esse respeito ela nos conta que: «desenho apenas à mão, com pincéis, marcadores e tintas, amo o papel e suas variedades».
O conjunto do que Ester faz levou-a a trabalhar diretamente à mão em várias tipologias de papéis e com diferentes materiais, mas essa atitude também a leva à feira e a tentar estar presente onde é convidada: Palermo, Trapani, Agrigento, Etna Comics (para o qual ela criou o cartaz com Zerocalcare; Zerocalcare o regular e Ester o variant), Roma, Milão, Turim, Florença, Croácia, Malta, Berlim; são apenas alguns dos lugares que receberam Ester Cardella e a sua arte.
Ester dá muita importância a estar presente para quem usufrui de sua arte. Poder estar presente facilita não apenas o contato com o público e a possibilidade insubstituível de conversar cara a cara com sua clientela, há algo mais que a impulsiona a buscar estar sempre presente na feira.
Com sua presença, reforça e puntualiza a mensagem que coloca em prática através de seus trabalhos: «o erotismo não é apenas despir um corpo, mas é saber movê-lo».
Desenho original lindíssimo de Ester Cardella feito em Blood Hunt 1 Variant edition DRACULA em capa preta em branco vermelha.
O desenho é feito a lápis, tinta preta e branca.
A artista trabalhou tanto no logotipo de Dracula, enriquecendo-o com pontos de luz brancos, quanto desenhando uma vampira sexy por toda a superfície da capa em branco.
Assinado na íntegra
ESTER CARDELLA NASCE NAQUELA PARTE DA PENínsula QUE UM TEMPO FOI MAGNA GRECIA, mais precisamente em Palermo; no ano de 1992.
Estuda em sua cidade natal no liceu artístico, para depois completar seus estudos na escola de quadrinhos de Palermo. Mas para remontar à origem da paixão pelo desenho precisamos voltar no tempo, antes da escola, sim, porque Ester desde criança vive a experiência do desenho como um ato de beleza, tanto em nível sensorial quanto emocional. A própria autora descreve o ato de desenhar como: «a mais bela e intensa possibilidade de evasão; para mim, desenhar é terapia, busca de mim mesma, exploração».
Embora certamente os estudos tenham tido seu papel, é a dedicação e a contínua busca de Ester que a levam, passo a passo e ilustração após ilustração, a ser a autora que conhecemos hoje. Sua assinatura não é ditada apenas pelo nome nas pranchas; sua mão se reconhece nos detalhes. Traço firme e firmeza tornam-se sinuosos justamente nas curvas certas para enfatizar a estética dos personagens. A colorização, frequentemente monocromática, alterna áreas preenchidas com hachuras, sempre com a finalidade de exaltar a ação e as figuras em jogo. Quando a cena exige, acrescenta um toque de cor; um pouco de vermelho que harmoniza à perfeição com os tons sombrios, colocando o acento onde é necessário.
Ester parece entrar em relação com a ilustração e talvez essa empatia ganhe vida de fato. De fato, a autora trabalha exclusivamente em tradicional, escolhendo com cuidado todos os materiais (do papel às rotuladas), e assim o próprio ato de desenhar começa primeiramente na cabeça de Ester, expandindo-se e manifestando-se através da mão; a esse respeito ela nos conta que: «desenho apenas à mão, com pincéis, marcadores e tintas, amo o papel e suas variedades».
O conjunto do que Ester faz levou-a a trabalhar diretamente à mão em várias tipologias de papéis e com diferentes materiais, mas essa atitude também a leva à feira e a tentar estar presente onde é convidada: Palermo, Trapani, Agrigento, Etna Comics (para o qual ela criou o cartaz com Zerocalcare; Zerocalcare o regular e Ester o variant), Roma, Milão, Turim, Florença, Croácia, Malta, Berlim; são apenas alguns dos lugares que receberam Ester Cardella e a sua arte.
Ester dá muita importância a estar presente para quem usufrui de sua arte. Poder estar presente facilita não apenas o contato com o público e a possibilidade insubstituível de conversar cara a cara com sua clientela, há algo mais que a impulsiona a buscar estar sempre presente na feira.
Com sua presença, reforça e puntualiza a mensagem que coloca em prática através de seus trabalhos: «o erotismo não é apenas despir um corpo, mas é saber movê-lo».
