Gaetano D'Aquino (1969) - Plaia Catania





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Plaia Catania, óleo sobre tela original de Gaetano D'Aquino (1969), Itália, 60 x 50 cm, 2021, Realismo, assinado à mão, em excelente estado, vendido diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Óleo sobre tela 60x50 de Gaetano D'Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania, em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Após ter obtido o diploma de maturidade artística no liceu, ele aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua trajetória pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino foram adquiridas em várias coleções importantes, públicas e privadas, e encontraram espaço em inúmeras revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES PESSOAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Artístico Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento d`Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terceiro Milênio, seção pintura, primeiro classificado, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 I Colori Dentro e Fuori o Rettangolo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto, e em qualquer outro conceito visual) é necessário que haja o sofrimento do procedimento cognitivo. Traduzindo em palavras simples: é preciso saber pintar.
Num segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se expressão das realidades, externas e internas a ele.
Para enquadrar na luz correta o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Pinto, logo existo. Um postulado que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores unaware por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Michelangelo” (“Por que você não fala?”) é sentido – naturalmente mais ou menos – em relação às próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela em branco e a “marca”, começando a traçar o esboço gráfico, que depois ilumina com cores, conferindo então a graça da verdade à imagem obtida, estão justamente nessa operação de mimesis, que nós, pobres mortais, não sabemos fazer: ou seja, trazer à superfície – na tela, ainda que limitada e limitante – os horizontes externos e internos do cenário, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilo, percorreu os séculos e a história da arte, mas que vocaciona (da vocação) cada vez menos artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, sobretudo anatômica, que pode ser bem definido como hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das ciladas da impressão, ou seja da tentação de resumir, de essentializar. O macio “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém ocorrerá pensar no outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar dos detalhes epidermicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter o unicidade do sujeito, precisamente - “como se” - o pintor catanzaro quisesse captar do mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é simples falar assim, naturalmente.
E eis o seu lento, meditativo orientar-se para o real: mesmo na fixidez de um único fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que nós, por definição, chamamos de “fotográfica”, mas que não é outra coisa em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mime se da absoluta natureza, de marcar com rigor o circundante, de devolver fidedignamente a anatomia somática.
Seria fácil, como sempre ocorre com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já obsoletos direitos de interpretação que o homem, inegavelmente, deve reivindicar, e que – historicamente comprovado – levou o conceito de arte para além da distinção entre significado e significante do abstracionismo, para a casualidade conceitual das performances, para o mais complacente do gesto da arte informe, pardon informal, para os automatismos executuais do clique fotográfico, para a não verdade especular, antes virtual da arte informática, para os ilusões da arte cinética. Em uma palavra, para o caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é arte. Exatamente o oposto da direção em que se colocou este operador siciliano, com a sua reafirmada, calma, palmar, tátil, completa narrativa antropológica.
Donat Conenna
DESCRIÇÃO BREVE DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde minha infância, tive o privilégio de me imergir na arte, encantado pelos maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Esse foi o encantamento inicial que desencadeou a minha fascinante jornada no mundo da pintura; feita de vários sucessos artísticos, exposições individuais e minhas obras presentes ao redor do mundo. Comecei com o retratismo para depois enfrentar temas diversos como paisagens, natureza morta e o nu.
Eu, pessoalmente, procuro expressar e evidenciar aquilo que os outros não veem e fazê-lo aparecer aos meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de enfrentar vários temas, foquei meu estudo intenso na Sicília, minha terra. Em particular sobre a água, em todas as suas tonalidades, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida, característico da minha ilha; como o Vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com suas erupções lavares.
Concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, observando as pinturas de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de essencializar.
Gaetano D`Aquino
Óleo sobre tela 60x50 de Gaetano D'Aquino com foto autenticada
Gaetano D`Aquino nasceu em Catania, em 30 de agosto de 1969, onde atualmente reside e trabalha. Após ter obtido o diploma de maturidade artística no liceu, ele aderiu a diversos movimentos artísticos contemporâneos.
D`Aquino iniciou sua trajetória pessoal no âmbito da pintura, dando vida às suas visões criativas através de uma variedade de temas e técnicas. Esse percurso o tornou um distinto representante da arte contemporânea.
As obras de D`Aquino foram adquiridas em várias coleções importantes, públicas e privadas, e encontraram espaço em inúmeras revistas especializadas e catálogos de arte.
EXPOSIÇÕES PESSOAIS E COLETIVAS:
1998 Maio Artístico Catanese, Catania (coletiva)
2000 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2000 Encontro com a Pintura, Mascalucia (coletiva)
2001 Galeria, Giotto, Catania (pessoal)
2004 Primeira mostra de arte contemporânea, BOHEMIEN, palácio municipal, Acireale
2004 Evento d`Arte KATACLOÒ, Teatro Metropolitan, Catania (Coletiva)
2004 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2005 Segunda Estemporânea de Pintura a cargo de Vittorio Sgarbi, Nineo
2005 Prêmio Literário e Artístico ARETUSA Terceiro Milênio, seção pintura, primeiro classificado, Centro Siculo para a Difusão da Cultura, Sede Regional Siracusa
2006 I Colori Dentro e Fuori o Rettangolo Verde, Mostra de Artes Visuais Contemporâneas, Hotel Luna, (Oleggio Castello, Milão) a cargo de Donat Conenna
2007 Arte Fiera, Le Ciminiere, Catania
2007 Galeria, Arte Nuvò, Catania (pessoal)
2007 Galeria, Art Gallery Ortigia, Siracusa (pessoal)
2008 Tremestieri, Arte XIV edição, Tremestieri Etneo
2009 Galeria, Il Massimo, Catania (pessoal)
2012 Galeria, Civico 69, Firenze (pessoal)
2015 Dia da Arte e da Criatividade EMPIRE, Catania (coletiva)
2015 Europa Eventi Arte, centro comercial Porte di Catania (Coletiva)
2016 Galeria, Collezioni Contemporanee, Enna Bassa (coletiva)
GAETANO D`AQUINO E A VERDADE DO SER DE DONAT CONENNA
Para alcançar a verdade do ser (no personagem, no objeto, e em qualquer outro conceito visual) é necessário que haja o sofrimento do procedimento cognitivo. Traduzindo em palavras simples: é preciso saber pintar.
Num segundo momento podemos considerar todos os movimentos do “eu” (expressar, exteriorizar, escutar, expor) que levam o homem a tornar-se expressão das realidades, externas e internas a ele.
Para enquadrar na luz correta o caso D`Aquino, Gaetano D`Aquino de Catania, é preciso parafrasear Descartes. Pinto, logo existo. Um postulado que leva o mito da imagem, do qual todos nós somos portadores unaware por herança cultural, a indicar a possibilidade do pensamento alcançar o ser. Para os artistas, esse tipo de “síndrome de Michelangelo” (“Por que você não fala?”) é sentido – naturalmente mais ou menos – em relação às próprias possibilidades narrativas.
Os motivos pelos quais Gaetano D`Aquino se aproxima da tela em branco e a “marca”, começando a traçar o esboço gráfico, que depois ilumina com cores, conferindo então a graça da verdade à imagem obtida, estão justamente nessa operação de mimesis, que nós, pobres mortais, não sabemos fazer: ou seja, trazer à superfície – na tela, ainda que limitada e limitante – os horizontes externos e internos do cenário, objeto, personagem, conceito.
Uma operação que, em vários estilo, percorreu os séculos e a história da arte, mas que vocaciona (da vocação) cada vez menos artistas de realidade “total”, como D`Aquino.
Operador da imagem, sobretudo anatômica, que pode ser bem definido como hiperrealista, quando em suas “ícones” civis, laicas, profanas, salva o sujeito retratado em primeiro plano, na tela, das ciladas da impressão, ou seja da tentação de resumir, de essentializar. O macio “Corpo de mulher” é a narrativa de um corpo de mulher: a ninguém ocorrerá pensar no outro.
D`Aquino trabalha com infinito esmero, brincando com uma marcação capilar dos detalhes epidermicos da obra, que depois envolve em uma sequência de camadas cromáticas, até obter o unicidade do sujeito, precisamente - “como se” - o pintor catanzaro quisesse captar do mundo aquelas (agora raras) frações de integridade plástica e quisesse fazê-las reviver para sempre em suas telas. Mas não é simples falar assim, naturalmente.
E eis o seu lento, meditativo orientar-se para o real: mesmo na fixidez de um único fotograma, o ser, o “viver” de uma paisagem, de um objeto, de um personagem, de um conceito, são atravessados por uma luz que nós, por definição, chamamos de “fotográfica”, mas que não é outra coisa em Gaetano D`Aquino senão o desejo voluptuoso de alcançar a mime se da absoluta natureza, de marcar com rigor o circundante, de devolver fidedignamente a anatomia somática.
Seria fácil, como sempre ocorre com os pintores realistas, realistas, hiperrealistas, também neste caso, invocar os já obsoletos direitos de interpretação que o homem, inegavelmente, deve reivindicar, e que – historicamente comprovado – levou o conceito de arte para além da distinção entre significado e significante do abstracionismo, para a casualidade conceitual das performances, para o mais complacente do gesto da arte informe, pardon informal, para os automatismos executuais do clique fotográfico, para a não verdade especular, antes virtual da arte informática, para os ilusões da arte cinética. Em uma palavra, para o caos das definições.
A dez mil anos de Altamira, ainda não sabemos dizer o que é arte. Exatamente o oposto da direção em que se colocou este operador siciliano, com a sua reafirmada, calma, palmar, tátil, completa narrativa antropológica.
Donat Conenna
DESCRIÇÃO BREVE DA MINHA VISÃO ARTÍSTICA
Desde minha infância, tive o privilégio de me imergir na arte, encantado pelos maravilhosos retratos de Emanuele Di Giovanni, o célebre pintor catanês. Esse foi o encantamento inicial que desencadeou a minha fascinante jornada no mundo da pintura; feita de vários sucessos artísticos, exposições individuais e minhas obras presentes ao redor do mundo. Comecei com o retratismo para depois enfrentar temas diversos como paisagens, natureza morta e o nu.
Eu, pessoalmente, procuro expressar e evidenciar aquilo que os outros não veem e fazê-lo aparecer aos meus olhos. Defino a pintura como uma poesia muda, como dizia Leonardo da Vinci.
Hoje, após uma longa experiência pictórica e depois de enfrentar vários temas, foquei meu estudo intenso na Sicília, minha terra. Em particular sobre a água, em todas as suas tonalidades, seus reflexos, cores, brilho, transparência e como elemento de vida, característico da minha ilha; como o Vulcão Etna, também parte dos meus estudos, com suas erupções lavares.
Concluí até hoje que o estudo da água é uma das coisas mais difíceis de representar e, observando as pinturas de Turner, entendi que água e luz são quase impossíveis de essencializar.
Gaetano D`Aquino

