Barroco Batedor de porta - século XVIII - Com Madeira Original






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Aldaba conventual de ferro e madeira de França, século XVIII, estilo Antigo Barroco, com mecanismo original e fragmento de madeira de porta do século XVII, medidas 14×9×33 cm, em bom estado de uso com sinais de desgaste.
Descrição fornecida pelo vendedor
A coisa mais bonita desta peça é que não apenas conserva a aldraba, mas o conjunto completo, com seu mecanismo original e até o fragmento de madeira da porta do século XVII, algo que raramente sobrevive fora de um convento, onde o tempo e o uso eram mais rituais do que domésticos. Aqui a ferragem não é apenas um simples ferreio: é um pequeno universo de oficio, devoção e resistência material.
A estrutura de madeira, espessa, obscurecida por séculos de mãos e pelo clima, atua como uma moldura arqueológica que permite ler a peça exatamente como funcionou em sua origem. A aldraba integra-se nela como se ainda esperasse o eco das rezas e o trânsito silencioso dos monges. O ferro, com sua pátina profunda e estável, preserva a marca do martelo antigo: golpes firmes, linhas austeras, uma estética que não busca adornar mas proteger e marcar hierarquia. Essa pureza funcional é típica dos conventos, onde a beleza nasce da sobriedade.
O mecanismo está completo: a placa frontal, o braço móvel, o perno, a argola ou martelo, e as fixações originais. Nada foi substituído nem reinterpretado. Inclusive a corrente e os reforços metálicos mantêm seu caráter primitivo, com essa mistura de rudeza e precisão que define a ferragem monástica. É uma peça que não apenas chamava a porta, mas regulava o acesso a um espaço sagrado, um limiar onde cada golpe tinha um significado.
A conservação é excepcional: o ferro está íntegro, sem perdas estruturais, e a madeira conserva sua densidade e sua cor antiga, com esse desgaste suave que só o tempo produz. É, em essência, uma aldraba conventual completa, um testemunho direto da arquitetura religiosa do Século de Ouro, onde cada elemento foi feito para durar e para falar do lugar a que pertencia.
Envio certificado e bom acondicionamento.
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A coisa mais bonita desta peça é que não apenas conserva a aldraba, mas o conjunto completo, com seu mecanismo original e até o fragmento de madeira da porta do século XVII, algo que raramente sobrevive fora de um convento, onde o tempo e o uso eram mais rituais do que domésticos. Aqui a ferragem não é apenas um simples ferreio: é um pequeno universo de oficio, devoção e resistência material.
A estrutura de madeira, espessa, obscurecida por séculos de mãos e pelo clima, atua como uma moldura arqueológica que permite ler a peça exatamente como funcionou em sua origem. A aldraba integra-se nela como se ainda esperasse o eco das rezas e o trânsito silencioso dos monges. O ferro, com sua pátina profunda e estável, preserva a marca do martelo antigo: golpes firmes, linhas austeras, uma estética que não busca adornar mas proteger e marcar hierarquia. Essa pureza funcional é típica dos conventos, onde a beleza nasce da sobriedade.
O mecanismo está completo: a placa frontal, o braço móvel, o perno, a argola ou martelo, e as fixações originais. Nada foi substituído nem reinterpretado. Inclusive a corrente e os reforços metálicos mantêm seu caráter primitivo, com essa mistura de rudeza e precisão que define a ferragem monástica. É uma peça que não apenas chamava a porta, mas regulava o acesso a um espaço sagrado, um limiar onde cada golpe tinha um significado.
A conservação é excepcional: o ferro está íntegro, sem perdas estruturais, e a madeira conserva sua densidade e sua cor antiga, com esse desgaste suave que só o tempo produz. É, em essência, uma aldraba conventual completa, um testemunho direto da arquitetura religiosa do Século de Ouro, onde cada elemento foi feito para durar e para falar do lugar a que pertencia.
Envio certificado e bom acondicionamento.
