Miguel Pinyol Sardà (1959) - Tarde en la terraza





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Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Miguel Pinyol, que representa a chaleur e a beleza da vida cotidiana numa varanda urbana onde as pessoas partilham momentos simples sob uma atmosfera luminosa e serena. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade plástica que transmite.
· Dimensões da moldura: 75x92x5 cm.
· Dimensões da obra: 48x65 cm.
· Óleo sobre tábua assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com bonita moldura (inclusa no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para assegurar a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado pelos CTT (Correos) ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro capta com enorme sensibilidade a atmosfera viva e elegante de uma varanda urbana onde a azáfama quotidiana transforma-se numa cena cheia de harmonia e humanidade. A composição transmite a sensação de uma tarde tranquila numa praça ou avenida animada, onde as pessoas se reúnem à volta de pequenas mesas para conversar, descansar e partilhar instantes simples. A cena está impregnada de uma luz suave e difusa que envolve todo o espaço com um ar quase nostálgico, criando uma sensação de recordação agradável e de tempo suspenso. A cafetaria aparece como o coração da obra, um lugar de encontro social onde cada figura, ainda que pouco definida individualmente, contribui para construir um ambiente quente e profundamente humano.
A disposição das mesas e das cadeiras confere um ritmo visual muito dinâmico que guia o olhar do observador até ao centro da cena. As linhas das varandas expandem-se em diagonal, gerando profundidade e dando a impressão de que o espaço continua para além do quadro. As figuras humanas, representadas de forma espontânea e natural, parecem mergulhadas em conversas silenciosas, em leituras pausadas ou em simples momentos de observação do entorno. A presença de cozinheiros/garçons a caminhar entre as mesas acrescenta movimento e vida quotidiana, reforçando a sensação de um instante real capturado em plena atividade. Não há dramatismo nem tensão; tudo respira calma, convivência e uma serenidade urbana cheia de encanto.
A arquitetura do fundo complementa a cena com grande delicadeza. O edifício principal, com o seu toldo amplo e as suas janelas superiores, atua como refúgio visual para o conjunto de personagens que ocupam a varanda. Por detrás dele insinuam-se outras construções e árvores que se misturam suavemente com o ambiente, criando uma profundidade quase vaporosa. O entorno urbano não aparece rígido nem frio, mas suavizado pela luz e pela atmosfera descontraída do momento. A cena parece desenvolver-se numa cidade mediterrânea ou europeia onde a vida social se vive ao ar livre, onde as praças e cafés são extensões naturais da vida quotidiana e onde o passar do tempo parece avançar lentamente.
Um dos aspectos mais belos da obra é a forma como transmite emoções coletivas sem centrarse num único personagem. Cada figura faz parte de uma coreografia silenciosa de encontros humanos. As pessoas sentadas à volta das mesas criam pequenos universos íntimos dentro de um mesmo espaço partilhado. Algumas parecem falar animadamente, outras observar, enquanto outras simplesmente desfrutam do ambiente. A mistura de tons suaves e sombras leves gera uma atmosfera quase musical, como se a cena estivesse acompanhada por murmúrios, risos discretos e o som distante de pratos e chávenas. O quadro consegue transformar um momento quotidiano numa celebração visual da convivência e dos prazeres simples da vida urbana.
A obra destaca pela sua capacidade de transmitir a beleza do quotidiano sem necessidade de grandes acontecimentos. A varanda transforma-se em símbolo de encontro, descanso e sociabilidade, mostrando como os pequenos rituais diários possuem uma profunda carga emocional e estética. O espaço urbano deixa de ser apenas um cenário para transformar-se num lugar cheio de memória, calor e vida compartilhada. Cada detalhe, desde as mesas iluminadas até às figuras difusas que preenchem a cena, contribui para criar uma sensação de proximidade e autenticidade. No conjunto, o quadro representa a poesia da vida urbana quotidiana, onde as conversas, a luz e o ambiente de uma varanda se transformam numa celebração tranquila da convivência humana.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Miguel Pinyol, que representa a chaleur e a beleza da vida cotidiana numa varanda urbana onde as pessoas partilham momentos simples sob uma atmosfera luminosa e serena. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade plástica que transmite.
· Dimensões da moldura: 75x92x5 cm.
· Dimensões da obra: 48x65 cm.
· Óleo sobre tábua assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com bonita moldura (inclusa no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para assegurar a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado pelos CTT (Correos) ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro capta com enorme sensibilidade a atmosfera viva e elegante de uma varanda urbana onde a azáfama quotidiana transforma-se numa cena cheia de harmonia e humanidade. A composição transmite a sensação de uma tarde tranquila numa praça ou avenida animada, onde as pessoas se reúnem à volta de pequenas mesas para conversar, descansar e partilhar instantes simples. A cena está impregnada de uma luz suave e difusa que envolve todo o espaço com um ar quase nostálgico, criando uma sensação de recordação agradável e de tempo suspenso. A cafetaria aparece como o coração da obra, um lugar de encontro social onde cada figura, ainda que pouco definida individualmente, contribui para construir um ambiente quente e profundamente humano.
A disposição das mesas e das cadeiras confere um ritmo visual muito dinâmico que guia o olhar do observador até ao centro da cena. As linhas das varandas expandem-se em diagonal, gerando profundidade e dando a impressão de que o espaço continua para além do quadro. As figuras humanas, representadas de forma espontânea e natural, parecem mergulhadas em conversas silenciosas, em leituras pausadas ou em simples momentos de observação do entorno. A presença de cozinheiros/garçons a caminhar entre as mesas acrescenta movimento e vida quotidiana, reforçando a sensação de um instante real capturado em plena atividade. Não há dramatismo nem tensão; tudo respira calma, convivência e uma serenidade urbana cheia de encanto.
A arquitetura do fundo complementa a cena com grande delicadeza. O edifício principal, com o seu toldo amplo e as suas janelas superiores, atua como refúgio visual para o conjunto de personagens que ocupam a varanda. Por detrás dele insinuam-se outras construções e árvores que se misturam suavemente com o ambiente, criando uma profundidade quase vaporosa. O entorno urbano não aparece rígido nem frio, mas suavizado pela luz e pela atmosfera descontraída do momento. A cena parece desenvolver-se numa cidade mediterrânea ou europeia onde a vida social se vive ao ar livre, onde as praças e cafés são extensões naturais da vida quotidiana e onde o passar do tempo parece avançar lentamente.
Um dos aspectos mais belos da obra é a forma como transmite emoções coletivas sem centrarse num único personagem. Cada figura faz parte de uma coreografia silenciosa de encontros humanos. As pessoas sentadas à volta das mesas criam pequenos universos íntimos dentro de um mesmo espaço partilhado. Algumas parecem falar animadamente, outras observar, enquanto outras simplesmente desfrutam do ambiente. A mistura de tons suaves e sombras leves gera uma atmosfera quase musical, como se a cena estivesse acompanhada por murmúrios, risos discretos e o som distante de pratos e chávenas. O quadro consegue transformar um momento quotidiano numa celebração visual da convivência e dos prazeres simples da vida urbana.
A obra destaca pela sua capacidade de transmitir a beleza do quotidiano sem necessidade de grandes acontecimentos. A varanda transforma-se em símbolo de encontro, descanso e sociabilidade, mostrando como os pequenos rituais diários possuem uma profunda carga emocional e estética. O espaço urbano deixa de ser apenas um cenário para transformar-se num lugar cheio de memória, calor e vida compartilhada. Cada detalhe, desde as mesas iluminadas até às figuras difusas que preenchem a cena, contribui para criar uma sensação de proximidade e autenticidade. No conjunto, o quadro representa a poesia da vida urbana quotidiana, onde as conversas, a luz e o ambiente de uma varanda se transformam numa celebração tranquila da convivência humana.

