Eugene Eechaut (1928-2019) - Nu féminin assis - 1979 - encadré





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Eugène Eechaut (1928, Raismes – 2019, Bruxelas) – Nu feminino sentado – 17 de agosto de 1979 – Desenho a tinta sobre papel
Detalhes:
• Artista : Eugène Eechaut (1928-2019)
• Título : Nu feminino sentado
• Data : 17 de agosto de 1979
• Técnica : Tinta chinesa / Desenho a traço sobre papel
• Dimensões : 41 × 31 cm (dimensões totais com passe‑partout e moldura)
• Assinatura / Inscrições : Assinado « EECHAUT » na parte inferior esquerda. Selo seco do ateliê do artista e carimbo da Galeria Pfeiffer, Bruxelas no verso.
• Estado : Excelente – obra em moldura e pronta para pendurar.
Descrição da obra
Este desenho a traço, de grande pureza gráfica, é uma obra-prima íntima de Eugène Eechaut datada precisamente de 17 de agosto de 1979.
A figura feminina, representada de três quartos dorso e sentada, sobressai com uma presença ao mesmo tempo poderosa e vulnerável.
O rosto é deliberadamente simplificado, deixando todo o espaço para a sensualidade do corpo: seios generosos com os mamilos cercados com precisão, curva das costas, quadris e coxas realçados por um traço vivo e seguro. A região púbica é tratada com delicadeza, criando um contraste marcante que reforça a carga erótica ao mesmo tempo em que mantém uma elegância rara.
O traço, ao mesmo tempo fluido e nervoso, capta a essência do corpo feminino com uma economia de meios notável. A postura sentada, o jeu de curvas e a mise en page minimalista conferem à obra uma modernidade atemporal.
Típico da série de nus do artista, este desenho combina sensualidade carnal e abstração poética, na pura tradição do grande desenho francês e belga do século XX.
Proveniência : Galeria Pfeiffer, Bruxelas (carimbo e etiqueta no verso)
Biografia de Eugène Eechaut
Eugène Eechaut (1928-2019) é um artista belga de origem francesa, pintor, desenhista e aquarelista reconhecido por um universo sensível e poético, situado na encruzilhada entre a figuration libre, a abstração e um desenho de grande delicadeza. Nascido em Raismes, no norte da França, em 1928, ele estabeleceu-se na Bélgica, onde frequentou cursos noturnos na Academia de Saint‑Gilles (Bruxelas) enquanto se aperfeiçoava amplamente por autodidatismo.
Desde 1958, ele recebe suas primeiras distinções no Centro Europeu de Arte e Estética. Membro do Grupo Jecta desde 1968, ele desenvolve um estilo pessoal marcado pela influência de Gromaire e La Fresnaye, ao mesmo tempo em que afirma uma voz singular. Sua obra explora paisagens (notadamente do norte da França), composições abstratas, nus, naturezas‑mortas florais, bem como temas mais fantásticos ou inspirados pelo mundo dos insetos. Ele realiza inúmeros desenhos gráficos, industriais ou animais, usando com virtuosismo diluições de tinta china e efeitos de matéria.
A Galeria Tamara Pfeiffer (também chamada Galeria Pfeiffer) em Bruxelas desempenha um papel determinante em sua carreira entre as décadas de 1960 e 1980. Ela o expõe regularmente ao lado de grandes mestres do século XX, como René Magritte (com quem mantém uma profunda amizade), Jean Cocteau, Ambrogiani, Bricault, Félicien Rops e muitos outros. Essa visibilidade internacional contribui para o reconhecimento entre colecionadores.
Seu trabalho, apreciado pela delicadeza do traço, pela força expressiva da matéria e pela grande liberdade de expressão, encanta pela elegância e pela atmosfera intimista.
Após seu falecimento em 2019 em Bruxelas, a redescoberta recente de seu ateliê revelou uma multiplicidade de obras e arquivos, destacando a rareza e a qualidade de sua produção. Hoje, suas aquarelas, tintas e pinturas figuram em numerosas coleções privadas e continuam a ser procuradas pela sua poesia visual e autenticidade.
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Eugène Eechaut (1928, Raismes – 2019, Bruxelas) – Nu feminino sentado – 17 de agosto de 1979 – Desenho a tinta sobre papel
Detalhes:
• Artista : Eugène Eechaut (1928-2019)
• Título : Nu feminino sentado
• Data : 17 de agosto de 1979
• Técnica : Tinta chinesa / Desenho a traço sobre papel
• Dimensões : 41 × 31 cm (dimensões totais com passe‑partout e moldura)
• Assinatura / Inscrições : Assinado « EECHAUT » na parte inferior esquerda. Selo seco do ateliê do artista e carimbo da Galeria Pfeiffer, Bruxelas no verso.
• Estado : Excelente – obra em moldura e pronta para pendurar.
Descrição da obra
Este desenho a traço, de grande pureza gráfica, é uma obra-prima íntima de Eugène Eechaut datada precisamente de 17 de agosto de 1979.
A figura feminina, representada de três quartos dorso e sentada, sobressai com uma presença ao mesmo tempo poderosa e vulnerável.
O rosto é deliberadamente simplificado, deixando todo o espaço para a sensualidade do corpo: seios generosos com os mamilos cercados com precisão, curva das costas, quadris e coxas realçados por um traço vivo e seguro. A região púbica é tratada com delicadeza, criando um contraste marcante que reforça a carga erótica ao mesmo tempo em que mantém uma elegância rara.
O traço, ao mesmo tempo fluido e nervoso, capta a essência do corpo feminino com uma economia de meios notável. A postura sentada, o jeu de curvas e a mise en page minimalista conferem à obra uma modernidade atemporal.
Típico da série de nus do artista, este desenho combina sensualidade carnal e abstração poética, na pura tradição do grande desenho francês e belga do século XX.
Proveniência : Galeria Pfeiffer, Bruxelas (carimbo e etiqueta no verso)
Biografia de Eugène Eechaut
Eugène Eechaut (1928-2019) é um artista belga de origem francesa, pintor, desenhista e aquarelista reconhecido por um universo sensível e poético, situado na encruzilhada entre a figuration libre, a abstração e um desenho de grande delicadeza. Nascido em Raismes, no norte da França, em 1928, ele estabeleceu-se na Bélgica, onde frequentou cursos noturnos na Academia de Saint‑Gilles (Bruxelas) enquanto se aperfeiçoava amplamente por autodidatismo.
Desde 1958, ele recebe suas primeiras distinções no Centro Europeu de Arte e Estética. Membro do Grupo Jecta desde 1968, ele desenvolve um estilo pessoal marcado pela influência de Gromaire e La Fresnaye, ao mesmo tempo em que afirma uma voz singular. Sua obra explora paisagens (notadamente do norte da França), composições abstratas, nus, naturezas‑mortas florais, bem como temas mais fantásticos ou inspirados pelo mundo dos insetos. Ele realiza inúmeros desenhos gráficos, industriais ou animais, usando com virtuosismo diluições de tinta china e efeitos de matéria.
A Galeria Tamara Pfeiffer (também chamada Galeria Pfeiffer) em Bruxelas desempenha um papel determinante em sua carreira entre as décadas de 1960 e 1980. Ela o expõe regularmente ao lado de grandes mestres do século XX, como René Magritte (com quem mantém uma profunda amizade), Jean Cocteau, Ambrogiani, Bricault, Félicien Rops e muitos outros. Essa visibilidade internacional contribui para o reconhecimento entre colecionadores.
Seu trabalho, apreciado pela delicadeza do traço, pela força expressiva da matéria e pela grande liberdade de expressão, encanta pela elegância e pela atmosfera intimista.
Após seu falecimento em 2019 em Bruxelas, a redescoberta recente de seu ateliê revelou uma multiplicidade de obras e arquivos, destacando a rareza e a qualidade de sua produção. Hoje, suas aquarelas, tintas e pinturas figuram em numerosas coleções privadas e continuam a ser procuradas pela sua poesia visual e autenticidade.

