Peixe bozo - palhaço - Bozo - Mali (Sem preço de reserva)





Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 136274 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Poisson bozo, escultura em madeira do Mali atribuída ao povo Bozo, com 30 cm de altura, 22 cm de largura e 5 cm de profundidade, pesando 2 g, sem base e em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Os Bozo constituem um grupo específico, com as populações que os cercam possuindo apenas algumas afinidades insuficientes para se assimilarem completamente a elas. É erro achar que os Bozo são pessoas de casta em todo o sentido da expressão, pois, de origem nobre e tornaram-se emigrantes após a decadência do Império do Ghana do qual faziam parte, escolheram ser pescadores, pois ao se encontrarem no fim de sua errância às margens do Níger, passaram a explorar os recursos desse rio para subsistência. Com o passar do tempo, aperfeiçoando pouco a pouco suas técnicas, a pesca tornou-se, por fim, sua principal atividade à qual acrescentaram quase o monopólio da batelaria. Assim, passaram a ser chamados de os "mestres da água". Em seguida, tomando emprestadas aos aborígenes dos locais onde se fixaram algumas de suas tradições, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem, criando assim tradições distintas em grande medida das dos grandes grupos étnicos. Na região de Mopti, exatamente a oeste do país Dogon e acima dos Bambara, os Bozo constituem um grupo bem específico. Têm tão poucas afinidades com as populações que os cercam que não seria razoável assimilá-los completamente a elas. Anteriormente estruturados em grupos sob a forma de uma sociedade que outorgava poderes a uma espécie de nobreza, a qual emigrara após a decadência do Império do Ghana no século XI do qual faziam parte, os Bozo tornaram-se pescadores; pois, tendo chegado ao fim de sua errância às margens do rio Níger, passaram a explorar os recursos desse curso d’água primeiramente por subsistência. Com o passar do tempo, suas técnicas evoluíram, a pesca tornou-se sua atividade principal. E, com o tempo de navegação no rio, acrescentaram ao seu ofício o quase monopólio da batelaria. É assim que se diz dos Bozo que são “mestres da água”. Durante esse tempo, tomando emprestadas aos aborígenes dos lugares onde se fixaram algumas das suas costumes, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem. Daí essa importante distinção entre suas tradições e as dos grandes grupos étnicos que os cercam. Observa-se, entre outras coisas, numerosos masks usados para as orações-encantamentos dos pescadores. Antes de colocar as pirogas na água, tentam dominar os poderes dos espíritos malévolos e atrair as graças dos benevolentes. Às vezes sacrificam um carneiro, animal primordial e até deificado entre os Bozo, acima das águas do rio. As marionetes desempenham um papel importante neste povo, educativo e também lúdico: chamadas Sogow, elas são colocadas em
Os Bozo constituem um grupo específico, com as populações que os cercam possuindo apenas algumas afinidades insuficientes para se assimilarem completamente a elas. É erro achar que os Bozo são pessoas de casta em todo o sentido da expressão, pois, de origem nobre e tornaram-se emigrantes após a decadência do Império do Ghana do qual faziam parte, escolheram ser pescadores, pois ao se encontrarem no fim de sua errância às margens do Níger, passaram a explorar os recursos desse rio para subsistência. Com o passar do tempo, aperfeiçoando pouco a pouco suas técnicas, a pesca tornou-se, por fim, sua principal atividade à qual acrescentaram quase o monopólio da batelaria. Assim, passaram a ser chamados de os "mestres da água". Em seguida, tomando emprestadas aos aborígenes dos locais onde se fixaram algumas de suas tradições, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem, criando assim tradições distintas em grande medida das dos grandes grupos étnicos. Na região de Mopti, exatamente a oeste do país Dogon e acima dos Bambara, os Bozo constituem um grupo bem específico. Têm tão poucas afinidades com as populações que os cercam que não seria razoável assimilá-los completamente a elas. Anteriormente estruturados em grupos sob a forma de uma sociedade que outorgava poderes a uma espécie de nobreza, a qual emigrara após a decadência do Império do Ghana no século XI do qual faziam parte, os Bozo tornaram-se pescadores; pois, tendo chegado ao fim de sua errância às margens do rio Níger, passaram a explorar os recursos desse curso d’água primeiramente por subsistência. Com o passar do tempo, suas técnicas evoluíram, a pesca tornou-se sua atividade principal. E, com o tempo de navegação no rio, acrescentaram ao seu ofício o quase monopólio da batelaria. É assim que se diz dos Bozo que são “mestres da água”. Durante esse tempo, tomando emprestadas aos aborígenes dos lugares onde se fixaram algumas das suas costumes, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem. Daí essa importante distinção entre suas tradições e as dos grandes grupos étnicos que os cercam. Observa-se, entre outras coisas, numerosos masks usados para as orações-encantamentos dos pescadores. Antes de colocar as pirogas na água, tentam dominar os poderes dos espíritos malévolos e atrair as graças dos benevolentes. Às vezes sacrificam um carneiro, animal primordial e até deificado entre os Bozo, acima das águas do rio. As marionetes desempenham um papel importante neste povo, educativo e também lúdico: chamadas Sogow, elas são colocadas em

