Tijs Dragtsma (1992) - Desire Made Still






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
€100 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 136595 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Desire Made Still é uma obra de arte contemporânea sobre forma, anseio e a tensão entre presença e silêncio.
O sujeito é o corpo da mulher, despojado de contexto, de rosto, de identidade. O que permanece é a forma pura. Curva e sombra. A autoridade quieta de uma figura em repouso, iluminada de um lado como se capturada na pausa entre respirações.
Sem tinta. Sem impressão. Sem tinta. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão pega a luz de forma diferente, e, à medida que o espectador se move, a figura oscila entre clareza e quase ausência. O corpo torna-se visível por remoção, não por adição.
De perto, a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, uma textura material que sustenta a imagem em suspensão. À distância, a figura se rearticula, monumental e imóvel.
O título aponta para algo que o desejo raramente consegue. Normalmente é movimento, alcance, vontade. Aqui está congelado. A forma persiste. O anseio foi tornado permanente na própria superfície.
Esta obra continua a série Arte com Arranhões de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída por meio de danos controlados na superfície, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual na qual o dano não é destruição, mas estrutura.
"A quietude é uma espécie própria de intensidade."
Sobre Arte com Arranhões
Arte com Arranhões é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada obra surge por meio de inúmeras arranhaduras precisas que captam a luz e revelam a forma a partir da escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e repleta de presença. Ainda assim, de perto, a obra se dissolve em milhares de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.
A luz é o que dá vida a esta obra. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura permanece clara e definida. De outro, amacia-se, recua, quase desaparece na escuridão de onde veio. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultural, quase luminosa.
O que torna este meio tão envolvente é sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo de movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca fica completamente fixa. Através da relação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente para fora do negro. Em outros, recua, deixando apenas um sussurro de forma. É nesse movimento, entre visibilidade e desaparecimento, que a obra ganha vida.
Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida quieta. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença que continua a revelar-se com cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho frequentemente começa com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova? Como a dureza pode se tornar intimidade? Como a precisão pode criar emoção? Essa busca reside no coração de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso comum com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica em aberto à interpretação. Meu objetivo não é apenas fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se unem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que soem distintas, intencionais e vivas.
Desire Made Still é uma obra de arte contemporânea sobre forma, anseio e a tensão entre presença e silêncio.
O sujeito é o corpo da mulher, despojado de contexto, de rosto, de identidade. O que permanece é a forma pura. Curva e sombra. A autoridade quieta de uma figura em repouso, iluminada de um lado como se capturada na pausa entre respirações.
Sem tinta. Sem impressão. Sem tinta. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão pega a luz de forma diferente, e, à medida que o espectador se move, a figura oscila entre clareza e quase ausência. O corpo torna-se visível por remoção, não por adição.
De perto, a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, uma textura material que sustenta a imagem em suspensão. À distância, a figura se rearticula, monumental e imóvel.
O título aponta para algo que o desejo raramente consegue. Normalmente é movimento, alcance, vontade. Aqui está congelado. A forma persiste. O anseio foi tornado permanente na própria superfície.
Esta obra continua a série Arte com Arranhões de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída por meio de danos controlados na superfície, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual na qual o dano não é destruição, mas estrutura.
"A quietude é uma espécie própria de intensidade."
Sobre Arte com Arranhões
Arte com Arranhões é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada obra surge por meio de inúmeras arranhaduras precisas que captam a luz e revelam a forma a partir da escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e repleta de presença. Ainda assim, de perto, a obra se dissolve em milhares de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.
A luz é o que dá vida a esta obra. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura permanece clara e definida. De outro, amacia-se, recua, quase desaparece na escuridão de onde veio. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultural, quase luminosa.
O que torna este meio tão envolvente é sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo de movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca fica completamente fixa. Através da relação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente para fora do negro. Em outros, recua, deixando apenas um sussurro de forma. É nesse movimento, entre visibilidade e desaparecimento, que a obra ganha vida.
Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida quieta. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença que continua a revelar-se com cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho frequentemente começa com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova? Como a dureza pode se tornar intimidade? Como a precisão pode criar emoção? Essa busca reside no coração de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso comum com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica em aberto à interpretação. Meu objetivo não é apenas fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se unem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que soem distintas, intencionais e vivas.
