Tijs Dragtsma (1992) - Desire Made Still

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Maurizio Buquicchio
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Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Desire Made Still é uma obra de arte contemporânea sobre forma, anseio e a tensão entre presença e silêncio.

O sujeito é o corpo da mulher, despojado de contexto, de rosto, de identidade. O que permanece é a forma pura. Curva e sombra. A autoridade quieta de uma figura em repouso, iluminada de um lado como se capturada na pausa entre respirações.

Sem tinta. Sem impressão. Sem tinta. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão pega a luz de forma diferente, e, à medida que o espectador se move, a figura oscila entre clareza e quase ausência. O corpo torna-se visível por remoção, não por adição.

De perto, a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, uma textura material que sustenta a imagem em suspensão. À distância, a figura se rearticula, monumental e imóvel.

O título aponta para algo que o desejo raramente consegue. Normalmente é movimento, alcance, vontade. Aqui está congelado. A forma persiste. O anseio foi tornado permanente na própria superfície.

Esta obra continua a série Arte com Arranhões de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída por meio de danos controlados na superfície, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual na qual o dano não é destruição, mas estrutura.

"A quietude é uma espécie própria de intensidade."

Sobre Arte com Arranhões

Arte com Arranhões é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada obra surge por meio de inúmeras arranhaduras precisas que captam a luz e revelam a forma a partir da escuridão.

À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e repleta de presença. Ainda assim, de perto, a obra se dissolve em milhares de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.

A luz é o que dá vida a esta obra. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura permanece clara e definida. De outro, amacia-se, recua, quase desaparece na escuridão de onde veio. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultural, quase luminosa.

O que torna este meio tão envolvente é sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo de movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.

Em obras como este retrato, a figura nunca fica completamente fixa. Através da relação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente para fora do negro. Em outros, recua, deixando apenas um sussurro de forma. É nesse movimento, entre visibilidade e desaparecimento, que a obra ganha vida.

Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida quieta. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença que continua a revelar-se com cada mudança de luz.

Sobre o Artista

Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.

Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.

Meu trabalho frequentemente começa com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova? Como a dureza pode se tornar intimidade? Como a precisão pode criar emoção? Essa busca reside no coração de tudo que crio.

Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso comum com originalidade, clareza e presença emocional.

Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica em aberto à interpretação. Meu objetivo não é apenas fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.

TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se unem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que soem distintas, intencionais e vivas.

Desire Made Still é uma obra de arte contemporânea sobre forma, anseio e a tensão entre presença e silêncio.

O sujeito é o corpo da mulher, despojado de contexto, de rosto, de identidade. O que permanece é a forma pura. Curva e sombra. A autoridade quieta de uma figura em repouso, iluminada de um lado como se capturada na pausa entre respirações.

Sem tinta. Sem impressão. Sem tinta. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão pega a luz de forma diferente, e, à medida que o espectador se move, a figura oscila entre clareza e quase ausência. O corpo torna-se visível por remoção, não por adição.

De perto, a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, uma textura material que sustenta a imagem em suspensão. À distância, a figura se rearticula, monumental e imóvel.

O título aponta para algo que o desejo raramente consegue. Normalmente é movimento, alcance, vontade. Aqui está congelado. A forma persiste. O anseio foi tornado permanente na própria superfície.

Esta obra continua a série Arte com Arranhões de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída por meio de danos controlados na superfície, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual na qual o dano não é destruição, mas estrutura.

"A quietude é uma espécie própria de intensidade."

Sobre Arte com Arranhões

Arte com Arranhões é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada obra surge por meio de inúmeras arranhaduras precisas que captam a luz e revelam a forma a partir da escuridão.

À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e repleta de presença. Ainda assim, de perto, a obra se dissolve em milhares de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.

A luz é o que dá vida a esta obra. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura permanece clara e definida. De outro, amacia-se, recua, quase desaparece na escuridão de onde veio. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultural, quase luminosa.

O que torna este meio tão envolvente é sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo de movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.

Em obras como este retrato, a figura nunca fica completamente fixa. Através da relação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente para fora do negro. Em outros, recua, deixando apenas um sussurro de forma. É nesse movimento, entre visibilidade e desaparecimento, que a obra ganha vida.

Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida quieta. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença que continua a revelar-se com cada mudança de luz.

Sobre o Artista

Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.

Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.

Meu trabalho frequentemente começa com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova? Como a dureza pode se tornar intimidade? Como a precisão pode criar emoção? Essa busca reside no coração de tudo que crio.

Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso comum com originalidade, clareza e presença emocional.

Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica em aberto à interpretação. Meu objetivo não é apenas fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.

TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se unem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que soem distintas, intencionais e vivas.

Dados

Artista
Tijs Dragtsma (1992)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
Desire Made Still
Técnica
Técnica mista
Assinatura
Assinado
País de origem
Holanda
Ano
2026
Estado
Excelente estado
Cor
Branco, Preto
Altura
51 cm
Largura
51 cm
Imagem/Tema
Retrato
Estilo
Contemporâneo
Período
Depois de 2020
HolandaVerificado
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