Candeeiro suspenso - Metal






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Lustre de metal Banci Firenze, Florença, estilo Hollywood Regency Fiorentino, com 5 soquetes, 40 cm de profundidade, 54 cm de largura, 63 cm de altura, em boas condições de uso e em funcionamento.
Descrição fornecida pelo vendedor
Uma Obra de Arte de Luz: o Jardim Encantado do Ferro Fiorentino
Este lustre majestoso não é apenas um corpo iluminante, mas uma obra-prima de escultura em metal que parece desabrochar diretamente do teto. Um exuberante jardim de ferro forjado que captura a essência do luxo italiano dos anos 50, transformando a luz numa experiência sensorial. É uma peça que não se limita a decorar, mas domina o espaço com a nobreza de uma época em que a arte e o alto ofício eram uma só coisa. Uma oportunidade rara de possuir um fragmento da história do design florentino, onde cada detalhe conta uma história de paixão e maestria técnica. Hoje em dia, a maior parte dessas lâmpadas é produzida em resina fundida (plástico) ou, no melhor dos casos, em metal fino impresso em máquina em série. A espessura do metal e a trama material presente neste exemplar, onde se intui claramente o toque do mestre artesão, são características quase impossíveis de replicar com os custos de mão de obra atuais. Uma complexidade floral tão densa, estratificada e detalhada é extremamente rara, senão impossível, de encontrar em produções feitas à mão contemporâneas.
Banci Firenze, fundada em 1899, é a empresa que aperfeiçoou este estilo.
1. Trabalho:
O corte manual e o valor da artesania (Tole Peinte)
Cada folha, pétala e talo de metal foi cortado à mão com tesouras, modelado a martelo e dobrado individulamente partindo de lâminas de metal robustas. Uma característica distintiva da obra é o chamado "corte com tesoura" manual: as bordas dos elementos folhosos não apresentam a simetria perfeita dos cortes a laser ou de moldes industriais modernos, que costumam ser frios e desprovidos de caráter. Pelo contrário, a imperfeição das bordas neste exemplar testemunha o toque direto do mestre artesão. A espessura do metal e a trama manual são características quase impossíveis de replicar com os custos de produção atuais, tornando essa densa complexidade floral um achado raro no mercado contemporâneo. A técnica "Tole Peinte": Nas revistas de decoração e design da época (como Domus ou Architectural Digest dos anos 60 e 70), este estilo era definido como "Hollywood Regency Fiorentino". A Banci foi o principal fornecedora deste tipo de iluminação para villas de luxo na Itália e para os hotéis internacionais mais prestigiados.
O design das "Bobèches" (Portacandeeiros): as flores douradas formam uma assinatura visual da produção Banci dos anos 60. São feitas de metal grosso modelado à mão, ao contrário das versões econômicas em latão fino impresso industrialmente.
As folhas de acanto: A maneira como as folhas verdes e amarelas se curvam para envolver a estrutura portante é idêntica aos modelos da série "Superclassic" presentes nos catálogos históricos da Banci.
2. Coloração: A saturação da policromia e a pintura a pincel seco
A obra destaca-se por uma saturação profunda da policromia, definível como uma "pintura com história". A paleta cromática não é aplicada de forma uniforme, mas em camadas manuais: os verdes apresentam sombras em azul e pontos de luz em amarelo aplicados com a técnica do pincel seco, conferindo ao folhamento uma tridimensionalidade realista. Essa profundidade visual é ausente nas produções atuais, onde a cor muitas vezes é reduzida a uma camada de tinta spray uniforme e sem nuances. A douração dos elementos florais, realizada em folha de ouro ou patina de ouro antigo aplicada à mão, desenvolveu ao longo do tempo uma elegante oxidação natural que atesta a sua autenticidade e a qualidade superior em relação aos tratamentos químicos modernos.
3. Design: Robustez estrutural e design modernista orgânico
Ao contrário das imitações modernas feitas em ligas leves ou chapa, materiais frágeis e sujeitas a deformações, este exemplar ostenta a robustez do ferro forjado pesado. A estrutura configura-se como uma verdadeira arquitetura metálica, capaz de equilibrar o peso do material com a delicadeza do design orgânico inspirado na natureza. O design foge da geometria rígida para abraçar um movimento fluido e harmonioso, típico do virtuosismo florentino da metade do século XX. Trata-se de um objeto de arte que não se limita à função decorativa "shabby chic", mas representa o luxo e a exclusividade de uma época em que a solidez construtiva era o requisito fundamental do alto ofício.
A Labiosidade do Trabalho Manual (Artesanato vs. Produção Industrial)
Elemento Distintivo: Cada folha, pétala e talo de metal foi cortado à mão com tesouras, modelado a martelo e dobrado individualmente partindo de lâminas de metal. Trata-se de um trabalho meticuloso de ourivesaria metálica (tole peintes) de altíssimo nível.
Em conclusão, este manufato não representa meramente um elemento de iluminação, mas configura-se como um investimento tangível no alto ofício histórico italiano. A raridade de sua densidade floral, aliada a um excelente estado de conservação da policromia original, eleva a peça de simples objeto decorativo a item de coleção de relevância internacional.
O excepcional equilíbrio entre a robustez estrutural do ferro forjado e a leveza etérea do design orgânico faz deste exemplar um pilar do estilo "Hollywood Regency Fiorentino", cobiçado pelos mais prestigiados escritórios de design de interiores em nível global. Adquirir uma obra de tal magnitude significa preservar um virtuosismo técnico já extinto, garantindo ao espaço que a acolhe uma aura de nobilidade e distinção atemporais.
Uma oportunidade de compra irripetível, destinada a quem exige a excelência formal e a autenticidade histórica de uma era de ouro do design autoral."
Uma Obra de Arte de Luz: o Jardim Encantado do Ferro Fiorentino
Este lustre majestoso não é apenas um corpo iluminante, mas uma obra-prima de escultura em metal que parece desabrochar diretamente do teto. Um exuberante jardim de ferro forjado que captura a essência do luxo italiano dos anos 50, transformando a luz numa experiência sensorial. É uma peça que não se limita a decorar, mas domina o espaço com a nobreza de uma época em que a arte e o alto ofício eram uma só coisa. Uma oportunidade rara de possuir um fragmento da história do design florentino, onde cada detalhe conta uma história de paixão e maestria técnica. Hoje em dia, a maior parte dessas lâmpadas é produzida em resina fundida (plástico) ou, no melhor dos casos, em metal fino impresso em máquina em série. A espessura do metal e a trama material presente neste exemplar, onde se intui claramente o toque do mestre artesão, são características quase impossíveis de replicar com os custos de mão de obra atuais. Uma complexidade floral tão densa, estratificada e detalhada é extremamente rara, senão impossível, de encontrar em produções feitas à mão contemporâneas.
Banci Firenze, fundada em 1899, é a empresa que aperfeiçoou este estilo.
1. Trabalho:
O corte manual e o valor da artesania (Tole Peinte)
Cada folha, pétala e talo de metal foi cortado à mão com tesouras, modelado a martelo e dobrado individulamente partindo de lâminas de metal robustas. Uma característica distintiva da obra é o chamado "corte com tesoura" manual: as bordas dos elementos folhosos não apresentam a simetria perfeita dos cortes a laser ou de moldes industriais modernos, que costumam ser frios e desprovidos de caráter. Pelo contrário, a imperfeição das bordas neste exemplar testemunha o toque direto do mestre artesão. A espessura do metal e a trama manual são características quase impossíveis de replicar com os custos de produção atuais, tornando essa densa complexidade floral um achado raro no mercado contemporâneo. A técnica "Tole Peinte": Nas revistas de decoração e design da época (como Domus ou Architectural Digest dos anos 60 e 70), este estilo era definido como "Hollywood Regency Fiorentino". A Banci foi o principal fornecedora deste tipo de iluminação para villas de luxo na Itália e para os hotéis internacionais mais prestigiados.
O design das "Bobèches" (Portacandeeiros): as flores douradas formam uma assinatura visual da produção Banci dos anos 60. São feitas de metal grosso modelado à mão, ao contrário das versões econômicas em latão fino impresso industrialmente.
As folhas de acanto: A maneira como as folhas verdes e amarelas se curvam para envolver a estrutura portante é idêntica aos modelos da série "Superclassic" presentes nos catálogos históricos da Banci.
2. Coloração: A saturação da policromia e a pintura a pincel seco
A obra destaca-se por uma saturação profunda da policromia, definível como uma "pintura com história". A paleta cromática não é aplicada de forma uniforme, mas em camadas manuais: os verdes apresentam sombras em azul e pontos de luz em amarelo aplicados com a técnica do pincel seco, conferindo ao folhamento uma tridimensionalidade realista. Essa profundidade visual é ausente nas produções atuais, onde a cor muitas vezes é reduzida a uma camada de tinta spray uniforme e sem nuances. A douração dos elementos florais, realizada em folha de ouro ou patina de ouro antigo aplicada à mão, desenvolveu ao longo do tempo uma elegante oxidação natural que atesta a sua autenticidade e a qualidade superior em relação aos tratamentos químicos modernos.
3. Design: Robustez estrutural e design modernista orgânico
Ao contrário das imitações modernas feitas em ligas leves ou chapa, materiais frágeis e sujeitas a deformações, este exemplar ostenta a robustez do ferro forjado pesado. A estrutura configura-se como uma verdadeira arquitetura metálica, capaz de equilibrar o peso do material com a delicadeza do design orgânico inspirado na natureza. O design foge da geometria rígida para abraçar um movimento fluido e harmonioso, típico do virtuosismo florentino da metade do século XX. Trata-se de um objeto de arte que não se limita à função decorativa "shabby chic", mas representa o luxo e a exclusividade de uma época em que a solidez construtiva era o requisito fundamental do alto ofício.
A Labiosidade do Trabalho Manual (Artesanato vs. Produção Industrial)
Elemento Distintivo: Cada folha, pétala e talo de metal foi cortado à mão com tesouras, modelado a martelo e dobrado individualmente partindo de lâminas de metal. Trata-se de um trabalho meticuloso de ourivesaria metálica (tole peintes) de altíssimo nível.
Em conclusão, este manufato não representa meramente um elemento de iluminação, mas configura-se como um investimento tangível no alto ofício histórico italiano. A raridade de sua densidade floral, aliada a um excelente estado de conservação da policromia original, eleva a peça de simples objeto decorativo a item de coleção de relevância internacional.
O excepcional equilíbrio entre a robustez estrutural do ferro forjado e a leveza etérea do design orgânico faz deste exemplar um pilar do estilo "Hollywood Regency Fiorentino", cobiçado pelos mais prestigiados escritórios de design de interiores em nível global. Adquirir uma obra de tal magnitude significa preservar um virtuosismo técnico já extinto, garantindo ao espaço que a acolhe uma aura de nobilidade e distinção atemporais.
Uma oportunidade de compra irripetível, destinada a quem exige a excelência formal e a autenticidade histórica de uma era de ouro do design autoral."
