Jarra - Mitológica - Bronze - Ânfora Renacentista





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Possui licenciaturas em Direito e História da Arte, mais diploma de leiloeira da École du Louvre.
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Descrição fornecida pelo vendedor
É uma jarra renascentista do século XIX que despliega toda a teatralidade historicista própria da época, quando as oficinas europeias reinterpretaram a linguagem ornamental do Renascimento com uma mistura de virtuosismo técnico e exuberância decorativa. O bronze, trabalhado com um modelado profundo, transforma-se aqui em um suporte ideal para uma iconografia mitológica que percorre a peça como um relato visual.
O corpo da jarra organiza-se em registros de relevos: rostos clássicos, mascarões, arabescos vegetais e figuras fantásticas que evocam o mundo greco-romano. Cada motivo está delineado com precisão, criando um jogo de luzes e sombras que dá vida à superfície. O pescoço, alto e estilizado, sobe com uma elegância arquitetônica, enquanto a boca de vertedor abre-se como uma folha ou pétala, seguindo a estética ornamental do Renascimento reinterpretado pelo século XIX.
A alça, talvez o elemento mais expressivo, curva-se com um gesto quase escultórico. Em sua parte superior aparece uma figura mitológica — um rosto, um espírito, um ser híbrido — que atua como guardião simbólico da jarra. Este tipo de alças, carregadas de narrativa, era muito apreciado nas manufacturas francesas e italianas do XIX, onde a funcionalidade se subordinava ao impacto visual.
A base, ampla e decorada com motivos vegetais que lembram folhas de acanto, oferece estabilidade e reforça a sensação de peça cerimonial. O conjunto transmite solidez, luxo e uma clara intenção de diálogo com a antiguidade clássica, mas filtrada pela sensibilidade romântica do século XIX.
É uma jarra que não serve apenas como objeto decorativo: é uma pequena escultura renascentista reinterpretada, um fragmento de mitologia convertido em metal.
Envio certificado e bom embrulho.
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É uma jarra renascentista do século XIX que despliega toda a teatralidade historicista própria da época, quando as oficinas europeias reinterpretaram a linguagem ornamental do Renascimento com uma mistura de virtuosismo técnico e exuberância decorativa. O bronze, trabalhado com um modelado profundo, transforma-se aqui em um suporte ideal para uma iconografia mitológica que percorre a peça como um relato visual.
O corpo da jarra organiza-se em registros de relevos: rostos clássicos, mascarões, arabescos vegetais e figuras fantásticas que evocam o mundo greco-romano. Cada motivo está delineado com precisão, criando um jogo de luzes e sombras que dá vida à superfície. O pescoço, alto e estilizado, sobe com uma elegância arquitetônica, enquanto a boca de vertedor abre-se como uma folha ou pétala, seguindo a estética ornamental do Renascimento reinterpretado pelo século XIX.
A alça, talvez o elemento mais expressivo, curva-se com um gesto quase escultórico. Em sua parte superior aparece uma figura mitológica — um rosto, um espírito, um ser híbrido — que atua como guardião simbólico da jarra. Este tipo de alças, carregadas de narrativa, era muito apreciado nas manufacturas francesas e italianas do XIX, onde a funcionalidade se subordinava ao impacto visual.
A base, ampla e decorada com motivos vegetais que lembram folhas de acanto, oferece estabilidade e reforça a sensação de peça cerimonial. O conjunto transmite solidez, luxo e uma clara intenção de diálogo com a antiguidade clássica, mas filtrada pela sensibilidade romântica do século XIX.
É uma jarra que não serve apenas como objeto decorativo: é uma pequena escultura renascentista reinterpretada, um fragmento de mitologia convertido em metal.
Envio certificado e bom embrulho.
