Garrafa de vidro - Cobre - antiga mezzina,

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Eduardo Laia Martins
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Descrição fornecida pelo vendedor

Antiga jarra de água em cobre, meia-rosa, artesanalmente fabricada em cobre e pertencente à tradição doméstica e rural italiana.
Trata-se de um recipiente de época, feito à mão e destinado originalmente ao uso cotidiano para retirar, transportar e conservar água nas habitações. Objetos desse tipo eram comumente utilizados nas casas de campo, nas operações rurais e nos ambientes rurais, quando a água era retirada de poços, fontes ou cisternas e levada para dentro de casa.
O corpo central apresenta a característica forma ampla, arredondada e levemente afunilada, projetada para oferecer boa capacidade e facilitar o transporte. A parte inferior se estreita progressivamente até uma base circular, tornando o conjunto estável e bem proporcionado.
Dotado de uma grande alça móvel em arco, robusta e funcional, presa ao corpo por anéis e suportes metálicos. Do lado oposto há uma segunda alça lateral em cobre, ampla e curva, útil para erguer, inclinar e verter o conteúdo com maior controle.
O longo bocal lateral, levemente elevado para cima, permitia verter a água de forma prática e precisa.
A abertura superior é fechada por uma característica tampa elevada de formato tronco-conico, também em cobre e ligada ao recipiente por meio de uma corrente metálica, solução tradicional adotada para evitar que a tampa se perdesse durante o uso.
O objeto é feito em cobre montado manualmente. São bem visíveis as marcas do trabalho artesanal, as emendas, as calhas, as soldas e as irregularidades do metal, elementos que atestam o caráter autêntico e não industrial.
Particularmente interessantes são os pontos de fixação das alças, feitos com placas aplicadas e rebites visíveis. A construção se mostra robusta e funcional, coerente com um objeto destinado a uso cotidiano e prolongado.
A base é protegida por uma faixa circular bronzeada, verossimilmente em ferro ou em um metal mais pesado, aplicada para estabilizar o recipiente e proteger o fundo do desgaste causado pelo contato contínuo com pisos e superfícies.
A superfície conserva uma rica e sugestiva pátina do tempo, com tons marrons, avermelhados e cobreados, acompanhados de escurecimentos, oxidações e traços verde-azulados devido ao envelhecimento natural do cobre. Também há abrasões, riscos, amassados, deformações, irregularidades compatíveis com a idade e com a longa função prática do objeto.
O aspecto vivido e não restaurado representa uma parte importante do fascínio da peça e testemunha seu passado rural autêntico.
No passado, recipientes como esta meia-rosa eram empregados diariamente para extrair água de poços, fontes ou cisternas, transportá-la e armazená-la em casa. A forma arredondada garantia boa capacidade, a grande alça superior facilitava o transporte, a alça lateral permitia inclinar o recipiente e o bocal permitia verter a água de forma controlada. A tampa protegia o conteúdo da poeira e impurezas, enquanto o cobre contribuía para manter a água relativamente fresca.
Dimensões
Altura do recipiente sem alça: cerca de 35 cm.
Altura total com a alça levantada: cerca de 45 cm.
Largura total da alça ao bocal: cerca de 36 cm.
Circunferência máxima do corpo: cerca de 92 cm. Diâmetro da base 19 cm
largura da lateral da alça direita à esquerda cm. 30
Peso: cerca de 3 kg
Estado de conservação, o objeto apresenta condições compatíveis com a idade e com o uso prolongado.
A tampa está presente, íntegra e ligada ao recipiente por meio de sua corrente metálica.
O objeto não foi polido nem restaurado, a fim de preservar a pátina original e o aspecto autêntico. A estanqueidade a líquidos não foi verificada.

Antiga jarra de água em cobre, meia-rosa, artesanalmente fabricada em cobre e pertencente à tradição doméstica e rural italiana.
Trata-se de um recipiente de época, feito à mão e destinado originalmente ao uso cotidiano para retirar, transportar e conservar água nas habitações. Objetos desse tipo eram comumente utilizados nas casas de campo, nas operações rurais e nos ambientes rurais, quando a água era retirada de poços, fontes ou cisternas e levada para dentro de casa.
O corpo central apresenta a característica forma ampla, arredondada e levemente afunilada, projetada para oferecer boa capacidade e facilitar o transporte. A parte inferior se estreita progressivamente até uma base circular, tornando o conjunto estável e bem proporcionado.
Dotado de uma grande alça móvel em arco, robusta e funcional, presa ao corpo por anéis e suportes metálicos. Do lado oposto há uma segunda alça lateral em cobre, ampla e curva, útil para erguer, inclinar e verter o conteúdo com maior controle.
O longo bocal lateral, levemente elevado para cima, permitia verter a água de forma prática e precisa.
A abertura superior é fechada por uma característica tampa elevada de formato tronco-conico, também em cobre e ligada ao recipiente por meio de uma corrente metálica, solução tradicional adotada para evitar que a tampa se perdesse durante o uso.
O objeto é feito em cobre montado manualmente. São bem visíveis as marcas do trabalho artesanal, as emendas, as calhas, as soldas e as irregularidades do metal, elementos que atestam o caráter autêntico e não industrial.
Particularmente interessantes são os pontos de fixação das alças, feitos com placas aplicadas e rebites visíveis. A construção se mostra robusta e funcional, coerente com um objeto destinado a uso cotidiano e prolongado.
A base é protegida por uma faixa circular bronzeada, verossimilmente em ferro ou em um metal mais pesado, aplicada para estabilizar o recipiente e proteger o fundo do desgaste causado pelo contato contínuo com pisos e superfícies.
A superfície conserva uma rica e sugestiva pátina do tempo, com tons marrons, avermelhados e cobreados, acompanhados de escurecimentos, oxidações e traços verde-azulados devido ao envelhecimento natural do cobre. Também há abrasões, riscos, amassados, deformações, irregularidades compatíveis com a idade e com a longa função prática do objeto.
O aspecto vivido e não restaurado representa uma parte importante do fascínio da peça e testemunha seu passado rural autêntico.
No passado, recipientes como esta meia-rosa eram empregados diariamente para extrair água de poços, fontes ou cisternas, transportá-la e armazená-la em casa. A forma arredondada garantia boa capacidade, a grande alça superior facilitava o transporte, a alça lateral permitia inclinar o recipiente e o bocal permitia verter a água de forma controlada. A tampa protegia o conteúdo da poeira e impurezas, enquanto o cobre contribuía para manter a água relativamente fresca.
Dimensões
Altura do recipiente sem alça: cerca de 35 cm.
Altura total com a alça levantada: cerca de 45 cm.
Largura total da alça ao bocal: cerca de 36 cm.
Circunferência máxima do corpo: cerca de 92 cm. Diâmetro da base 19 cm
largura da lateral da alça direita à esquerda cm. 30
Peso: cerca de 3 kg
Estado de conservação, o objeto apresenta condições compatíveis com a idade e com o uso prolongado.
A tampa está presente, íntegra e ligada ao recipiente por meio de sua corrente metálica.
O objeto não foi polido nem restaurado, a fim de preservar a pátina original e o aspecto autêntico. A estanqueidade a líquidos não foi verificada.

Dados

Era
1900-2000
Peso
2,8 kg
Informação adicional do título
ancient mezzina,
País de origem
Itália
Material
Cobre
Estilo
Antigo
Estado
Em boas condições - usado com pequenos sinais de envelhecimento.
Altura
45 cm
Largura
35 cm
Profundidade
30 cm
Período Estimado
1900-1910
ItáliaVerificado
41
Objetos vendidos
100%
Privado

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