Caixa - estilo Napoleão III - ormolu - Porta-joias Mitológico





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 137393 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
É uma peça que respira esse luxo íntimo e teatral do bronze ao ormolu dos anos 1900, quando os ateliês europeus convertiam cofres e joalheiros em pequenos templos portáteis de mitologia e fantasia decorativa. Aqui a caixa se apresenta como uma arquitetura em miniatura: um corpo sólido, de linhas suaves e proporções equilibradas, revestido por painéis de veludo vermelho que atuam como um contraponto quente ao fulgor do dourado.
Sobre a tampa, a figura reclinada —um personagem mitológico que parece descansar em atitude serena, quase divina— domina a composição como se fosse a culminação narrativa do objeto. Não é apenas uma decoração: é a cena principal, o relato que coroa o joalheiro e lhe confere uma aura de relíquia simbólica. As figuras em relevo que decoram os laterais continuam essa história, desdobrando personagens e motivos clássicos que evocam episódios heroicos, alegorias ou cenas cortesãs reinterpretadas a partir da sensibilidade historicista do século XIX.
O ormolu traz esse brilho aveludado, profundo, que brinca com a luz em cada curva, em cada dobra das figuras. Superfícies são trabalhadas com um cinzelado fino, onde os detalhes — rostos, cabelos, tecidos, folhas, arabescos — se leem com clareza e mostram a mão experiente de um ateliê acostumado a fundir técnica e teatralidade. O pequeno buril frontal, perfeitamente integrado à decoração, lembra que este objeto não era apenas ornamental: guardava tesouros, segredos, peças íntimas, e o fazia com uma solenidade quase ritual.
No conjunto, o joalheiro encarna esse gosto decimonônico pela mitologia reinterpretada, pelo brilho quente do bronze dourado e pela ornamentação exuberante, mas equilibrada. É uma peça que não apenas guarda joias: guarda uma estética, uma época e uma forma de entender o luxo como relato visual.
Envio certificado e bom acondicionamento.
Mais sobre o vendedor
É uma peça que respira esse luxo íntimo e teatral do bronze ao ormolu dos anos 1900, quando os ateliês europeus convertiam cofres e joalheiros em pequenos templos portáteis de mitologia e fantasia decorativa. Aqui a caixa se apresenta como uma arquitetura em miniatura: um corpo sólido, de linhas suaves e proporções equilibradas, revestido por painéis de veludo vermelho que atuam como um contraponto quente ao fulgor do dourado.
Sobre a tampa, a figura reclinada —um personagem mitológico que parece descansar em atitude serena, quase divina— domina a composição como se fosse a culminação narrativa do objeto. Não é apenas uma decoração: é a cena principal, o relato que coroa o joalheiro e lhe confere uma aura de relíquia simbólica. As figuras em relevo que decoram os laterais continuam essa história, desdobrando personagens e motivos clássicos que evocam episódios heroicos, alegorias ou cenas cortesãs reinterpretadas a partir da sensibilidade historicista do século XIX.
O ormolu traz esse brilho aveludado, profundo, que brinca com a luz em cada curva, em cada dobra das figuras. Superfícies são trabalhadas com um cinzelado fino, onde os detalhes — rostos, cabelos, tecidos, folhas, arabescos — se leem com clareza e mostram a mão experiente de um ateliê acostumado a fundir técnica e teatralidade. O pequeno buril frontal, perfeitamente integrado à decoração, lembra que este objeto não era apenas ornamental: guardava tesouros, segredos, peças íntimas, e o fazia com uma solenidade quase ritual.
No conjunto, o joalheiro encarna esse gosto decimonônico pela mitologia reinterpretada, pelo brilho quente do bronze dourado e pela ornamentação exuberante, mas equilibrada. É uma peça que não apenas guarda joias: guarda uma estética, uma época e uma forma de entender o luxo como relato visual.
Envio certificado e bom acondicionamento.

