Jarre - Mangbetu - República Democrática do Congo (Sem preço de reserva)





€1 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 137810 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Belíssima jarra mangbetu em terracota.
Ao seio da cultura Mangbetu, o crânio alongado constituía um verdadeiro ideal de beleza. Para alcançá-lo, a cabeça dos recém-nascidos era estreitamente contida por finos cordões trançados. Uma vez adultos, homens e mulheres continuavam a usar esses cordões para acentuar a forma alongada. Essa estética era acompanhada por ornamentos específicos nos chapéus de penas para os homens, e por imponentes extensões capilares formando uma aureola para as mulheres, como se observa neste vaso. A aparência feminina era aperfeiçoada por escarificações e pinturas corporais, com motivos fielmente reproduzidos nas cerâmicas esculpidas.
Quanto ao artesanato da terra, se a produção de cerâmicas utilitárias tradicionalmente cabia às mulheres, muitas peças ricamente ornamentadas do fim do século XIX e do início do século XX foram realizadas por homens. Naquela época, alguns ferreiros, já mestres no trabalho do metal, do marfim e da madeira, ampliaram assim seu saber-fazer ao se dedicarem à arte da cerâmica.
Belíssima jarra mangbetu em terracota.
Ao seio da cultura Mangbetu, o crânio alongado constituía um verdadeiro ideal de beleza. Para alcançá-lo, a cabeça dos recém-nascidos era estreitamente contida por finos cordões trançados. Uma vez adultos, homens e mulheres continuavam a usar esses cordões para acentuar a forma alongada. Essa estética era acompanhada por ornamentos específicos nos chapéus de penas para os homens, e por imponentes extensões capilares formando uma aureola para as mulheres, como se observa neste vaso. A aparência feminina era aperfeiçoada por escarificações e pinturas corporais, com motivos fielmente reproduzidos nas cerâmicas esculpidas.
Quanto ao artesanato da terra, se a produção de cerâmicas utilitárias tradicionalmente cabia às mulheres, muitas peças ricamente ornamentadas do fim do século XIX e do início do século XX foram realizadas por homens. Naquela época, alguns ferreiros, já mestres no trabalho do metal, do marfim e da madeira, ampliaram assim seu saber-fazer ao se dedicarem à arte da cerâmica.

