Claudio SECCHI (1920-) - L'ombrellino viola





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Claudio Secchi (nascido em 1920) L'ombrellino viola, pintura a óleo sobre tela, 70 × 50 cm, edição original, período 1970–1980, assinado, em bom estado, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
Claudio Secchi nasce em Milão em 1920.
Maestro d'arte, formou-se no Instituto de Arte A. Venturi de Modena, cidade na qual vive e trabalha.
Começa a pintar a óleo sobre tela aos 13 anos e, ainda hoje, a mais de trinta anos de distância, essa é a técnica que usa predominantemente.
Os primeiros trabalhos são abstratos, vagamente metafísicos, baseados numa busca da cor como meio expressivo predominante.
Inicia então um longo percurso de pesquisa, no qual a cor busca uma forma. É um percurso que, pelo uso forte e puro da cor, o leva para os impressionistas. A cor é apoiada sobre formas cada vez mais reconhecíveis, até chegar às arquiteturas, à figura humana e ao retrato.
Daquele momento, começa a busca de um significado.
Em 2005 abandona as formas e, com um abstratismo de sabor impressionista, nasce a série de céus intitulada "Al di là delle nuvole", onde a luta entre luz e escuridão simboliza aquela entre o bem e o mal.
Em 2006, a partir de um sonho, nasce a série "Trascendendo". A cor é sempre forte e pura, mas para a forma foram abandonadas todas as referências nem ao real nem ao abstrato "clássico", recorrendo-se ao uso de geometrias para representar uma dimensão que é trascendente.
Sobre isso ele ainda está trabalhando.
A pesquisa sobre o uso dos meios expressivos o levou a experiências também no campo musical e teatral.
Desde 2004 faz parte da NGA, um grupo de pintores, escultores e fotógrafos com o qual já expôs em diversas coletivas.
Claudio Secchi nasce em Milão em 1920.
Maestro d'arte, formou-se no Instituto de Arte A. Venturi de Modena, cidade na qual vive e trabalha.
Começa a pintar a óleo sobre tela aos 13 anos e, ainda hoje, a mais de trinta anos de distância, essa é a técnica que usa predominantemente.
Os primeiros trabalhos são abstratos, vagamente metafísicos, baseados numa busca da cor como meio expressivo predominante.
Inicia então um longo percurso de pesquisa, no qual a cor busca uma forma. É um percurso que, pelo uso forte e puro da cor, o leva para os impressionistas. A cor é apoiada sobre formas cada vez mais reconhecíveis, até chegar às arquiteturas, à figura humana e ao retrato.
Daquele momento, começa a busca de um significado.
Em 2005 abandona as formas e, com um abstratismo de sabor impressionista, nasce a série de céus intitulada "Al di là delle nuvole", onde a luta entre luz e escuridão simboliza aquela entre o bem e o mal.
Em 2006, a partir de um sonho, nasce a série "Trascendendo". A cor é sempre forte e pura, mas para a forma foram abandonadas todas as referências nem ao real nem ao abstrato "clássico", recorrendo-se ao uso de geometrias para representar uma dimensão que é trascendente.
Sobre isso ele ainda está trabalhando.
A pesquisa sobre o uso dos meios expressivos o levou a experiências também no campo musical e teatral.
Desde 2004 faz parte da NGA, um grupo de pintores, escultores e fotógrafos com o qual já expôs em diversas coletivas.

