Armário com vitrine - Madeira, Vidro - Vitrine D. Maria





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Vitrina/Oratório português em madeira de mogno do século XIX, de dois corpos com vitrine superior e base de cinco gavetas, decorada com colunas torneadas, arco historicista, galeria vazada e ferragens em latão.
Descrição fornecida pelo vendedor
Oratório / Vitrine D. Maria. Português, do século XIX, executado em madeira de mogno, de estrutura arquitetónica vertical e composição em dois corpos, combinando funções de oratório, vitrine e móvel de arrumação. O corpo superior apresenta configuração de nicho ou vitrine, enquadrado por colunas e meias-colunas torneadas, dispostas em pares, que conferem acentuada verticalidade ao conjunto. A abertura central é rematada superiormente por arco apontado, de inspiração historicista, enquadrado por moldura moldurada em mogno. O interior é provido de porta, laterais e duas prateleiras em vidro, destinadas à exposição de imagens devocionais, objetos religiosos ou peças decorativas. A estrutura lateral desenvolve-se através de elementos torneados de perfil balaustrado, intercalados por blocos entalhados com motivos vegetalistas e geométricos, repetidos nos diferentes níveis do móvel. Estes elementos criam uma articulação arquitetónica particularmente rica entre os dois corpos. O remate superior assume especial destaque, apresentando uma galeria vazada em madeira, formada por sucessão de elementos entrelaçados de desenho geométrico, enquadrada lateralmente por pequenos corpos arquitetónicos entalhados. Nos extremos elevam-se pináculos torneados e rematados por elementos em forma de chama ou botão, reforçando o carácter monumental e decorativo da peça. A zona superior apresenta ainda decoração entalhada junto ao arco central, com folhagens estilizadas e motivos vegetalistas, aplicados simetricamente sobre a madeira. O corpo inferior é constituído por uma cómoda ou base de cinco gavetas sobrepostas, de frentes lisas e molduradas, integradas na arquitetura geral do móvel. Cada gaveta é munida de dois puxadores metálicos em latão, de desenho recortado e decorativo, provavelmente de inspiração neoclássica ou historicista. As gavetas encontram-se lateralmente enquadradas por novos pares de colunas torneadas, prolongando visualmente os elementos verticais do corpo superior e conferindo continuidade à composição. A transição entre os dois corpos é marcada por uma cintura saliente e moldurada, enriquecida nas extremidades por reservas entalhadas de decoração vegetalista, repetidas também na zona inferior Assenta sobre base moldurada, com pequenos pés de secção circular e elementos salientes nos cantos, mantendo a robustez estrutural sem comprometer a elegância do conjunto. A madeira de mogno apresenta tonalidade castanha quente e profunda, com variações naturais de veio e pátina compatíveis com a antiguidade da peça. O contraste entre as superfícies lisas, os torneados, os entalhamentos e as ferragens de tonalidade dourada contribui para a riqueza visual do móvel. Embora tradicionalmente identificado como “D. Maria”, a peça integra também elementos de linguagem historicista e neogótica, particularmente evidentes no arco apontado, pináculos, galeria vazada e organização arquitetónica do corpo superior, característica de produções portuguesas oitocentistas em que diferentes repertórios decorativos coexistem.
Origem: Portugal
Época: século XIX
Material: madeira de mogno
Estrutura: dois corpos
Corpo superior: oratório/vitrine com porta, laterais e duas prateleiras em vidro
Corpo inferior: cinco gavetas
Decoração: torneados, entalhamentos vegetalistas e geométricos, galeria vazada e pináculos
Ferragens: puxadores em metal amarelo/latão
Estilo: D. Maria com elementos historicistas/neogóticos
Dimensões: 193 × 78 × 44 cm
Oratório / Vitrine D. Maria. Português, do século XIX, executado em madeira de mogno, de estrutura arquitetónica vertical e composição em dois corpos, combinando funções de oratório, vitrine e móvel de arrumação. O corpo superior apresenta configuração de nicho ou vitrine, enquadrado por colunas e meias-colunas torneadas, dispostas em pares, que conferem acentuada verticalidade ao conjunto. A abertura central é rematada superiormente por arco apontado, de inspiração historicista, enquadrado por moldura moldurada em mogno. O interior é provido de porta, laterais e duas prateleiras em vidro, destinadas à exposição de imagens devocionais, objetos religiosos ou peças decorativas. A estrutura lateral desenvolve-se através de elementos torneados de perfil balaustrado, intercalados por blocos entalhados com motivos vegetalistas e geométricos, repetidos nos diferentes níveis do móvel. Estes elementos criam uma articulação arquitetónica particularmente rica entre os dois corpos. O remate superior assume especial destaque, apresentando uma galeria vazada em madeira, formada por sucessão de elementos entrelaçados de desenho geométrico, enquadrada lateralmente por pequenos corpos arquitetónicos entalhados. Nos extremos elevam-se pináculos torneados e rematados por elementos em forma de chama ou botão, reforçando o carácter monumental e decorativo da peça. A zona superior apresenta ainda decoração entalhada junto ao arco central, com folhagens estilizadas e motivos vegetalistas, aplicados simetricamente sobre a madeira. O corpo inferior é constituído por uma cómoda ou base de cinco gavetas sobrepostas, de frentes lisas e molduradas, integradas na arquitetura geral do móvel. Cada gaveta é munida de dois puxadores metálicos em latão, de desenho recortado e decorativo, provavelmente de inspiração neoclássica ou historicista. As gavetas encontram-se lateralmente enquadradas por novos pares de colunas torneadas, prolongando visualmente os elementos verticais do corpo superior e conferindo continuidade à composição. A transição entre os dois corpos é marcada por uma cintura saliente e moldurada, enriquecida nas extremidades por reservas entalhadas de decoração vegetalista, repetidas também na zona inferior Assenta sobre base moldurada, com pequenos pés de secção circular e elementos salientes nos cantos, mantendo a robustez estrutural sem comprometer a elegância do conjunto. A madeira de mogno apresenta tonalidade castanha quente e profunda, com variações naturais de veio e pátina compatíveis com a antiguidade da peça. O contraste entre as superfícies lisas, os torneados, os entalhamentos e as ferragens de tonalidade dourada contribui para a riqueza visual do móvel. Embora tradicionalmente identificado como “D. Maria”, a peça integra também elementos de linguagem historicista e neogótica, particularmente evidentes no arco apontado, pináculos, galeria vazada e organização arquitetónica do corpo superior, característica de produções portuguesas oitocentistas em que diferentes repertórios decorativos coexistem.
Origem: Portugal
Época: século XIX
Material: madeira de mogno
Estrutura: dois corpos
Corpo superior: oratório/vitrine com porta, laterais e duas prateleiras em vidro
Corpo inferior: cinco gavetas
Decoração: torneados, entalhamentos vegetalistas e geométricos, galeria vazada e pináculos
Ferragens: puxadores em metal amarelo/latão
Estilo: D. Maria com elementos historicistas/neogóticos
Dimensões: 193 × 78 × 44 cm

