Morisot - Orbis Maritimi - 1643





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23 MAPAS E GRANDE NAUMÁQUIA ROMANA - NÁVOS, PORTOS, COLÔNIAS, LEIS E BATALHAS NAVAIS
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO - AMÉRICA, MAGALHÃES, AS GRANDES NAVEGAÇÕES
Primeira e única edição do monumental Orbis Maritimi de Claude-Barthélemy Morisot, publicado em Dijon em 1643, uma das mais vastas e ambiciosas obras do século XVII inteiramente dedicadas à história do mar, à navegação e às potências marítimas. O volume reconstrói, de forma enciclopédica, a relação do homem com o mar desde a antiguidade clássica até a era das grandes explorações oceânicas, abordando navios, frotas, batalhas navais, portos, armamentos, colônias, legislação marítima, navegação, ventos, marés e fenômenos oceAnoógicos. A obra é estruturada em dois grandes volumes de cinquenta capítulos cada: o primeiro dedicado principalmente ao mundo antigo, o segundo às navegações modernas e à progressiva expansão europeia nos oceanos. Excepcional o aparato figurativo, composto por frontispício alegórico gravado, 23 mapas geográficos, numerosas representações de navios, embarcações, moedas e medalhas e, sobretudo, pela famosa grande placa dobrável da naumáquia romana, uma das imagens mais espetaculares da antiquaria marinha do século XVII. Particulamente importantes as seções dedicadas às explorações árticas, a Walter Raleigh, a Magalhães e às Américas.
POR QUE COMPRAR
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO – DIJON 1643! Um monumento da historiografia naval do século XVII.
23 MAPAS + GRANDE NAUMÁQUIA DOBRÁVEL! Um extraordinário aparato cartográfico e iconográfico.
(DAS FROTAS ROMANAS À AMÉRICA)! Navegações antigas, Raleigh, Magalhães, Ártico e grandes descobertas oceânicas.
UMA ENCICLOPÉDIA DO MAR! Navios, portos, batalhas, leis marítimas, colônias e cultura naval reunidos em um único grande volume.
VALOR DE MERCADO
O Orbis Maritimi de 1643 pertence à faixa mais valorizada da bibliografia marítima e naval do século XVII. A primeira e única edição é particularmente procurada quando conserva todo o aparato iconográfico e cartográfico, pois as 23 cartas geográficas e, sobretudo, a grande tábua da naumáquia são elementos facilmente suscetíveis à separação ou dispersão. Para um exemplar completo e bem conservado, parece realista um valor de varejo na ordem de €4.000-5.000, com possibilidades de valores superiores para cópias especialmente recentes, com margens amplas e com proveniência histórica significativa.
FÍSICO / CONDIÇÃO - EXEMPLO DE COLECIONADOR
EM FOLIO - Pp. (2), 24 nn., 726, 18 nn., (2). Frontispício tipográfico impresso em vermelho e preto; frontispício alegórico gravado dentro de elaborada arquitetura com personificações, divindades marinhas, âncoras, conchas e cena naval. Uma grande tábua gravada dobrável em duas páginas retratando uma naumáquia romana; 1 gravura em página inteira; 23 cartas geográficas gravadas; 11 representações de navios e embarcações; 9 séries iconográficas dedicadas a moedas e medalhas, além de outras ilustrações no texto. Encadernação contemporânea ou de pouco tempo depois, em meia pele de carneiro com pratos marmorizados, dorso com nervuras e tassel em morroquino e título em ouro, sinais de uso. Cartas com algumas fluorescências, amarelamentos e normais traços do tempo. Antigo carimbo de proveniência “Carthusiae Villenovae” no frontispício, provavelmente referente a uma biblioteca quando da ordem dos cartuxos de Villeneuve. Como todos os volumes antigos, podem ocorrer defeitos leves ou restaurações não expressamente mencionadas.
TÍTULOS COMPLETOS & AUTORES
Claude-Barthélemy Morisot (1592-1661).
Orbis maritimi sive Rerum in mari et littoribus gestarum generalis historia.
Divione: apud Petrum Palliot, 1643.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.
Pp. (2), 24 nn., 726, 18 nn., (2).
Com frontispício alegórico, grande naumáquia dobrável, 23 cartas geográficas e numerosas ilustrações náuticas e numismáticas.
BIOGRAFIA DO AUTOR
Claude-Barthélemy Morisot (Dijon, 1592-1661) foi jurista, erudito, historiador e homem de letras francês, figura representativa da cultura borgonhesa do início do século XVII. Cultivou interesses vastíssimos, desde a antiguidade clássica até a história, da geografia à navegação, e no Orbis Maritimi buscou reunir esse saber num projeto de ambição extraordinária: reconstruir uma verdadeira história universal do homem sobre o mar. Morisot utiliza fontes clássicas, crônicas medievais, relatos de viagem, materiais cartográficos e testemunhos modernos, construindo uma síntese que atravessa civilizações, épocas e oceanos. Sua originalidade reside justamente na capacidade de considerar o mar não como mero palco de batalhas, mas como espaço político, econômico, técnico e cultural onde se desenvolvem comércio, exploração, impérios, legislações e novos conhecimentos geográficos. O Orbis Maritimi permanece como seu trabalho mais ambicioso e uma das sínteses enciclopédias mais precoces da civilização marítima europeia.
RARIDADE
O Orbis Maritimi é obra rara e particularmente desejável quando conserva integralmente seu riquíssimo aparato ilustrativo. A natureza da primeira e única edição aumenta ainda mais o valor bibliográfico. As 23 cartas geográficas, a grande tábua dobrável da naumáquia, as representações navais e as séries numismáticas foram elementos facilmente separáveis e frequentemente dispersos com o tempo, tornando as cópias completas muito mais interessantes. A obra possui ainda um forte interesse transverso: história naval, cartografia, explorações, antiquarianismo, América, história da ciência e cultura do Grand Siècle convergem no mesmo volume. A presença da proveniência cartuxa acrescenta charme histórico adicional ao exemplar.
IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
O Orbis Maritimi ocupa posição excepcional na história da literatura naval, pois tenta uma das primeiras tratativas realmente universais da relação do homem com o mar. Morisot aborda não apenas a construção de navios e a guerra naval, mas também portos, colônias, direito marítimo, navegação, marés, ventos, fenômenos oceano-gráficos e grandes explorações. A primeira parte reconstrói o mundo marítimo antigo, enquanto a segunda acompanha a expansão oceânica das potências europeias. Partes particularmente importantes são as páginas dedicadas ao Ártico, às façanhas de Walter Raleigh, a Magalhães e às Américas, acompanhadas por três cartas geográficas. A celebérrima Naumachiae id est navalis pugnae mostra, com força antiquária e scenográfica, o espetáculo da guerra naval romana. A obra representa, portanto, uma ponte entre erudição clássica e nova geografia global do século XVII, mostrando como a história do mar já havia se tornado parte essencial da história universal.
BIBLIOGRAFIA
Sabin, Bibliotheca Americana, n. 50723.
Borba de Moraes, Bibliographia Brasiliana, II, pp. 597-598.
Brunet, Manuel du libraire, Supplément, 1122.
Alden & Landis, European Americana, 643/185.
USTC 6810141.
Claude-Barthélemy Morisot, Orbis Maritimi, Dijon, Pierre Palliot, 1643.
Repertórios bibliográficos dedicados à história naval, à cartografia e às explorações geográficas do século XVII.
Mais sobre o vendedor
23 MAPAS E GRANDE NAUMÁQUIA ROMANA - NÁVOS, PORTOS, COLÔNIAS, LEIS E BATALHAS NAVAIS
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO - AMÉRICA, MAGALHÃES, AS GRANDES NAVEGAÇÕES
Primeira e única edição do monumental Orbis Maritimi de Claude-Barthélemy Morisot, publicado em Dijon em 1643, uma das mais vastas e ambiciosas obras do século XVII inteiramente dedicadas à história do mar, à navegação e às potências marítimas. O volume reconstrói, de forma enciclopédica, a relação do homem com o mar desde a antiguidade clássica até a era das grandes explorações oceânicas, abordando navios, frotas, batalhas navais, portos, armamentos, colônias, legislação marítima, navegação, ventos, marés e fenômenos oceAnoógicos. A obra é estruturada em dois grandes volumes de cinquenta capítulos cada: o primeiro dedicado principalmente ao mundo antigo, o segundo às navegações modernas e à progressiva expansão europeia nos oceanos. Excepcional o aparato figurativo, composto por frontispício alegórico gravado, 23 mapas geográficos, numerosas representações de navios, embarcações, moedas e medalhas e, sobretudo, pela famosa grande placa dobrável da naumáquia romana, uma das imagens mais espetaculares da antiquaria marinha do século XVII. Particulamente importantes as seções dedicadas às explorações árticas, a Walter Raleigh, a Magalhães e às Américas.
POR QUE COMPRAR
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO – DIJON 1643! Um monumento da historiografia naval do século XVII.
23 MAPAS + GRANDE NAUMÁQUIA DOBRÁVEL! Um extraordinário aparato cartográfico e iconográfico.
(DAS FROTAS ROMANAS À AMÉRICA)! Navegações antigas, Raleigh, Magalhães, Ártico e grandes descobertas oceânicas.
UMA ENCICLOPÉDIA DO MAR! Navios, portos, batalhas, leis marítimas, colônias e cultura naval reunidos em um único grande volume.
VALOR DE MERCADO
O Orbis Maritimi de 1643 pertence à faixa mais valorizada da bibliografia marítima e naval do século XVII. A primeira e única edição é particularmente procurada quando conserva todo o aparato iconográfico e cartográfico, pois as 23 cartas geográficas e, sobretudo, a grande tábua da naumáquia são elementos facilmente suscetíveis à separação ou dispersão. Para um exemplar completo e bem conservado, parece realista um valor de varejo na ordem de €4.000-5.000, com possibilidades de valores superiores para cópias especialmente recentes, com margens amplas e com proveniência histórica significativa.
FÍSICO / CONDIÇÃO - EXEMPLO DE COLECIONADOR
EM FOLIO - Pp. (2), 24 nn., 726, 18 nn., (2). Frontispício tipográfico impresso em vermelho e preto; frontispício alegórico gravado dentro de elaborada arquitetura com personificações, divindades marinhas, âncoras, conchas e cena naval. Uma grande tábua gravada dobrável em duas páginas retratando uma naumáquia romana; 1 gravura em página inteira; 23 cartas geográficas gravadas; 11 representações de navios e embarcações; 9 séries iconográficas dedicadas a moedas e medalhas, além de outras ilustrações no texto. Encadernação contemporânea ou de pouco tempo depois, em meia pele de carneiro com pratos marmorizados, dorso com nervuras e tassel em morroquino e título em ouro, sinais de uso. Cartas com algumas fluorescências, amarelamentos e normais traços do tempo. Antigo carimbo de proveniência “Carthusiae Villenovae” no frontispício, provavelmente referente a uma biblioteca quando da ordem dos cartuxos de Villeneuve. Como todos os volumes antigos, podem ocorrer defeitos leves ou restaurações não expressamente mencionadas.
TÍTULOS COMPLETOS & AUTORES
Claude-Barthélemy Morisot (1592-1661).
Orbis maritimi sive Rerum in mari et littoribus gestarum generalis historia.
Divione: apud Petrum Palliot, 1643.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.
Pp. (2), 24 nn., 726, 18 nn., (2).
Com frontispício alegórico, grande naumáquia dobrável, 23 cartas geográficas e numerosas ilustrações náuticas e numismáticas.
BIOGRAFIA DO AUTOR
Claude-Barthélemy Morisot (Dijon, 1592-1661) foi jurista, erudito, historiador e homem de letras francês, figura representativa da cultura borgonhesa do início do século XVII. Cultivou interesses vastíssimos, desde a antiguidade clássica até a história, da geografia à navegação, e no Orbis Maritimi buscou reunir esse saber num projeto de ambição extraordinária: reconstruir uma verdadeira história universal do homem sobre o mar. Morisot utiliza fontes clássicas, crônicas medievais, relatos de viagem, materiais cartográficos e testemunhos modernos, construindo uma síntese que atravessa civilizações, épocas e oceanos. Sua originalidade reside justamente na capacidade de considerar o mar não como mero palco de batalhas, mas como espaço político, econômico, técnico e cultural onde se desenvolvem comércio, exploração, impérios, legislações e novos conhecimentos geográficos. O Orbis Maritimi permanece como seu trabalho mais ambicioso e uma das sínteses enciclopédias mais precoces da civilização marítima europeia.
RARIDADE
O Orbis Maritimi é obra rara e particularmente desejável quando conserva integralmente seu riquíssimo aparato ilustrativo. A natureza da primeira e única edição aumenta ainda mais o valor bibliográfico. As 23 cartas geográficas, a grande tábua dobrável da naumáquia, as representações navais e as séries numismáticas foram elementos facilmente separáveis e frequentemente dispersos com o tempo, tornando as cópias completas muito mais interessantes. A obra possui ainda um forte interesse transverso: história naval, cartografia, explorações, antiquarianismo, América, história da ciência e cultura do Grand Siècle convergem no mesmo volume. A presença da proveniência cartuxa acrescenta charme histórico adicional ao exemplar.
IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
O Orbis Maritimi ocupa posição excepcional na história da literatura naval, pois tenta uma das primeiras tratativas realmente universais da relação do homem com o mar. Morisot aborda não apenas a construção de navios e a guerra naval, mas também portos, colônias, direito marítimo, navegação, marés, ventos, fenômenos oceano-gráficos e grandes explorações. A primeira parte reconstrói o mundo marítimo antigo, enquanto a segunda acompanha a expansão oceânica das potências europeias. Partes particularmente importantes são as páginas dedicadas ao Ártico, às façanhas de Walter Raleigh, a Magalhães e às Américas, acompanhadas por três cartas geográficas. A celebérrima Naumachiae id est navalis pugnae mostra, com força antiquária e scenográfica, o espetáculo da guerra naval romana. A obra representa, portanto, uma ponte entre erudição clássica e nova geografia global do século XVII, mostrando como a história do mar já havia se tornado parte essencial da história universal.
BIBLIOGRAFIA
Sabin, Bibliotheca Americana, n. 50723.
Borba de Moraes, Bibliographia Brasiliana, II, pp. 597-598.
Brunet, Manuel du libraire, Supplément, 1122.
Alden & Landis, European Americana, 643/185.
USTC 6810141.
Claude-Barthélemy Morisot, Orbis Maritimi, Dijon, Pierre Palliot, 1643.
Repertórios bibliográficos dedicados à história naval, à cartografia e às explorações geográficas do século XVII.
