Meriden Silver - Centro de mesa - Bronze prateado - Expositor de Leões





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Expositor de Leões em bronze com prateamento quadruplo, datado entre 1850–1900, estilo Napoleão III antigo americano, Meriden Silver, EUA; medidas 42 cm de largura, 22 cm de altura, 20 cm de profundidade; em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
É um centro de mesa que encarna aquela ourivesaria norte-americana do século XIX, em que o prateado quadruplo de Meriden atingiu a sua melhor expressão: um brilho denso, quase lunar, que não depende apenas do banho metálico, mas da qualidade do suporte e da espessura do revestimento. Aqui, esse prateado profundo serve como cenário para uma composição escultórica que não se contenta em ser decorativa; quer ser narrativa.
Dois leões frente a frente, erguidos sobre as patas traseiras, sustentam com os corpos tensos a estrutura central. Não são figuras meramente simbólicas: estão modelados com uma energia quase teatral, as jubares agitadas, as presas entreabertas, o gesto de guarda solene. Cada um apoia-se sobre uma base ornamentada com volutas e pequenos motivos vegetais, como se emergissem de um pedestal barroco reinterpretado à maneira vitoriana americana.
Entre eles abre-se a concha circular, ligeiramente afundada, pensada para receber uma tigela, uma taça ou um adorno floral. A borda do prato está trabalhada com um repertório de curvas, arabescos e pequenas cristas que lembram o gosto historicista da época: uma mistura de classicismo e fantasia que Meriden dominava com soltura. O prateado quadruplo acentua cada relevo, criando contrastes suaves entre as áreas polidas e as sombras formadas nos recantos do design.
A peça, no conjunto, transmite nobreza e teatralidade, como se fosse um pequeno altar doméstico dedicado à abundância ou à força protetora. É um objeto que não apenas fala do refinamento técnico de Meriden, mas também do imaginário simbólico do século XIX, onde os animais heráldicos se tornavam protagonistas da decoração.
Envio certificado e bom embalamento.
Mais sobre o vendedor
É um centro de mesa que encarna aquela ourivesaria norte-americana do século XIX, em que o prateado quadruplo de Meriden atingiu a sua melhor expressão: um brilho denso, quase lunar, que não depende apenas do banho metálico, mas da qualidade do suporte e da espessura do revestimento. Aqui, esse prateado profundo serve como cenário para uma composição escultórica que não se contenta em ser decorativa; quer ser narrativa.
Dois leões frente a frente, erguidos sobre as patas traseiras, sustentam com os corpos tensos a estrutura central. Não são figuras meramente simbólicas: estão modelados com uma energia quase teatral, as jubares agitadas, as presas entreabertas, o gesto de guarda solene. Cada um apoia-se sobre uma base ornamentada com volutas e pequenos motivos vegetais, como se emergissem de um pedestal barroco reinterpretado à maneira vitoriana americana.
Entre eles abre-se a concha circular, ligeiramente afundada, pensada para receber uma tigela, uma taça ou um adorno floral. A borda do prato está trabalhada com um repertório de curvas, arabescos e pequenas cristas que lembram o gosto historicista da época: uma mistura de classicismo e fantasia que Meriden dominava com soltura. O prateado quadruplo acentua cada relevo, criando contrastes suaves entre as áreas polidas e as sombras formadas nos recantos do design.
A peça, no conjunto, transmite nobreza e teatralidade, como se fosse um pequeno altar doméstico dedicado à abundância ou à força protetora. É um objeto que não apenas fala do refinamento técnico de Meriden, mas também do imaginário simbólico do século XIX, onde os animais heráldicos se tornavam protagonistas da decoração.
Envio certificado e bom embalamento.

