Galheteiro - Prata, Vidro - 1810 - 1822






Detém mestrado em negócios de arte e artes decorativas; exposta no TEFAF Maastricht.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Elegante galheteiro português da primeira metade do século XIX, de excecional qualidade de execução, composto por armação em prata relevada e vazada e conjunto de galhetas em vidro soprado e lapidado, ricamente decoradas com douração a ouro fino. A base circular, assente sobre pé elevado, apresenta uma elaborada decoração rendilhada de inspiração neoclássica, executada em prata vazada com motivos geométricos e vegetalistas. Ao centro eleva-se uma elegante haste torneada, rematada por asa móvel recortada, permitindo o transporte da peça, solução característica dos galheteiros de aparato produzidos nas primeiras décadas do século XIX. O conjunto conserva quatro recipientes originais em vidro transparente, destinados a azeite, vinagre e condimentos. As galhetas apresentam delicada decoração dourada aplicada à mão, composta por frisos, grinaldas, folhas estilizadas e motivos florais, complementada por tampas em vidro igualmente decoradas. As pegas moldadas conferem elegância e funcionalidade ao conjunto. A armação em prata ostenta as marcas municipais de Lisboa do ensaiador José Joaquim da Costa, datáveis entre 1810 e 1822 (marca L-38.0b), bem como a marca do prestigiado ourives Joaquim Prudêncio Vital Dinis, registado em 1812 e documentado até 1852 (marca L-443.0), constituindo um importante testemunho da ourivesaria portuguesa do período joanino tardio e neoclássico. Peça de elevado interesse histórico e colecionista, representativa das luxuosas mesas da aristocracia e alta burguesia portuguesas da primeira metade do século XIX. Estado de conservação: Bom estado geral, compatível com a antiguidade. Apresenta sinais de uso, uma das tampas em vidro encontra-se partida e verificam-se faltas de duas tampas, conforme descrito. A estrutura em prata mantém-se sólida e bem conservada.
Origem: Portugal
Época: 1.ª metade do século XIX (1810–1822)
Material: Prata e vidro soprado com decoração a ouro
Marcas: Lisboa, ensaiador José Joaquim da Costa (L-38.0b)
Ourives: Joaquim Prudêncio Vital Dinis (L-443.0)
Peso da prata: 2.506,3 gramas
Altura: 31 cm
Valor estimado de mercado
Elegante galheteiro português da primeira metade do século XIX, de excecional qualidade de execução, composto por armação em prata relevada e vazada e conjunto de galhetas em vidro soprado e lapidado, ricamente decoradas com douração a ouro fino. A base circular, assente sobre pé elevado, apresenta uma elaborada decoração rendilhada de inspiração neoclássica, executada em prata vazada com motivos geométricos e vegetalistas. Ao centro eleva-se uma elegante haste torneada, rematada por asa móvel recortada, permitindo o transporte da peça, solução característica dos galheteiros de aparato produzidos nas primeiras décadas do século XIX. O conjunto conserva quatro recipientes originais em vidro transparente, destinados a azeite, vinagre e condimentos. As galhetas apresentam delicada decoração dourada aplicada à mão, composta por frisos, grinaldas, folhas estilizadas e motivos florais, complementada por tampas em vidro igualmente decoradas. As pegas moldadas conferem elegância e funcionalidade ao conjunto. A armação em prata ostenta as marcas municipais de Lisboa do ensaiador José Joaquim da Costa, datáveis entre 1810 e 1822 (marca L-38.0b), bem como a marca do prestigiado ourives Joaquim Prudêncio Vital Dinis, registado em 1812 e documentado até 1852 (marca L-443.0), constituindo um importante testemunho da ourivesaria portuguesa do período joanino tardio e neoclássico. Peça de elevado interesse histórico e colecionista, representativa das luxuosas mesas da aristocracia e alta burguesia portuguesas da primeira metade do século XIX. Estado de conservação: Bom estado geral, compatível com a antiguidade. Apresenta sinais de uso, uma das tampas em vidro encontra-se partida e verificam-se faltas de duas tampas, conforme descrito. A estrutura em prata mantém-se sólida e bem conservada.
Origem: Portugal
Época: 1.ª metade do século XIX (1810–1822)
Material: Prata e vidro soprado com decoração a ouro
Marcas: Lisboa, ensaiador José Joaquim da Costa (L-38.0b)
Ourives: Joaquim Prudêncio Vital Dinis (L-443.0)
Peso da prata: 2.506,3 gramas
Altura: 31 cm
Valor estimado de mercado
