Castiçal - Bronze patinado - Bugia Nogotico





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Possui licenciaturas em Direito e História da Arte, mais diploma de leiloeira da École du Louvre.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Candelabro de quarto em bronze patinado (Gothic Revival) com a icônica Quimera de Paris e figuras mitológicas.
Propõe-se ao leilão uma peça fascinante e incomum: um raro candeeiro de quarto ("bugia" ou bougeoir) de manufatura francesa, datado da segunda metade do século XIX (aprox. 1860-1890, período Napoleão III), em plena prosperidade do gosto Eclético e Neogótico (Gothic Revival).
Detalhes artísticos e iconográficos:
O que torna esta peça particularmente cobiçada pelos colecionistas de Wunderkammer é a sua decoração escultórica riquíssima e excêntrica. Na base lobada, dentro de elegantes nichos, encontra-se a minuciosa reprodução da célebre Quimera de Notre-Dame de Paris, conhecida como "Le Stryge" (o strige, ou demônio pensativo), o icônico gargula adicionado à catedral pelo arquiteto Eugène Viollet-le-Duc durante as grandes restaurações oitocentistas.
A veia eclética prossegue na empunhadura em voluta, adornada por uma delícia figura mitológica alada (um jovem sátiro ou o deus Pan), capturada no momento de tocar a siringa (flauta de Pan). O fuste do candeeiro é decorado com edículas em arco ogival que abrigam figuras em estilo medieval em alto-relevo.
Material e Técnica:
O objeto é feito em liga metálica sólida (bronze/latão pesado) mediante excelente técnica de fundição em molde.
A montagem, bem visível no fundo, é garantida pelo típico eixo central roscado fixado por uma porca com fenda, característico do trabalho mecânico pré-industrial da época.
Estado de conservação:
O objeto apresenta-se em excelentes condições antiquárias originais.
Não há faltas, lascas, quebras ou soldas posteriores. A estrutura é perfeitamente sólida.
Foi deliberadamente e zelosa conservada a esplêndida patina escura do tempo (o objeto não sofreu polimentos químicos invasivos). Os claros-escuros naturais exaltam a tridimensionalidade da escultura e garantem a autenticidade histórica.
(Observe atentamente as fotografias anexas, que devem ser consideradas parte integrante da descrição).
Candelabro de quarto em bronze patinado (Gothic Revival) com a icônica Quimera de Paris e figuras mitológicas.
Propõe-se ao leilão uma peça fascinante e incomum: um raro candeeiro de quarto ("bugia" ou bougeoir) de manufatura francesa, datado da segunda metade do século XIX (aprox. 1860-1890, período Napoleão III), em plena prosperidade do gosto Eclético e Neogótico (Gothic Revival).
Detalhes artísticos e iconográficos:
O que torna esta peça particularmente cobiçada pelos colecionistas de Wunderkammer é a sua decoração escultórica riquíssima e excêntrica. Na base lobada, dentro de elegantes nichos, encontra-se a minuciosa reprodução da célebre Quimera de Notre-Dame de Paris, conhecida como "Le Stryge" (o strige, ou demônio pensativo), o icônico gargula adicionado à catedral pelo arquiteto Eugène Viollet-le-Duc durante as grandes restaurações oitocentistas.
A veia eclética prossegue na empunhadura em voluta, adornada por uma delícia figura mitológica alada (um jovem sátiro ou o deus Pan), capturada no momento de tocar a siringa (flauta de Pan). O fuste do candeeiro é decorado com edículas em arco ogival que abrigam figuras em estilo medieval em alto-relevo.
Material e Técnica:
O objeto é feito em liga metálica sólida (bronze/latão pesado) mediante excelente técnica de fundição em molde.
A montagem, bem visível no fundo, é garantida pelo típico eixo central roscado fixado por uma porca com fenda, característico do trabalho mecânico pré-industrial da época.
Estado de conservação:
O objeto apresenta-se em excelentes condições antiquárias originais.
Não há faltas, lascas, quebras ou soldas posteriores. A estrutura é perfeitamente sólida.
Foi deliberadamente e zelosa conservada a esplêndida patina escura do tempo (o objeto não sofreu polimentos químicos invasivos). Os claros-escuros naturais exaltam a tridimensionalidade da escultura e garantem a autenticidade histórica.
(Observe atentamente as fotografias anexas, que devem ser consideradas parte integrante da descrição).
