Meuble d'appui - Esquinero - Madeira





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Descrição fornecida pelo vendedor
É um esquinheiro que conserva esse ar cerimonial e levemente teatral dos móveis vitorianos finais, mas já filtrado pela sensibilidade mais leve e prática do início do século XX. A peça ergue-se como uma pequena arquitetura doméstica: quatro níveis que sobem em declive, cada um com suas margens sinuosas, quase ondulantes, que suavizam a geometria triangular própria dos móveis pensados para abraçar o canto sem se impor.
A madeira, com seu tom avermelhado e polido, exibe um brilho quente que denuncia tanto o cuidado do acabamento quanto a intenção decorativa. Não é um móvel meramente funcional: é um objeto que quer ser visto, que quer acompanhar a sala com um toque de refinamento. O pedestal central, que se abre em três pés curvados, confere essa elegância vertical tão característica do gosto vitoriano, onde até os suportes se tornavam elementos expressivos.
Há no conjunto uma mistura muito atraente entre leveza e ornamento: a estrutura é esbelta, quase aérea, mas os perfis recortados e a presença do pedestal lhe conferem um ar de peça bem trabalhada, pensada para exibir pequenos objetos, porcelanas, lembranças ou plantas. É o tipo de móvel que, em uma casa do início do século XX, ocuparia um canto da sala ou do hall, acrescentando um toque de distinção sem roubar o protagonismo.
Em síntese, um esquinheiro que combina a herança vitoriana —curvas, gosto pelo detalhe, elegância vertical— com a funcionalidade e a claridade de linhas que começavam a se impor na virada de século. Uma peça amável, decorativa e com aquele encanto sereno dos móveis que acompanharam várias gerações.
Envio registrado e bom acondicionamento.
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É um esquinheiro que conserva esse ar cerimonial e levemente teatral dos móveis vitorianos finais, mas já filtrado pela sensibilidade mais leve e prática do início do século XX. A peça ergue-se como uma pequena arquitetura doméstica: quatro níveis que sobem em declive, cada um com suas margens sinuosas, quase ondulantes, que suavizam a geometria triangular própria dos móveis pensados para abraçar o canto sem se impor.
A madeira, com seu tom avermelhado e polido, exibe um brilho quente que denuncia tanto o cuidado do acabamento quanto a intenção decorativa. Não é um móvel meramente funcional: é um objeto que quer ser visto, que quer acompanhar a sala com um toque de refinamento. O pedestal central, que se abre em três pés curvados, confere essa elegância vertical tão característica do gosto vitoriano, onde até os suportes se tornavam elementos expressivos.
Há no conjunto uma mistura muito atraente entre leveza e ornamento: a estrutura é esbelta, quase aérea, mas os perfis recortados e a presença do pedestal lhe conferem um ar de peça bem trabalhada, pensada para exibir pequenos objetos, porcelanas, lembranças ou plantas. É o tipo de móvel que, em uma casa do início do século XX, ocuparia um canto da sala ou do hall, acrescentando um toque de distinção sem roubar o protagonismo.
Em síntese, um esquinheiro que combina a herança vitoriana —curvas, gosto pelo detalhe, elegância vertical— com a funcionalidade e a claridade de linhas que começavam a se impor na virada de século. Uma peça amável, decorativa e com aquele encanto sereno dos móveis que acompanharam várias gerações.
Envio registrado e bom acondicionamento.

