Draghetti - Legge di Continuità nella Scala Musica - 1772

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Ilaria Colombo
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Especialista em livros antigos, focada em disputas teológicas desde 1999.

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MÚSICA, METAFÍSICA E MATEMÁTICA EM MILÃO: A DISCUSSÃO SOBRE A “LEI DA CONTINUIDADE”
Raro e fascinante escrito de filosofia da música publicado em Milão em 1772 por Andrea Draghetti, professor de Metafísica no Colégio de Brera. A obra constitui a réplica às objeções formuladas por Giovenale Sacchi, professor de Eloquência no Colégio Imperial, em torno da chamada “lei da continuidade” aplicada à escala musical. O debate situa-se no cruzamento entre metafísica, matemática, acústica e teoria musical, e representa uma das mais interessantes controvérsias intelectuais da Milão setecentista. Draghetti tenta demonstrar que a ordem dos sons e das proporções musicais pode ser interpretada através de princípios gerais de continuidade e regularidade, inserindo assim a música no grande debate filosófico europeu sobre a estrutura racional da natureza. De particular interesse é a tábua muitas vezes dobrada, colocada no final do volume, concebida como apoio gráfico às argumentações teóricas.

POR QUE COMPRAR
• MÚSICA E MATEMÁTICA – Uma rara aplicação da lei da continuidade à teoria e à escala musical.
• DISPUTA SETECENTISTA – Documento direto do confronto teórico entre dois docentes das instituições culturais milanesas.
• MILÃO ILUMINISTA – Interessante testemunho do encontro entre música, filosofia, ciência e cultura na Milão do Séc. XVIII.

VALOR DE MERCADO
Obra rara, especializada e de notável interesse para o campo da filosofia da música e da cultura científica setecentista. A disputa Draghetti-Sacchi é um tema fortemente de nicho, mas justamente por isso é pesquisável por colecionadores de tratados musicais, metafísica e história intelectual milanesa. Considerando a presença da tábua dobrável, a brochura contemporânea e as condições globalmente boas, preço sugerido: €300–400.

DESCRIÇÃO FÍSICA E CONDIÇÃO
Brochura marmorizada muda, contemporânea. À primeira vista aparece o título Della legge di continuità nella scala musica. Capa com marca tipográfica xilografada; letras capitulares ornamentadas; uma tábua fora de texto vezes dobrada no final da obra. Leves sinais de uso na brochura, com alguns pequenos rasgos no dorso; manchas de juventude nas primeiras páginas, mas o interior, no geral, bem conservado. Em livros antigos, com história de séculos, podem existir algumas imperfeições não sempre indicadas na descrição. Pp. (2); 94; 2nn; (2).

TÍTULO COMPLETO E AUTOR
Replica alla Risposta del Padre D. Giovenale Sacchi – Della legge di continuità nella scala musica
Milão, presso Giuseppe Galeazzi, 1772.
Andrea Draghetti.

CONTEXTO E SIGNIFICÂNCIA
A obra insere-se numa das questões mais fascinantes da cultura setecentista: a tentativa de relacionar a música a princípios universais de ordem matemática e filosófica. A chamada “lei da continuidade” decorre do debate europeu mais amplo sobre a natureza dos progressos graduais, das proporções e da continuidade nos fenômenos naturais, temas fortemente presentes na filosofia racionalista e na matemática moderna.
Draghetti aplica esse princípio à escala musical, buscando interpretar a ordenação dos sons e dos intervalos como parte de uma estrutura coerente e racional. As objeções de Giovenale Sacchi deram origem a uma verdadeira polêmica teórica, da qual esta Replica constitui uma das principais testemunhas.
A questão ia muito além da técnica musical: implicava perguntas sobre a relação entre sensação e razão, natureza e artifício, matemática e percepção. Em uma época em que a música era cada vez mais estudada também através de acústica, harmonia e proporções numéricas, a controvérsia ganhava, portanto, um significado filosófico geral. O contexto milanês é particularmente importante. Milão, na segunda metade do Séc. XVIII, era um dos principais centros culturais italianos, com um vivo confronto entre jesuítas, barnabitas, estudiosos de ciências, letterati e teóricos da música. O Colégio Brera e o Colégio Imperial eram lugares centrais de ensino e debate, e a disputa entre Draghetti e Sacchi reflete perfeitamente essa atmosfera intelectual.

BIOGRAFIA DO AUTOR
Andrea Draghetti foi jesuíta e professor de Metafísica no Colégio de Brera, em Milão. Sua atividade insere-se no ambiente da cultura filosófica e científica milanesa do século XVIII, caracterizada por uma intensa circulação de ideias provenientes da tradição scolástica, do racionalismo moderno e das novas ciências.
Seu interesse pela música nasce da aplicação de categorias filosóficas gerais a problemas de ordem, proporção e continuidade. Na disputa com Giovenale Sacchi, Draghetti defendeu sua própria elaboração da lei da continuidade na escala musical, buscando demonstrar sua consistência teórica e validade racional.
Giovenale Sacchi, pertencente à Congregação de São Paulo e professor de Eloquência no Colégio Imperial, foi por sua vez uma figura importante da cultura musical e literária milanesa, e o confronto entre os dois autores representa um dos episódios mais interessantes da teoria musical setecentista na Lombardia.

HISTÓRIA DE IMPRESSÃO E CIRCULAÇÃO
A Replica foi impressa em Milão, em 1772, por Giuseppe Galeazzi, Impressor Real, uma das figuras de destaque da editoração milanesa no Séc. XVIII. A obra nasce diretamente no interior de uma disputa já iniciada e deve, portanto, ser lida como texto polêmico e de resposta, destinado a um público culto e restrito de músicos, filósofos, membros da igreja e estudiosos.
A presença de uma tábua dobrada no final do volume demonstra que o argumento não era meramente verbal, mas recorriu também a uma representação gráfica das relações musicais e teóricas discutidas no texto. Este elemento confere ao volume um interesse particular para a história da representação visual das teorias musicais.
A natureza contestatória da obra e seu destino especializado indicam uma circulação relativamente limitada, característica que hoje contribui para a sua raridade no mercado de antiguidades.

BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
Andrea Draghetti, Replica del Padre Andrea Draghetti della Compagnia di Gesù alla risposta del Padre Giovenale Sacchi, Milão, Giuseppe Galeazzi, 1772.
Giovenale Sacchi, escritos relativos à disputa sobre a lei da continuidade na escala musical.
Estudos sobre a teoria musical milanesa do XVIII século.
Estudos sobre a filosofia da música, sobre a matematização da harmonia e sobre acústica no Séc. XVIII.
Repertórios sobre a produção editorial de Giuseppe Galeazzi e sobre a cultura científica e musical da Milão iluminista.

Mais sobre o vendedor

RareBooks NO-RESERVE traz o charme da antiguidade para a era digital — com vendas selecionadas, ofertas excepcionais e histórias que valem a pena colecionar. Porque possuir um livro raro deve parecer uma descoberta, não um luxo. RareBooks NO-RESERVE está revolucionando o mercado online de livros antigos e raros. Como pioneira no comércio eletrônico, a empresa transforma o acesso a edições valiosas e colecionáveis ao lançar vendas relâmpago exclusivas nas principais plataformas — oferecendo descontos significativos em livros que normalmente estão disponíveis apenas a preços premium. Com foco aguçado em visibilidade, inovação digital e precificação estratégica, a RareBooks NO-RESERVE transforma a raridade em oportunidade, construindo fidelidade duradoura dos clientes por meio de ofertas irresistíveis e propostas de valor cuidadosamente selecionadas.
Traduzido pelo Google Tradutor

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MÚSICA, METAFÍSICA E MATEMÁTICA EM MILÃO: A DISCUSSÃO SOBRE A “LEI DA CONTINUIDADE”
Raro e fascinante escrito de filosofia da música publicado em Milão em 1772 por Andrea Draghetti, professor de Metafísica no Colégio de Brera. A obra constitui a réplica às objeções formuladas por Giovenale Sacchi, professor de Eloquência no Colégio Imperial, em torno da chamada “lei da continuidade” aplicada à escala musical. O debate situa-se no cruzamento entre metafísica, matemática, acústica e teoria musical, e representa uma das mais interessantes controvérsias intelectuais da Milão setecentista. Draghetti tenta demonstrar que a ordem dos sons e das proporções musicais pode ser interpretada através de princípios gerais de continuidade e regularidade, inserindo assim a música no grande debate filosófico europeu sobre a estrutura racional da natureza. De particular interesse é a tábua muitas vezes dobrada, colocada no final do volume, concebida como apoio gráfico às argumentações teóricas.

POR QUE COMPRAR
• MÚSICA E MATEMÁTICA – Uma rara aplicação da lei da continuidade à teoria e à escala musical.
• DISPUTA SETECENTISTA – Documento direto do confronto teórico entre dois docentes das instituições culturais milanesas.
• MILÃO ILUMINISTA – Interessante testemunho do encontro entre música, filosofia, ciência e cultura na Milão do Séc. XVIII.

VALOR DE MERCADO
Obra rara, especializada e de notável interesse para o campo da filosofia da música e da cultura científica setecentista. A disputa Draghetti-Sacchi é um tema fortemente de nicho, mas justamente por isso é pesquisável por colecionadores de tratados musicais, metafísica e história intelectual milanesa. Considerando a presença da tábua dobrável, a brochura contemporânea e as condições globalmente boas, preço sugerido: €300–400.

DESCRIÇÃO FÍSICA E CONDIÇÃO
Brochura marmorizada muda, contemporânea. À primeira vista aparece o título Della legge di continuità nella scala musica. Capa com marca tipográfica xilografada; letras capitulares ornamentadas; uma tábua fora de texto vezes dobrada no final da obra. Leves sinais de uso na brochura, com alguns pequenos rasgos no dorso; manchas de juventude nas primeiras páginas, mas o interior, no geral, bem conservado. Em livros antigos, com história de séculos, podem existir algumas imperfeições não sempre indicadas na descrição. Pp. (2); 94; 2nn; (2).

TÍTULO COMPLETO E AUTOR
Replica alla Risposta del Padre D. Giovenale Sacchi – Della legge di continuità nella scala musica
Milão, presso Giuseppe Galeazzi, 1772.
Andrea Draghetti.

CONTEXTO E SIGNIFICÂNCIA
A obra insere-se numa das questões mais fascinantes da cultura setecentista: a tentativa de relacionar a música a princípios universais de ordem matemática e filosófica. A chamada “lei da continuidade” decorre do debate europeu mais amplo sobre a natureza dos progressos graduais, das proporções e da continuidade nos fenômenos naturais, temas fortemente presentes na filosofia racionalista e na matemática moderna.
Draghetti aplica esse princípio à escala musical, buscando interpretar a ordenação dos sons e dos intervalos como parte de uma estrutura coerente e racional. As objeções de Giovenale Sacchi deram origem a uma verdadeira polêmica teórica, da qual esta Replica constitui uma das principais testemunhas.
A questão ia muito além da técnica musical: implicava perguntas sobre a relação entre sensação e razão, natureza e artifício, matemática e percepção. Em uma época em que a música era cada vez mais estudada também através de acústica, harmonia e proporções numéricas, a controvérsia ganhava, portanto, um significado filosófico geral. O contexto milanês é particularmente importante. Milão, na segunda metade do Séc. XVIII, era um dos principais centros culturais italianos, com um vivo confronto entre jesuítas, barnabitas, estudiosos de ciências, letterati e teóricos da música. O Colégio Brera e o Colégio Imperial eram lugares centrais de ensino e debate, e a disputa entre Draghetti e Sacchi reflete perfeitamente essa atmosfera intelectual.

BIOGRAFIA DO AUTOR
Andrea Draghetti foi jesuíta e professor de Metafísica no Colégio de Brera, em Milão. Sua atividade insere-se no ambiente da cultura filosófica e científica milanesa do século XVIII, caracterizada por uma intensa circulação de ideias provenientes da tradição scolástica, do racionalismo moderno e das novas ciências.
Seu interesse pela música nasce da aplicação de categorias filosóficas gerais a problemas de ordem, proporção e continuidade. Na disputa com Giovenale Sacchi, Draghetti defendeu sua própria elaboração da lei da continuidade na escala musical, buscando demonstrar sua consistência teórica e validade racional.
Giovenale Sacchi, pertencente à Congregação de São Paulo e professor de Eloquência no Colégio Imperial, foi por sua vez uma figura importante da cultura musical e literária milanesa, e o confronto entre os dois autores representa um dos episódios mais interessantes da teoria musical setecentista na Lombardia.

HISTÓRIA DE IMPRESSÃO E CIRCULAÇÃO
A Replica foi impressa em Milão, em 1772, por Giuseppe Galeazzi, Impressor Real, uma das figuras de destaque da editoração milanesa no Séc. XVIII. A obra nasce diretamente no interior de uma disputa já iniciada e deve, portanto, ser lida como texto polêmico e de resposta, destinado a um público culto e restrito de músicos, filósofos, membros da igreja e estudiosos.
A presença de uma tábua dobrada no final do volume demonstra que o argumento não era meramente verbal, mas recorriu também a uma representação gráfica das relações musicais e teóricas discutidas no texto. Este elemento confere ao volume um interesse particular para a história da representação visual das teorias musicais.
A natureza contestatória da obra e seu destino especializado indicam uma circulação relativamente limitada, característica que hoje contribui para a sua raridade no mercado de antiguidades.

BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
Andrea Draghetti, Replica del Padre Andrea Draghetti della Compagnia di Gesù alla risposta del Padre Giovenale Sacchi, Milão, Giuseppe Galeazzi, 1772.
Giovenale Sacchi, escritos relativos à disputa sobre a lei da continuidade na escala musical.
Estudos sobre a teoria musical milanesa do XVIII século.
Estudos sobre a filosofia da música, sobre a matematização da harmonia e sobre acústica no Séc. XVIII.
Repertórios sobre a produção editorial de Giuseppe Galeazzi e sobre a cultura científica e musical da Milão iluminista.

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RareBooks NO-RESERVE traz o charme da antiguidade para a era digital — com vendas selecionadas, ofertas excepcionais e histórias que valem a pena colecionar. Porque possuir um livro raro deve parecer uma descoberta, não um luxo. RareBooks NO-RESERVE está revolucionando o mercado online de livros antigos e raros. Como pioneira no comércio eletrônico, a empresa transforma o acesso a edições valiosas e colecionáveis ao lançar vendas relâmpago exclusivas nas principais plataformas — oferecendo descontos significativos em livros que normalmente estão disponíveis apenas a preços premium. Com foco aguçado em visibilidade, inovação digital e precificação estratégica, a RareBooks NO-RESERVE transforma a raridade em oportunidade, construindo fidelidade duradoura dos clientes por meio de ofertas irresistíveis e propostas de valor cuidadosamente selecionadas.
Traduzido pelo Google Tradutor

Dados

Número de livros
1
Tema
Música
Título do livro
Legge di Continuità nella Scala Musica
Autor/ Ilustrador
Draghetti
Estado
Bom
Artigo mais antigo do ano de publicação
1772
Altura
185 mm
Edição
1ª edição neste formato
Largura
125 mm
Idioma
Italiano
Idioma original
Sim
Editor
Milano, appresso Giuseppe Galeazzi, 1772
Encadernação
Capa Mole
Extras
Extratextos
Número de páginas
100
Vendido por
ItáliaVerificado
292
Objetos vendidos
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