Cadeira - Madeira





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Cadeira alta em nogueira entalhada e parcialmente dourada, datável entre 1850–1900, em estilo Historicismo/Neo-Renascimento, estofada com tecido bege, dimensões 105 × 45 × 41 cm, origem Portugal.
Descrição fornecida pelo vendedor
Cadeira de espaldar alto em nogueira entalhada e parcialmente dourada - Portugal, finais do século XIX.
Objeto: cadeira de espaldar alto
País de origem: Portugal, provável
Época: finais do século XIX
Datação: c. 1880–1900
Estilo: Historicismo / Neo-Renascimento, com influência Neo-Barroca
Material principal: nogueira
Decoração: madeira torneada e entalhada, com apontamentos dourados
Estofamento: assento e espaldar estofados e revestidos a tecido bege
Dimensões: 105 × 45 × 41 cm
Cadeira portuguesa de espaldar alto em madeira de nogueira, de composição arquitetónica e vertical, apresentando elementos torneados, entalhados e parcialmente dourados.
O espaldar é estruturado por dois altos montantes torneados em sucessivas formas de balaústre, alternando corpos cilíndricos, anéis e elementos bulbosos. Os montantes terminam superiormente em blocos quadrangulares decorados com incisões geométricas realçadas a dourado e são rematados por pináculos torneados.
A zona central do espaldar apresenta painel estofado de contorno predominantemente retangular, rematado superiormente por arco recortado. O estofamento encontra-se revestido a tecido bege de pequeno padrão e delimitado por galão decorativo.
O elemento de maior interesse é o cachaço entalhado, de desenho simétrico, constituído por uma composição exuberante de volutas, enrolamentos, folhas e motivo vegetal ou palmeta central. Parte dos sulcos e reservas da talha conserva aplicação de dourado, conferindo contraste com a tonalidade quente da nogueira.
A ornamentação dourada prolonga-se discretamente pela moldura do espaldar e pelos blocos superiores dos montantes.
O assento, de formato aproximadamente trapezoidal e ligeiramente abaulado na frente, apresenta estofamento generoso e revestimento no mesmo tecido bege.
As pernas dianteiras são igualmente torneadas, com grandes elementos cilíndricos e bulbosos separados por anéis, terminando em pequenos pés torneados. As pernas traseiras constituem o prolongamento dos montantes do espaldar.
A estrutura inferior é reforçada por travejamento em H, sendo a travessa dianteira mais trabalhada e torneada, com pequeno elemento central de perfil balaustrado.
Estilo e datação: Embora recupere elementos de mobiliário português antigo — espaldar alto, pináculos, torneados e dourados - a combinação formal é típica da produção historicista da segunda metade/finais do século XIX. Os montantes retos, pernas em balaústre, pináculos e composição simétrica do cachaço aproximam-na bastante mais do Neo-Renascimento / Renaissance Revival de finais de Oitocentos.
Dourados: Os dourados foram utilizados essencialmente como acentos decorativos, aplicados nos sulcos da talha, nas formas geométricas dos blocos e em alguns elementos dos pináculos.
Estofamento: O tecido bege é posterior à cadeira, provavelmente resultado de um reestofamento moderno. Isto não constitui propriamente um problema num móvel deste género. Observam-se manchas e sujidade, particularmente no assento e, em menor grau, no painel do espaldar.
Estado de conservação: Estado geral razoável para a idade, com sinais normais de utilização e envelhecimento. Observam-se pequenas marcas, riscos e desgastes na madeira e nos dourados. Um dos pináculos apresenta danos. O estofo encontra-se manchado e necessita de limpeza.
Cadeira de espaldar alto em nogueira entalhada e parcialmente dourada - Portugal, finais do século XIX.
Objeto: cadeira de espaldar alto
País de origem: Portugal, provável
Época: finais do século XIX
Datação: c. 1880–1900
Estilo: Historicismo / Neo-Renascimento, com influência Neo-Barroca
Material principal: nogueira
Decoração: madeira torneada e entalhada, com apontamentos dourados
Estofamento: assento e espaldar estofados e revestidos a tecido bege
Dimensões: 105 × 45 × 41 cm
Cadeira portuguesa de espaldar alto em madeira de nogueira, de composição arquitetónica e vertical, apresentando elementos torneados, entalhados e parcialmente dourados.
O espaldar é estruturado por dois altos montantes torneados em sucessivas formas de balaústre, alternando corpos cilíndricos, anéis e elementos bulbosos. Os montantes terminam superiormente em blocos quadrangulares decorados com incisões geométricas realçadas a dourado e são rematados por pináculos torneados.
A zona central do espaldar apresenta painel estofado de contorno predominantemente retangular, rematado superiormente por arco recortado. O estofamento encontra-se revestido a tecido bege de pequeno padrão e delimitado por galão decorativo.
O elemento de maior interesse é o cachaço entalhado, de desenho simétrico, constituído por uma composição exuberante de volutas, enrolamentos, folhas e motivo vegetal ou palmeta central. Parte dos sulcos e reservas da talha conserva aplicação de dourado, conferindo contraste com a tonalidade quente da nogueira.
A ornamentação dourada prolonga-se discretamente pela moldura do espaldar e pelos blocos superiores dos montantes.
O assento, de formato aproximadamente trapezoidal e ligeiramente abaulado na frente, apresenta estofamento generoso e revestimento no mesmo tecido bege.
As pernas dianteiras são igualmente torneadas, com grandes elementos cilíndricos e bulbosos separados por anéis, terminando em pequenos pés torneados. As pernas traseiras constituem o prolongamento dos montantes do espaldar.
A estrutura inferior é reforçada por travejamento em H, sendo a travessa dianteira mais trabalhada e torneada, com pequeno elemento central de perfil balaustrado.
Estilo e datação: Embora recupere elementos de mobiliário português antigo — espaldar alto, pináculos, torneados e dourados - a combinação formal é típica da produção historicista da segunda metade/finais do século XIX. Os montantes retos, pernas em balaústre, pináculos e composição simétrica do cachaço aproximam-na bastante mais do Neo-Renascimento / Renaissance Revival de finais de Oitocentos.
Dourados: Os dourados foram utilizados essencialmente como acentos decorativos, aplicados nos sulcos da talha, nas formas geométricas dos blocos e em alguns elementos dos pináculos.
Estofamento: O tecido bege é posterior à cadeira, provavelmente resultado de um reestofamento moderno. Isto não constitui propriamente um problema num móvel deste género. Observam-se manchas e sujidade, particularmente no assento e, em menor grau, no painel do espaldar.
Estado de conservação: Estado geral razoável para a idade, com sinais normais de utilização e envelhecimento. Observam-se pequenas marcas, riscos e desgastes na madeira e nos dourados. Um dos pináculos apresenta danos. O estofo encontra-se manchado e necessita de limpeza.

