Tinteiro - Portadocumentos - Zinco





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Portadocumentos em zinco técnico do século XX, originário da França.
Descrição fornecida pelo vendedor
É um tinteiro do século XIX no pleno estilo Napoleão III, uma peça que encarna esse gosto pela ornamentação exuberante, pela teatralidade contida e pela mescla de funcionalidade e presença decorativa que definiu o Segundo Império. Está realizado em zinco técnico, material muito empregado na segunda metade do século XIX para objetos de escrita e elementos ornamentais graças à sua maleabilidade, à capacidade de receber relevos finos e ao aspecto metálico sóbrio que, uma vez patinado, adquire uma elegância discreta.
O design se articula em uma bandeja decorativa de contornos sinuosos, com bordas que se ondulam em volutas e pequenos motivos vegetais. Sobre ela elevam-se os dois tinteiros com tampa, trabalhados com relevos florais e geométricos que lembram a ourivesaria historicista do período. As tampas, levemente abombadas, coroam cada depósito como pequenas cúpulas ornamentais, trazendo ritmo visual e equilíbrio.
Na parte posterior ergue-se um encosto recortado, uma estrutura de filigrana metálica que mistura simetria e fantasia: arabescos, folhas estilizadas, cartelas e pequenos arabescos que se entrecruzam com a precisão típica do Napoleão III. Este elemento não apenas embeleza, mas hierarquiza a peça, conferindo-lhe uma presença quase arquitetônica sobre a escrivaninha.
O conjunto transmite esse caráter híbrido tão próprio do estilo: funcionalidade prática —guardar tinta, sustentar penas— e ornamentação teatral, pensada para vestir o espaço de trabalho com um ar de distinção. A patina do zinco, escurecida nos recantos e mais brilhante nas zonas altas, acentua os volumes e confere profundidade, lembrando que se trata de um objeto com história.
Envio certificado e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
É um tinteiro do século XIX no pleno estilo Napoleão III, uma peça que encarna esse gosto pela ornamentação exuberante, pela teatralidade contida e pela mescla de funcionalidade e presença decorativa que definiu o Segundo Império. Está realizado em zinco técnico, material muito empregado na segunda metade do século XIX para objetos de escrita e elementos ornamentais graças à sua maleabilidade, à capacidade de receber relevos finos e ao aspecto metálico sóbrio que, uma vez patinado, adquire uma elegância discreta.
O design se articula em uma bandeja decorativa de contornos sinuosos, com bordas que se ondulam em volutas e pequenos motivos vegetais. Sobre ela elevam-se os dois tinteiros com tampa, trabalhados com relevos florais e geométricos que lembram a ourivesaria historicista do período. As tampas, levemente abombadas, coroam cada depósito como pequenas cúpulas ornamentais, trazendo ritmo visual e equilíbrio.
Na parte posterior ergue-se um encosto recortado, uma estrutura de filigrana metálica que mistura simetria e fantasia: arabescos, folhas estilizadas, cartelas e pequenos arabescos que se entrecruzam com a precisão típica do Napoleão III. Este elemento não apenas embeleza, mas hierarquiza a peça, conferindo-lhe uma presença quase arquitetônica sobre a escrivaninha.
O conjunto transmite esse caráter híbrido tão próprio do estilo: funcionalidade prática —guardar tinta, sustentar penas— e ornamentação teatral, pensada para vestir o espaço de trabalho com um ar de distinção. A patina do zinco, escurecida nos recantos e mais brilhante nas zonas altas, acentua os volumes e confere profundidade, lembrando que se trata de um objeto com história.
Envio certificado e boa embalagem.

