Candeeiro de parede (2) - Bronze, Cristal - Folhas Modernistas






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Trustpilot 4.4 | 142317 avaliações
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Dois aplique de parede em bronze e cristal, fabricados em França entre 1930 e 1940, cada um com 26 cm de altura, 15 cm de largura e 26 cm de profundidade, em bom estado de uso e funcionamento.
Descrição fornecida pelo vendedor
São dois apliques que conservam essa elegância quente e ornamental tão característica da primeira metade do século XX, quando o gosto pelas formas vegetais e pelos metais trabalhados seguia muito vivo na iluminação doméstica. O bronze dourado que estrutura cada peça mostra um modelado cuidadoso, com folhas que se desdobram em volutas suaves, quase como se estivessem em movimento. Não é um dourado estridente: tem esse matiz levemente envelhecido que aporta profundidade e uma presença mais nobre.
As tulipas de cristal em forma de flor completam a linguagem naturalista do conjunto. O vidro, trabalhado com um esmerilado delicado, abre-se como uma pétala espessa que difunde a luz com suavidade. Essa forma floral, tão típica dos anos 20–40, aporta um toque íntimo e artesanal, como se cada tulipa tivesse sido pensada para dialogar com as folhas metálicas que a sustentam.
O equilíbrio entre o bronze —sólido, quente, com seu brilho contido— e o cristal —leve, translúcido, evocador— cria um jogo visual muito próprio da época. São apliques que iluminam, sim, mas também decoram: peças pensadas para acompanhar interiores clássicos, com gosto pelo orgânico e pela artesania do metal.
Envio certificado e bom acondicionamento.
Mais sobre o vendedor
São dois apliques que conservam essa elegância quente e ornamental tão característica da primeira metade do século XX, quando o gosto pelas formas vegetais e pelos metais trabalhados seguia muito vivo na iluminação doméstica. O bronze dourado que estrutura cada peça mostra um modelado cuidadoso, com folhas que se desdobram em volutas suaves, quase como se estivessem em movimento. Não é um dourado estridente: tem esse matiz levemente envelhecido que aporta profundidade e uma presença mais nobre.
As tulipas de cristal em forma de flor completam a linguagem naturalista do conjunto. O vidro, trabalhado com um esmerilado delicado, abre-se como uma pétala espessa que difunde a luz com suavidade. Essa forma floral, tão típica dos anos 20–40, aporta um toque íntimo e artesanal, como se cada tulipa tivesse sido pensada para dialogar com as folhas metálicas que a sustentam.
O equilíbrio entre o bronze —sólido, quente, com seu brilho contido— e o cristal —leve, translúcido, evocador— cria um jogo visual muito próprio da época. São apliques que iluminam, sim, mas também decoram: peças pensadas para acompanhar interiores clássicos, com gosto pelo orgânico e pela artesania do metal.
Envio certificado e bom acondicionamento.
