Candeeiro de teto - Latão, Cristal - Aranha de Luxo






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Lustre de luxo em latão e cristal boémio, dos anos 1970–1980, em bom estado de uso e a funcionar, estrutura dourada com 30 cm de largura, 40 cm de altura e 30 cm de profundidade, intitulado Araña de Lujo.
Descrição fornecida pelo vendedor
É um lustre de teto que encarna esse luxo sereno que apenas as peças de latão e cristal de Boémia trabalhadas com ofício conseguem transmitir, e que ainda respira o espírito sinuoso e orgânico do Art Nouveau. A estrutura de latão, quente e dourada, eleva-se como um caule metálico que se abre em volutas, folhas estilizadas e curvas vivas, aquelas linhas que parecem crescer em vez de terem sido fabricadas. Não é um metal rígido: aqui ele se comporta como matéria vegetal, como se o lustre tivesse brotado de um interior elegante de início de século.
O cristal de Boémia cai em cascatas perfeitamente graduadas, cada conta gravada para multiplicar a luz em clarões nítidos e úmidos, quase líquidos. As lágrimas e prismas se organizam em níveis que lembram flores pendentes, pétalos transparentes que vibram com o mínimo movimento do ar. Essa combinação —latão orgânico e cristal brilhante— cria um contraste delicioso: a vivacidade do metal sustenta a pureza fria do cristal, e juntos produzem uma luminosidade teatral, porém refinada.
Embora seja uma peça de meados do século, mantém a herança modernista em sua linguagem curva e naturalista, mas com a contundência e o brilho que caracterizam as lâmpadas de luxo daquela época. Não é apenas um objeto funcional: é um gesto decorativo, uma escultura luminosa pensada para dominar um espaço com elegância e presença.
Envio certificado e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
É um lustre de teto que encarna esse luxo sereno que apenas as peças de latão e cristal de Boémia trabalhadas com ofício conseguem transmitir, e que ainda respira o espírito sinuoso e orgânico do Art Nouveau. A estrutura de latão, quente e dourada, eleva-se como um caule metálico que se abre em volutas, folhas estilizadas e curvas vivas, aquelas linhas que parecem crescer em vez de terem sido fabricadas. Não é um metal rígido: aqui ele se comporta como matéria vegetal, como se o lustre tivesse brotado de um interior elegante de início de século.
O cristal de Boémia cai em cascatas perfeitamente graduadas, cada conta gravada para multiplicar a luz em clarões nítidos e úmidos, quase líquidos. As lágrimas e prismas se organizam em níveis que lembram flores pendentes, pétalos transparentes que vibram com o mínimo movimento do ar. Essa combinação —latão orgânico e cristal brilhante— cria um contraste delicioso: a vivacidade do metal sustenta a pureza fria do cristal, e juntos produzem uma luminosidade teatral, porém refinada.
Embora seja uma peça de meados do século, mantém a herança modernista em sua linguagem curva e naturalista, mas com a contundência e o brilho que caracterizam as lâmpadas de luxo daquela época. Não é apenas um objeto funcional: é um gesto decorativo, uma escultura luminosa pensada para dominar um espaço com elegância e presença.
Envio certificado e boa embalagem.
