Candeeiro de mesa (2) - Bronze - Atlantes Mitológicos





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Duas lâmpadas de bronze de origem francesa, estilo Napoleão III com Atlantes Mitológicos, abajur de renda têxtil, dimensões 21 x 21 x 30 cm, em bom estado de uso e funcionando.
Descrição fornecida pelo vendedor
São dois abajures que combinam a força escultórica do bronze com a delicadeza de um trabalho têxtil feito à mão. Cada peça está sustentada por um atlante mitológico, modelado com um estilo próprio da primeira metade do século XX: corpos proporcionados, musculatura marcada sem exagero e uma postura clássica, levemente inclinada para trás para sustentar a estrutura superior. O bronze exibe uma pátina quente, fruto do tempo, que acentua os volumes e confere às figuras um ar solene e quase teatral.
Sobre eles repousam as tulipas têxteis, elaboradas em um crochê que deixa a luz passar de forma suave e filtrada. O tecido, com seu desenho aberto e borda ondulada, oferece um contraste encantador frente ao peso visual do metal. Essa mistura de materiais — o bronze escultórico e o crochê doméstico — é muito característica das peças decorativas produzidas entre as décadas de 1920 e 1940, quando o artesanal convivia com um gosto pelo ornamental e pelo simbólico.
O resultado é um par de luminárias que não apenas iluminam, mas contam uma história estética: o diálogo entre o mítico e o cotidiano, entre a solidez do metal e a fragilidade do fio, entre a tradição escultórica e o artesanato têxtil.
Envio certificado e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorSão dois abajures que combinam a força escultórica do bronze com a delicadeza de um trabalho têxtil feito à mão. Cada peça está sustentada por um atlante mitológico, modelado com um estilo próprio da primeira metade do século XX: corpos proporcionados, musculatura marcada sem exagero e uma postura clássica, levemente inclinada para trás para sustentar a estrutura superior. O bronze exibe uma pátina quente, fruto do tempo, que acentua os volumes e confere às figuras um ar solene e quase teatral.
Sobre eles repousam as tulipas têxteis, elaboradas em um crochê que deixa a luz passar de forma suave e filtrada. O tecido, com seu desenho aberto e borda ondulada, oferece um contraste encantador frente ao peso visual do metal. Essa mistura de materiais — o bronze escultórico e o crochê doméstico — é muito característica das peças decorativas produzidas entre as décadas de 1920 e 1940, quando o artesanal convivia com um gosto pelo ornamental e pelo simbólico.
O resultado é um par de luminárias que não apenas iluminam, mas contam uma história estética: o diálogo entre o mítico e o cotidiano, entre a solidez do metal e a fragilidade do fio, entre a tradição escultórica e o artesanato têxtil.
Envio certificado e boa embalagem.

