Jarra - Madeira - Faisanes Selva Negra - H : 20 cm





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.

Possui licenciaturas em Direito e História da Arte, mais diploma de leiloeira da École du Louvre.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 132745 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Imagine um vaso que não se limita a conter flores, mas que parece emergir diretamente da floresta alpina, como se a própria natureza tivesse decidido adotar a forma de um objeto doméstico. A madeira escura, densa e acetinada, conserva esse caráter profundo típico da Floresta Negra suíça, onde cada veia conta uma história de umidade, sombra e silêncio. A peça eleva-se com um movimento orgânico, quase vegetal, como se o tronco de uma árvore jovem tivesse sido persuadido a transformar-se em recipiente sem perder seu impulso ascendente.
Na base, duas aves — claramente inspiradas em faisões ou urógalos de montanha — se integram à composição com uma naturalidade surpreendente. Não estão simplesmente adicionadas: parecem emergir do mesmo bloco, como criaturas surpreendidas em plena atividade. Uma inclina o pescoço para o solo, concentrada em um gesto de busca, enquanto a outra mantém a cabeça erguida, alerta, com esse ar orgulhoso e um pouco teatral tão próprio do Art Nouveau quando se inspira na fauna. As penas estão esculpidas com uma minuciosidade que beira o obsessivo, alternando zonas de relevo profundo com outras mais suaves que captam a luz de forma delicada.
O corpo do vaso ascende como um tronco desgajado, com superfícies ásperas que evocam casca e outras mais fluidas que lembram folhas ou brotos. Essa mistura de rusticidade e elegância é muito característica da produção suíça de princípios do século XX, onde o espírito do Jugendstil centro-europeu se funde com a tradição alpina de entalhe em madeira. Não há linhas retas nem simetrias rígidas: tudo flui, curva, contorce suavemente, como se a peça respirasse.
O conjunto transmite uma sensação de vida suspensa, de natureza capturada num instante perpétuo. É um vaso, sim, mas também uma pequena paisagem, um fragmento de floresta convertido em escultura utilitária. E nessa dualidade — objeto funcional e obra de arte — reside seu encanto mais profundo.
Envio certificado e boa embalagem.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorImagine um vaso que não se limita a conter flores, mas que parece emergir diretamente da floresta alpina, como se a própria natureza tivesse decidido adotar a forma de um objeto doméstico. A madeira escura, densa e acetinada, conserva esse caráter profundo típico da Floresta Negra suíça, onde cada veia conta uma história de umidade, sombra e silêncio. A peça eleva-se com um movimento orgânico, quase vegetal, como se o tronco de uma árvore jovem tivesse sido persuadido a transformar-se em recipiente sem perder seu impulso ascendente.
Na base, duas aves — claramente inspiradas em faisões ou urógalos de montanha — se integram à composição com uma naturalidade surpreendente. Não estão simplesmente adicionadas: parecem emergir do mesmo bloco, como criaturas surpreendidas em plena atividade. Uma inclina o pescoço para o solo, concentrada em um gesto de busca, enquanto a outra mantém a cabeça erguida, alerta, com esse ar orgulhoso e um pouco teatral tão próprio do Art Nouveau quando se inspira na fauna. As penas estão esculpidas com uma minuciosidade que beira o obsessivo, alternando zonas de relevo profundo com outras mais suaves que captam a luz de forma delicada.
O corpo do vaso ascende como um tronco desgajado, com superfícies ásperas que evocam casca e outras mais fluidas que lembram folhas ou brotos. Essa mistura de rusticidade e elegância é muito característica da produção suíça de princípios do século XX, onde o espírito do Jugendstil centro-europeu se funde com a tradição alpina de entalhe em madeira. Não há linhas retas nem simetrias rígidas: tudo flui, curva, contorce suavemente, como se a peça respirasse.
O conjunto transmite uma sensação de vida suspensa, de natureza capturada num instante perpétuo. É um vaso, sim, mas também uma pequena paisagem, um fragmento de floresta convertido em escultura utilitária. E nessa dualidade — objeto funcional e obra de arte — reside seu encanto mais profundo.
Envio certificado e boa embalagem.
