Figura - Busto testa di moro ceramica - Loiças





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Meia-figura em cerâmica Delft branco, azul e vermelho representando uma figura masculina, de origem italiana e datada entre 1990 e 2000, em estado de conservação como novo, com dimensões 30 cm de altura, 23 cm de largura e 28 cm de profundidade, peso 3 kg.
Descrição fornecida pelo vendedor
Belo busto meio-corpo de homem, típica Cabeça de Moro, um célebre artefato da tradição cerâmica siciliana, especialmente de Caltagirone. vaso, homem com decorações em relevo. O personagem ostenta um turbante elaborado azul e dourado, visíveis brincos pendentes vermelhos e dourados e uma coroa rica em miçangas e motivos florais ou geométricos. Rosto cerâmico esmaltado de branco, com barba e cabelos escuros, olhos expressivos e lábios coloridos. A origem das Cabeças de Moro está ligada a uma famosa e dramática lenda popular ambientada em Palermo durante a dominação árabe: Por volta do ano mil, no bairro árabe da Kalsa, uma jovem siciliana de nobre família vivia seus dias confinada em casa, dedicando-se ao cuidado das plantas em seu alpendre. Um dia, um jovem mouro (um mercador árabe) a viu e se apaixonou perdidamente por ela, declarando-lhe imediatamente seu amor. A jovem, correspondido o sentimento, viveu com ele uma intensa paixão. Contudo, a felicidade foi de breve duração: descobriu, de fato, que o jovem tinha esposa e filhos no Oriente e que estava prestes a retornar à sua terra. Cega pela ciúme e pela traição, na noite em que ele dormia a moça o matou, cortou-lhe a cabeça e fez dela um vaso no qual plantou sementes de manjericão, regando-o com suas lágrimas. O manjericão cresceu exuberante, despertando a inveja de todos os vizinhos, que começaram a mandar fabricar vasos de barro com a mesma forma.
Belo busto meio-corpo de homem, típica Cabeça de Moro, um célebre artefato da tradição cerâmica siciliana, especialmente de Caltagirone. vaso, homem com decorações em relevo. O personagem ostenta um turbante elaborado azul e dourado, visíveis brincos pendentes vermelhos e dourados e uma coroa rica em miçangas e motivos florais ou geométricos. Rosto cerâmico esmaltado de branco, com barba e cabelos escuros, olhos expressivos e lábios coloridos. A origem das Cabeças de Moro está ligada a uma famosa e dramática lenda popular ambientada em Palermo durante a dominação árabe: Por volta do ano mil, no bairro árabe da Kalsa, uma jovem siciliana de nobre família vivia seus dias confinada em casa, dedicando-se ao cuidado das plantas em seu alpendre. Um dia, um jovem mouro (um mercador árabe) a viu e se apaixonou perdidamente por ela, declarando-lhe imediatamente seu amor. A jovem, correspondido o sentimento, viveu com ele uma intensa paixão. Contudo, a felicidade foi de breve duração: descobriu, de fato, que o jovem tinha esposa e filhos no Oriente e que estava prestes a retornar à sua terra. Cega pela ciúme e pela traição, na noite em que ele dormia a moça o matou, cortou-lhe a cabeça e fez dela um vaso no qual plantou sementes de manjericão, regando-o com suas lágrimas. O manjericão cresceu exuberante, despertando a inveja de todos os vizinhos, que começaram a mandar fabricar vasos de barro com a mesma forma.

