Kelch - Metall - Columbine Cup – Elkington, Mason & Co. Stil

05
Tage
05
Stunden
34
Minuten
39
Sekunden
Aktuelles Gebot
€ 48
Ohne mindestpreis
Anna Hue-Roques
Experte
Von Anna Hue-Roques ausgewählt

Besitzt Bachelor-Abschlüsse in Jura und Kunstgeschichte sowie ein Auktionator-Diplom der Ecole du Louvre.

Schätzung  € 380 - € 450
CZ
48 €
BE
39 €
CZ
34 €

Käuferschutz auf Catawiki

Ihre Zahlung wird von uns sicher verwahrt, bis Sie Ihr Objekt erhalten.Details ansehen

Trustpilot 4.4 | 138800 Bewertungen

Auf Trustpilot als hervorragend bewertet.

Antikes Columbine Cup aus Metall, eine Replik aus dem mittleren 19. Jahrhundert von Elkington, Mason & Co. (Birmingham, 1852) nach einem sechzehntel Jahrhundert Original aus Nürnberg, Maße: Höhe 20,5 cm, Breite 10,5 cm, Tiefe 10,5 cm, Gewicht 605 g, Herkunft Großbritannien.

KI-gestützte Zusammenfassung

Vom Verkäufer bereitgestellte Beschreibung

Taça de aparato em forma de aquilégia, conhecida internacionalmente como "Columbine Cup "ou, em alemão, "Ackleibecher". Não se trata de um cálice litúrgico, mas de uma reprodução oitocentista de uma célebre taça de prata produzida em Nuremberga no final do século XVI, atualmente conservada no British Museum sob o número de inventário .103. Durante muito tempo, esse modelo foi erradamente associado a Benvenuto Cellini, razão pela qual também ficou conhecido como "Cellini Cup", embora essa atribuição esteja hoje abandonada. Esta peça não é o original renascentista, mas uma reprodução histórica muito fiel, executada em Birmingham pela Elkington, firma então denominada Elkington, Mason & Co., em 1852. Esta atribuição é reforçada pela existência de uma cópia documentada no Victoria and Albert Museum, produzida pela Elkington em 1852, e por outro exemplar correspondente na Powerhouse Collection, classificado como metal-base prateado e oxidado, copiado em 1852–1853 a partir da taça do British Museum. A peça foi produzida em cobre por eletrotipia ou galvanoplastia, sendo depois prateada e oxidada seletivamente para acentuar a profundidade dos relevos. O metal avermelhado visível nos pontos de maior desgaste corresponde ao cobre exposto após a perda parcial da camada de prata. O interior liso, diferente da decoração exterior, indica a existência de uma concha ou forro independente, enquanto a junta longitudinal visível no corpo da copa, o reverso oco e granular do pé e o sistema de montagem com tirante central, disco e porca de orelhas em latão são compatíveis com uma produção do século XIX. A pequena punção em forma de N, visível no rebordo do pé, corresponderà letra de data usada pela Elkington para 1852. A forma geral é arquitetónica e rigorosamente organizada. A taça apresenta uma copa aberta e hexalobada, seis painéis narrativos na faixa superior, seis medalhões emblemáticos na parte inferior, haste central, nó tripartido e pé trilobado. A designação “taça de aquilégia” deriva da semelhança da copa com uma flor de Aquilegia invertida, cujos seis lóbulos recordam pétalas ou sépalas. Não há sinais de que falte uma tampa, pois este modelo foi concebido como taça aberta. A boca é composta por seis lóbulos arredondados e o interior apresenta seis campos radiais que convergem para uma zona circular central. Na faixa superior encontram-se seis cenas mitológicas em relevo, enquadradas por volutas, folhas, ornamentos de strapwork, pequenos festões e nervuras verticais. As principais cenas representam a história de Aracne, a queda de Ícaro, o julgamento de Midas e o esfolamento de Mársias. As duas restantes relacionam-se com Minerva, as Musas, Pégaso e as Piérides. O sentido global deste ciclo iconográfico é coerente: as personagens desafiam os deuses, ultrapassam os limites humanos, julgam mal ou se deixam dominar pelo orgulho e pela ambição, sendo posteriormente castigadas. A ornamentação entre as cenas é composta por arabescos simétricos, folhas de acanto, palmetas, volutas, mascarões e elementos de ferronnerie, combinação típica do Maneirismo nórdico e da grande ourivesaria germânica da segunda metade do século XVI. Na zona mais bojuda da copa encontram-se seis medalhões com figuras infantis ou putti, acompanhadas por objetos simbólicos e máximas latinas. Estas inscrições formam um verdadeiro programa moralizante e humanista. A primeira, MEDIUM MEMOR ESTO TENERE, significa “Lembra-te de conservar o meio-termo” ou “Lembra-te da justa medida”, sendo ilustrada por uma criança com triângulo e compasso, símbolos de medida, proporção e moderação. A segunda, NON SORS: NATURA NEGAVIT, pode traduzir-se por “Não foi a sorte; a natureza o negou”, associando-se a uma figura coroada sobre uma esfera alada, numa oposição entre Fortuna e Natureza. A terceira, TANDEM BONA CAUSA TRIUMPHAT, significa “Por fim, a boa causa triunfa” e surge ligada a uma figura com coroa e trombeta, evocando vitória, fama e justiça. A quarta, VIRTUS SINE FINE VIRESCIT, traduz-se por “A virtude floresce sem fim” e apresenta uma figura com coroa e lira, símbolo de mérito e harmonia duradoura. A quinta, BREVIS ET DAMNOSA VOLUPTAS, significa “O prazer é breve e nocivo” e é ilustrada por uma vela acesa e insetos atraídos pela chama, imagem do prazer sedutor que conduz à destruição. A sexta, SUI AMANS SE PERDIT ET IPSUM, significa “Quem se ama a si próprio acaba por perder até a si mesmo” e está associada ao espelho e ao pavão, símbolos de vaidade, orgulho e amor-próprio excessivo. Na parte inferior da copa aparecem ainda pequenos elementos naturalistas, incluindo frutos, dois caranguejos e uma tartaruga, que funcionam simultaneamente como ornamento, demonstração técnica e evocação do mundo natural. A copa assenta numa haste curta e moldurada, ligada a um nó principal decorado com três cabeças de carneiro, reconhecíveis pelos focinhos salientes e grandes cornos enrolados. Entre elas surgem folhas, frutos e pequenas figuras femininas aladas, por vezes descritas como esfinges, embora seja mais correto entendê-las como figuras grotescas de caráter ornamental. O pé trilobado repete a organização tripartida da haste e apresenta dois níveis, um superior com três plataformas e outro inferior convexo, decorado com molduras e enrolamentos vegetalistas. Nos três campos superiores encontram-se um escaravelho-veado, um lagarto ou salamandra e uma serpente enrolada. Estes animais não parecem representar signos do Zodíaco, mas pertencem ao repertório naturalista característico da ourivesaria maneirista. O reverso do pé revela a estrutura modular da peça, com cavidade central, grande disco, tirante roscado e porca de orelhas em latão, sistema responsável por manter unidas a copa, a haste, o nó e a base. A técnica da eletrotipia consistia em obter moldes extremamente fiéis do objeto original, tornar a superfície do molde eletricamente condutora e depositar cobre por ação eletroquímica até formar uma concha metálica suficientemente espessa. As diferentes secções eram depois retiradas, unidas, complementadas com elementos moldados separadamente, prateadas ou douradas e finalmente patinadas ou oxidadas para realçar os relevos. A peça imita, assim, técnicas tradicionais como o repuxado, a cinzelagem e a gravação manual, mas a maior parte da decoração foi reproduzida por processo eletroquímico. As tonalidades vermelhas observadas correspondem sobretudo ao cobre exposto pela perda da prata, enquanto algumas pequenas zonas amareladas poderão resultar de restos de acabamento dourado. O programa iconográfico global contrapõe excesso e medida, orgulho e virtude, prazer e dano, fama verdadeira e vaidade. As cenas mitológicas mostram personagens que ultrapassam os limites, desafiam os deuses ou são dominadas pela presunção, enquanto os medalhões inferiores recomendam moderação, virtude, justiça e rejeição do prazer destrutivo e do amor-próprio excessivo. A própria taça funciona como um paradoxo: é um objeto extremamente exuberante que, através das suas imagens e inscrições, adverte contra a falta de moderação. Em termos de conservação, a peça está completa. -exemplar igual foi utilizado na série "Game of Thrones".

Taça de aparato em forma de aquilégia, conhecida internacionalmente como "Columbine Cup "ou, em alemão, "Ackleibecher". Não se trata de um cálice litúrgico, mas de uma reprodução oitocentista de uma célebre taça de prata produzida em Nuremberga no final do século XVI, atualmente conservada no British Museum sob o número de inventário .103. Durante muito tempo, esse modelo foi erradamente associado a Benvenuto Cellini, razão pela qual também ficou conhecido como "Cellini Cup", embora essa atribuição esteja hoje abandonada. Esta peça não é o original renascentista, mas uma reprodução histórica muito fiel, executada em Birmingham pela Elkington, firma então denominada Elkington, Mason & Co., em 1852. Esta atribuição é reforçada pela existência de uma cópia documentada no Victoria and Albert Museum, produzida pela Elkington em 1852, e por outro exemplar correspondente na Powerhouse Collection, classificado como metal-base prateado e oxidado, copiado em 1852–1853 a partir da taça do British Museum. A peça foi produzida em cobre por eletrotipia ou galvanoplastia, sendo depois prateada e oxidada seletivamente para acentuar a profundidade dos relevos. O metal avermelhado visível nos pontos de maior desgaste corresponde ao cobre exposto após a perda parcial da camada de prata. O interior liso, diferente da decoração exterior, indica a existência de uma concha ou forro independente, enquanto a junta longitudinal visível no corpo da copa, o reverso oco e granular do pé e o sistema de montagem com tirante central, disco e porca de orelhas em latão são compatíveis com uma produção do século XIX. A pequena punção em forma de N, visível no rebordo do pé, corresponderà letra de data usada pela Elkington para 1852. A forma geral é arquitetónica e rigorosamente organizada. A taça apresenta uma copa aberta e hexalobada, seis painéis narrativos na faixa superior, seis medalhões emblemáticos na parte inferior, haste central, nó tripartido e pé trilobado. A designação “taça de aquilégia” deriva da semelhança da copa com uma flor de Aquilegia invertida, cujos seis lóbulos recordam pétalas ou sépalas. Não há sinais de que falte uma tampa, pois este modelo foi concebido como taça aberta. A boca é composta por seis lóbulos arredondados e o interior apresenta seis campos radiais que convergem para uma zona circular central. Na faixa superior encontram-se seis cenas mitológicas em relevo, enquadradas por volutas, folhas, ornamentos de strapwork, pequenos festões e nervuras verticais. As principais cenas representam a história de Aracne, a queda de Ícaro, o julgamento de Midas e o esfolamento de Mársias. As duas restantes relacionam-se com Minerva, as Musas, Pégaso e as Piérides. O sentido global deste ciclo iconográfico é coerente: as personagens desafiam os deuses, ultrapassam os limites humanos, julgam mal ou se deixam dominar pelo orgulho e pela ambição, sendo posteriormente castigadas. A ornamentação entre as cenas é composta por arabescos simétricos, folhas de acanto, palmetas, volutas, mascarões e elementos de ferronnerie, combinação típica do Maneirismo nórdico e da grande ourivesaria germânica da segunda metade do século XVI. Na zona mais bojuda da copa encontram-se seis medalhões com figuras infantis ou putti, acompanhadas por objetos simbólicos e máximas latinas. Estas inscrições formam um verdadeiro programa moralizante e humanista. A primeira, MEDIUM MEMOR ESTO TENERE, significa “Lembra-te de conservar o meio-termo” ou “Lembra-te da justa medida”, sendo ilustrada por uma criança com triângulo e compasso, símbolos de medida, proporção e moderação. A segunda, NON SORS: NATURA NEGAVIT, pode traduzir-se por “Não foi a sorte; a natureza o negou”, associando-se a uma figura coroada sobre uma esfera alada, numa oposição entre Fortuna e Natureza. A terceira, TANDEM BONA CAUSA TRIUMPHAT, significa “Por fim, a boa causa triunfa” e surge ligada a uma figura com coroa e trombeta, evocando vitória, fama e justiça. A quarta, VIRTUS SINE FINE VIRESCIT, traduz-se por “A virtude floresce sem fim” e apresenta uma figura com coroa e lira, símbolo de mérito e harmonia duradoura. A quinta, BREVIS ET DAMNOSA VOLUPTAS, significa “O prazer é breve e nocivo” e é ilustrada por uma vela acesa e insetos atraídos pela chama, imagem do prazer sedutor que conduz à destruição. A sexta, SUI AMANS SE PERDIT ET IPSUM, significa “Quem se ama a si próprio acaba por perder até a si mesmo” e está associada ao espelho e ao pavão, símbolos de vaidade, orgulho e amor-próprio excessivo. Na parte inferior da copa aparecem ainda pequenos elementos naturalistas, incluindo frutos, dois caranguejos e uma tartaruga, que funcionam simultaneamente como ornamento, demonstração técnica e evocação do mundo natural. A copa assenta numa haste curta e moldurada, ligada a um nó principal decorado com três cabeças de carneiro, reconhecíveis pelos focinhos salientes e grandes cornos enrolados. Entre elas surgem folhas, frutos e pequenas figuras femininas aladas, por vezes descritas como esfinges, embora seja mais correto entendê-las como figuras grotescas de caráter ornamental. O pé trilobado repete a organização tripartida da haste e apresenta dois níveis, um superior com três plataformas e outro inferior convexo, decorado com molduras e enrolamentos vegetalistas. Nos três campos superiores encontram-se um escaravelho-veado, um lagarto ou salamandra e uma serpente enrolada. Estes animais não parecem representar signos do Zodíaco, mas pertencem ao repertório naturalista característico da ourivesaria maneirista. O reverso do pé revela a estrutura modular da peça, com cavidade central, grande disco, tirante roscado e porca de orelhas em latão, sistema responsável por manter unidas a copa, a haste, o nó e a base. A técnica da eletrotipia consistia em obter moldes extremamente fiéis do objeto original, tornar a superfície do molde eletricamente condutora e depositar cobre por ação eletroquímica até formar uma concha metálica suficientemente espessa. As diferentes secções eram depois retiradas, unidas, complementadas com elementos moldados separadamente, prateadas ou douradas e finalmente patinadas ou oxidadas para realçar os relevos. A peça imita, assim, técnicas tradicionais como o repuxado, a cinzelagem e a gravação manual, mas a maior parte da decoração foi reproduzida por processo eletroquímico. As tonalidades vermelhas observadas correspondem sobretudo ao cobre exposto pela perda da prata, enquanto algumas pequenas zonas amareladas poderão resultar de restos de acabamento dourado. O programa iconográfico global contrapõe excesso e medida, orgulho e virtude, prazer e dano, fama verdadeira e vaidade. As cenas mitológicas mostram personagens que ultrapassam os limites, desafiam os deuses ou são dominadas pela presunção, enquanto os medalhões inferiores recomendam moderação, virtude, justiça e rejeição do prazer destrutivo e do amor-próprio excessivo. A própria taça funciona como um paradoxo: é um objeto extremamente exuberante que, através das suas imagens e inscrições, adverte contra a falta de moderação. Em termos de conservação, a peça está completa. -exemplar igual foi utilizado na série "Game of Thrones".

Details

Epoche
1400-1900
Gewicht
605 g
Zusätzliche Informationen zum Titel
Columbine Cup - Elkington, Mason & Co. style
Herkunftsland
Vereinigtes Königreich
Material
Metall
Stil
Antik
Zustand
Guter Zustand - gebraucht mit geringen Alterungsanzeichen
Höhe
20,5 cm
Breite
10,5 cm
Tiefe
10,5 cm
Geschätzter Zeitraum
1850-1900
PortugalVerifiziert
130
Verkaufte Objekte
96,55 %
Privat

Ähnliche Objekte

Für Sie aus der Kategorie

Antiquitäten und klassische Möbel