Dama-Cavaleira do Império Romano - Gaius Julius Caesar - Poder Absoluto e Dimensões Sagradas - Anel






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Anel de Chevalière do Império Romano - Gaius Julius Caesar - Poder absoluto, dimensão sagrada e legitimidade eterna
A chevalière, com o corpo robusto, é finamente trabalhada com a effígie de Júlio César coroado de louros, com um ornamento em relevo de louro gravado naslaterais do anel.
Símbolo de vitória, de glória militar e de honra no Império Romano, a coroa de louros personifica a autoridade, a identidade e o poder de seu portador.
Este anel representa o rosto de Júlio César, um emblema poderoso da autoridade absoluta do panteão romano, unindo história, poder, dimensão sagrada e legitimidade imperial. Ele reflete não apenas a vontade de César de legitimar seu poder eterno, mas também seu legado como figura central da história de Roma. Frequentemente usado como anel sigilário, era um símbolo usado por governantes e personalidades influentes.
Dimensão: 29 x 27 x 18 mm
Diâmetro interno: 23,3 mm
Tamanho: FR 70, US 12,25, DE 70, UK Y, ESP, IT 23,5
Peso: 17,09 g
Bronze dourado.
Uma embalagem será incluída.
Compatível em condição perfeita.
A saber,
O anel trabalhado que representa o rosto de Júlio César é uma joia histórica carregada de simbolismo, de história e, por vezes, de conotações religiosas.
Os anéis eram usados na Antiguidade para marcar a autoridade, a identidade e o poder de seu proprietário. O anel ornamentado com o rosto de Júlio César era frequentemente usado como um anel sigilário, usado por governantes e personalidades influentes. Este tipo de anel é gravado com motivo e com o
do rosto de Júlio César.
Contexto histórico: Júlio César (100 a.C. – 44 a.C.) foi uma das figuras mais influentes da história de Roma. Após sua vitória na guerra civil, tornou-se ditador perpétuo, um papel que marcou o fim da República Romana e o surgimento do Império Romano. Seu rosto foi amplamente difundido por meio de moedas, bustos e anéis, simbolizando seu poder e autoridade.
O anel como ferramenta de autoridade: O anel era frequentemente usado para appor um selo, marcando documentos oficiais ou decisões importantes. Gravando seu próprio rosto, Júlio César afirmava sua dominação e seu poder pessoal. Este tipo de joia tornava-se, portanto, um sinal de reconhecimento e um símbolo de seu papel central na história de Roma.
Poder e autoridade: O portamento de um anel gravado com a effígie de Júlio César era um sinal de poder e domínio. Isso permitia a César reivindicar uma legitimidade absoluta, como se fosse um selo pessoal, simbolizando seu controle sobre o Estado romano e suas instituições.
Independência e dominação: Ao exibir seu rosto, César fazia um aceno ao seu status divinizado, pois, após sua morte, ele foi deificado pelo Senado romano. O anel tornava-se assim um símbolo de sua imortalidade política e de seu papel fundamental na história de Roma, mesmo além de sua vida.
Legado imperial: A gravura de César em objetos pessoais, como anéis, também marcava a intenção de estabelecer um legado imperial duradouro, uma tradição que seus sucessores (como Augusto) continuaram ao se representarem também em moedas e estátuas.
Após sua morte, Júlio César foi oficialmente deificado pelo Senado romano, tornando-se assim uma figura semidivina no panteão romano. Objetos que carregam sua effígie, como anéis, podiam ter uma dimensão sagrada em certas práticas religiosas romanas.
Obrigado por considerar as fotos anexadas para uma melhor impressão.
Será cuidadosamente embalado com envio via UPS para a UE.
Para envios para a França e fora da UE, serão realizados via Colissimo.
Anel de Chevalière do Império Romano - Gaius Julius Caesar - Poder absoluto, dimensão sagrada e legitimidade eterna
A chevalière, com o corpo robusto, é finamente trabalhada com a effígie de Júlio César coroado de louros, com um ornamento em relevo de louro gravado naslaterais do anel.
Símbolo de vitória, de glória militar e de honra no Império Romano, a coroa de louros personifica a autoridade, a identidade e o poder de seu portador.
Este anel representa o rosto de Júlio César, um emblema poderoso da autoridade absoluta do panteão romano, unindo história, poder, dimensão sagrada e legitimidade imperial. Ele reflete não apenas a vontade de César de legitimar seu poder eterno, mas também seu legado como figura central da história de Roma. Frequentemente usado como anel sigilário, era um símbolo usado por governantes e personalidades influentes.
Dimensão: 29 x 27 x 18 mm
Diâmetro interno: 23,3 mm
Tamanho: FR 70, US 12,25, DE 70, UK Y, ESP, IT 23,5
Peso: 17,09 g
Bronze dourado.
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O anel trabalhado que representa o rosto de Júlio César é uma joia histórica carregada de simbolismo, de história e, por vezes, de conotações religiosas.
Os anéis eram usados na Antiguidade para marcar a autoridade, a identidade e o poder de seu proprietário. O anel ornamentado com o rosto de Júlio César era frequentemente usado como um anel sigilário, usado por governantes e personalidades influentes. Este tipo de anel é gravado com motivo e com o
do rosto de Júlio César.
Contexto histórico: Júlio César (100 a.C. – 44 a.C.) foi uma das figuras mais influentes da história de Roma. Após sua vitória na guerra civil, tornou-se ditador perpétuo, um papel que marcou o fim da República Romana e o surgimento do Império Romano. Seu rosto foi amplamente difundido por meio de moedas, bustos e anéis, simbolizando seu poder e autoridade.
O anel como ferramenta de autoridade: O anel era frequentemente usado para appor um selo, marcando documentos oficiais ou decisões importantes. Gravando seu próprio rosto, Júlio César afirmava sua dominação e seu poder pessoal. Este tipo de joia tornava-se, portanto, um sinal de reconhecimento e um símbolo de seu papel central na história de Roma.
Poder e autoridade: O portamento de um anel gravado com a effígie de Júlio César era um sinal de poder e domínio. Isso permitia a César reivindicar uma legitimidade absoluta, como se fosse um selo pessoal, simbolizando seu controle sobre o Estado romano e suas instituições.
Independência e dominação: Ao exibir seu rosto, César fazia um aceno ao seu status divinizado, pois, após sua morte, ele foi deificado pelo Senado romano. O anel tornava-se assim um símbolo de sua imortalidade política e de seu papel fundamental na história de Roma, mesmo além de sua vida.
Legado imperial: A gravura de César em objetos pessoais, como anéis, também marcava a intenção de estabelecer um legado imperial duradouro, uma tradição que seus sucessores (como Augusto) continuaram ao se representarem também em moedas e estátuas.
Após sua morte, Júlio César foi oficialmente deificado pelo Senado romano, tornando-se assim uma figura semidivina no panteão romano. Objetos que carregam sua effígie, como anéis, podiam ter uma dimensão sagrada em certas práticas religiosas romanas.
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